A sinfonia do vento entra em contato com a orquestra e refaz-se em música desintegrando em pequenas partículas. A brisa leva ao início do fim e tudo se torna uníssono.
Nosso corpo é música,
A cada respiração, diafragmática ou não
Do som da batida do nosso coração, Até estrelar dos dedos
Estamos em movimento.
Uma orquestra de sensações.
Você se cura de domingo a domingo. Sozinho. No silêncio. Entre uma música e outra, no abraço certo, no tempo que passa. Às vezes parece que não vai dar, mas tudo acontece. Mais cedo ou mais tarde, tudo se ajeita.