Epígrafe para Tcc Comunicação
Quando você é criança, sua vida pode ser medida como uma série de conversas desconfortáveis iniciadas com relutância por adultos em um esforço para lhe dizer coisas que você já sabe ou realmente não queria saber.
Se você apenas avisar as pessoas, elas costumam simplesmente o ignorar. Mas se você fizer uma pergunta, terão que pensar a esse respeito. E assim que começam a pensar nas consequências, quase sempre se acalmam.
Num mundo que avança a passos largos, se você ficar parado, na verdade você estará é ficando para trás.
Por meio do desenvolvimento de um equilíbrio no diálogo interno entre nosso ego e nosso Self, constrói-se uma melhor comunicação intrapessoal, e o consequente refinamento na relação com o outro.
Experimenta trocar o SEXTOU por MADRUGOU ou SEGUNDOU, que você vai ver como começa a ter resultados diferentes.
Afinal, a conversa era uma coisa frágil, como uma planta que só cresce em solo rico, quente e nutrido.
Se aquele conhecido provérbio que fala sobre termos dois ouvidos e uma boca na prática já não funcionava, imagine depois do advento da internet, tendo nós duas mãos e dez dedos para digitar…
No sistema atual, existem duas possibilidades em caso de conflito: submissão ou rebelião. A comunicação não violenta procura propor um caminho do meio, através das necessidades e sentimentos, através do que nos uni, não nos separa, que seriam os juízos de valores.
A impressão é que estamos sob o efeito colateral da "torre de Babel", mesmo com todas conexões possíveis. Há um constante desalinhamento das semânticas, um frequente desencontro de linguagens. Me perguntam por quê? Nos "acostumamos" a ter pressa.
