Epigrafe para Mae que Amamenta

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Não quero ter esperança de mais nada. Nao quero rezar para que Max esteja vivo e em segurança. Nem Alex Steiner, porque o mundo nao os merece.

Os tímidos com sua característica silenciosa, são os mais sábios, pois no silêncio é dita a verdade.

O branco é sem dúvida uma cor e, pessoalmente, acho que você não vai querer discutir comigo.

⁠O amor é uma reação química que vai e vem. Essa é a boa notícia: a decepção também é assim. Seu cérebro se acostuma. Sua química corporal volta ao normal.

⁠Os adultos são crianças feridas que sobreviveram ao limbo.

⁠Deus é como o vento que tudo toca.

⁠Há um motivo pelo qual, quando todo autor, de Shakespeare a Salinger, escreve sobre jovens, não se pode evitar a verdade, de que ser jovem é doloroso. São quase sensações demais.

⁠Às vezes, é mais fácil entrar no seu próprio abismo e esquecer que o mundo existe.

Quem não sabe perdoar, só sabe coisas pequenas.

Uma das chaves da felicidade é a falta de memória.

Os livros eram ladrões. Roubavam-nos do que nos acontecia. Mas também eram generosos. Ofereciam-nos o que não nos acontecia.

Valter Hugo Mãe
A desumanização. São Paulo: Biblioteca Azul, 2017.

O amor constrói. Gostarmos de alguém, mesmo quando estamos parados durante o tempo de dormir, é como fazer prédios ou cozinhar para mesas de mil lugares.

Valter Hugo Mãe
O paraíso são os outros

O amor precisa ser uma solução, não um problema. Toda a gente me diz: o amor é um problema. Tudo bem. Posso dizer de outro modo: o amor é um problema mas a pessoa amada precisa ser uma solução.

Descubro cada vez mais que o paraíso são os outros. Vi num livro para adultos. Li só isso: o paraíso são os outros. A nossa felicidade depende de alguém. Eu compreendo bem.

Valter Hugo Mãe
O paraíso são os outros

O amor era uma atitude. Uma predisposição natural para se ser a favor de outrem. É isso o amor. Uma predisposição natural para se favorecer alguém. Ser, sem sequer se pensar, por outra pessoa.

Pensava que quando se sonha tão grande a realidade aprende.

Amar é uma proibição de estar só.

Valter Hugo Mãe
Homens imprudentemente poéticos. São Paulo: Biblioteca Azul, 2016.

O toque de alguém, dizia ele, é o verdadeiro lado de cá da pele. Quem não é tocado não se cobre nunca, anda como nu. De ossos à mostra.

O sofrimento nunca impediria alguém de ser feliz.

A companhia de verdade, achava ele, era aquela que não tinha por que ir embora e, se fosse, ir embora significaria ficar ali, junto.