Epígrafe Monografia
Então, prepare-se para aquilo que você realmente deseja. Abra os braços, porque as suas conquistas serão inteiramente suas. Os seus sonhos se materializarão. Não permita que ninguém roube os seus sonhos — muito menos você mesmo. Afinal, foi você quem pediu, quem imaginou e quem provocou essa grande mudança na sua vida.
Confesso que um dia em meu passado já fui ateu, não por minha vontade, acredito que Deus me fez assim, para que eu pudesse conhecer e diferenciar os valores da vida e da verdade, os quais não são nada sem Jesus Cristo em nosso coração. Busquei o conhecimento, me formei recentemente em Teologia, não para ser pastor ou algo que me faça melhor que os outros, mas sim para mudar a minha concepção de vida a qual desconhecia, e finalmente pude aprender que a vida é para ser vivida de forma intensa e com Deus em nossas vidas... Dinheiro, egoísmo, individualidade, soberba, corrupção, avareza, etc... isso não nos leva à nada... são freios e obstáculos em nossas vidas, que nos fazem cegos postados como vegetais ou vermes! Aquele que se deixa amolestar pela ambição, certamente a vida lhe passara pelo seu "nariz", e quando der-se ao desfrute das coisas boas dessa vida, verás que seu tempo acabou... não viveu, vegetou...
O muito pouco que julgamos ter, é o muito de muitos que nada tem e sonham em conquistar!
nenepolicia
Você não tem que conquistar a confiança de uma pessoa que não te quer mais, o que você precisa recuperar é sua autoestima.
Não resisto a pessoas que sabem me conquistar. Por isso, para alguns eu ligo, mando mensagens, procuro, grudo. Por que é de pessoas que sabem me ter e que eu preciso no meu mundinho.
Eu acredito que a reciprocidade é a porta aberta entre duas pessoas iguais e é a justiça entre dois seres que se respeitam.
Assim. Eu acredito no amor de dois tipos, o incondicional e o da admiração.
Sendo o incondicional o mais louco e o que mais faz sofrer, conforme o tempo vai passando, quem ama desse jeito acaba se submetendo a quase tudo, caso o outro não seja uma boa pessoa, quem ama sofre e se humilha muito.
Já o amor da admiração é um amor de respeito próprio, é um amor inteligente, você ama a pessoa pelo que ela é, pelo caráter e pelo seu valor.
Ambos são amor, mas para dar certo, a pessoa amada deve ser muito madura e boa pessoa.
A gente vai tentando, lutando e suporta até conseguir, não por acreditar apenas no nosso esforço ou na nossa parte, a gente acredita em Deus que fez os céus e a terra. Acredita na bondade e no amor dele.
`Anderson Souza`
Niilismo é a negação da vida. Os niilistas criticam a existência, acreditando que tudo é falso e artificial. Portanto, desistir da verdade é um sintoma de indiferença à vida, um sintoma de doença mental niilista.
O conceito de verdade é essencial quando as pessoas só acreditam no que convém não é possível manter uma democracia e nem uma sociedade livre. Um mundo governado por mentiras é um sistema autoritário. As notícias são criadas apenas para manipular a sociedade e controlar o povo evitando assim resistência ao governo. Como lidar com a inesperada falta de valores causados pela "pós-verdade", "notícias falsas" e perda de identidade através de multiculturalismo?
"Édito que mesmo com juízo eu sou prejuízo no pós juízo,
medito e acredito no meu veredito e até depois do juízo final já disse, eu edito."
Café com Leite
Por Diane Leite.
Por muito tempo, acreditei que felicidade era ter muitos rostos ao redor, muitas vozes preenchendo os vazios da minha existência. Eu buscava pertencimento como quem busca abrigo em dia de tempestade — desesperada por calor, por acolhimento, por uma certeza de que eu fazia parte de algo.
Mas eu não fazia.
Lembro-me do incômodo sutil ao estar entre minhas primas. Elas riam, brincavam e se entendiam como se falassem um idioma ao qual eu nunca tive acesso. Eu sorria por educação, mas havia um silêncio interno em mim que não se dissipava. Talvez fosse a falta de espontaneidade, talvez fosse algo maior — um desencontro entre quem eu era e o que o mundo esperava de mim.
Então veio Ana Cecília.
Nos conhecemos no pré-escola, e, sem precisar de palavras, soubemos que éramos iguais. Ela era uma das poucas meninas afrodescendentes da escola; eu, uma criança que sempre sentia que não se encaixava. Não fomos unidas pelo acaso, mas pelo instinto de sobrevivência. De alguma forma, sabíamos que estar juntas tornava a solidão menos afiada.
Sob a sombra generosa de um pé de manga, criamos nosso refúgio. Choramos as dores que ainda não sabíamos nomear e sonhamos mundos que ainda não existiam. Quando alguém ria de nós, nos olhávamos em cumplicidade e repetíamos nosso mantra secreto: "Café com leite." Um apelido que nasceu de uma piada alheia, mas que transformamos em escudo. Se éramos diferentes do resto, que assim fosse.
Ana era minha fortaleza; eu era sua guardiã.
Eu não permitia que ninguém a ferisse. Defendia sua honra como quem defende o próprio coração, porque era isso que ela se tornou para mim: um pedaço do meu mundo que ninguém tinha o direito de tocar.
E havia Camila — popular, cercada de gente, luz e barulho. Ela me estendeu a mão, me incluiu em um mundo onde pertencimento parecia fácil. Mas aprendi, com o tempo, que amizade não se mede em números. Camila era festa; Ana era lar. Com Camila, eu ria. Com Ana, eu existia.
A vida seguiu. Cada uma tomou seu caminho, como as folhas que caem da mesma árvore, mas voam para direções opostas. Ainda assim, o que criamos sob aquele pé de manga nunca nos abandonou.
Hoje, aos 40 anos, sei que pertencimento não é sobre caber. É sobre encontrar alguém que te veja por inteiro e ainda assim escolha ficar. Ana me ensinou que laços verdadeiros não precisam de multidões, nem de aprovações externas — só de dois corações que se reconhecem.
Eu não trocaria nossas tardes de manga com sal por nenhuma festa lotada.
Se pudesse dizer algo à criança que fui, diria: não tente caber onde sua luz é diminuída para que os outros brilhem. Amor não é barganha, pertencimento não é concessão. As pessoas certas não preenchem vazios — elas lembram que você já era inteira o tempo todo.
E Ana, em algum lugar, sabe disso. Assim como eu.
O Amor Que Nos Torna Livres
Por Diane Leite
Houve um tempo em que eu acreditava que os vilões da minha história tinham rostos, nomes e intenções sombrias. Que as dores que senti foram causadas por terceiros, que o mundo era injusto e que eu era apenas uma vítima dos acontecimentos. Mas então, a vida me deu um presente raro: a Noite Escura da Alma.
Diferente do que muitos pensam, essa fase não tem a ver com enxergar o que os outros fizeram comigo. Isso eu sempre soube. A verdadeira dor veio ao perceber como eu respondi a isso, como eu permiti, como eu mesma fui o lobo mau em tantas histórias—inclusive na minha própria.
A Noite Escura da Alma não é um castigo, mas um portal. Um espelho que mostra, sem filtros, quem fomos e quem escolhemos ser diante das experiências que a vida nos trouxe. É um processo doloroso, porque nele somos obrigados a nos ver além das desculpas, além da narrativa confortável que nos permite apontar dedos.
É fácil perdoar os outros. Difícil é perdoar a si mesma.
O Ego e o Ilusionismo da Mente
A psicologia nos ensina que o ego cria uma identidade baseada naquilo que ele acredita ser necessário para sobreviver. Muitas vezes, essa identidade vem carregada de mecanismos de defesa: projeção, negação, vitimização. Tudo para nos proteger da verdade mais libertadora (e mais difícil de aceitar): ninguém nos fez nada sem o nosso consentimento energético.
A grande virada de chave acontece quando entendemos que não importa o que os outros façam, mas sim o que nós fazemos com isso. Como escolhemos reagir? Qual padrão estamos reforçando? Estamos nutrindo dor, ressentimento e escassez ou estamos ressignificando, aprendendo e transcendendo?
A resposta sempre esteve dentro de nós. O problema é que, muitas vezes, não queremos olhar para ela.
A Travessia Pelo Deserto da Alma
Após a Noite Escura, vem um outro fenômeno: o Deserto da Alma. É o momento em que tudo que antes fazia sentido perde a cor. O mundo parece uma ilusão, as motivações antigas já não sustentam nossa nova consciência. É um renascimento. Mas antes de renascer, precisamos morrer para o que fomos.
O que antes nos fazia correr atrás agora nos faz rir. O que antes nos consumia de ansiedade agora nos traz paz. O que antes parecia injustiça agora se mostra como uma lição cuidadosamente orquestrada pelo universo.
E então, chega o amor.
Não o amor romântico, condicional, que precisa de validação e reconhecimento. Mas o amor universal, o amor divino, o amor que vê todos como partes do todo.
Eu olho para mim e me amo. Eu olho para o outro e o amo. Eu olho para a vida e vejo Deus em cada detalhe.
A Psicologia do Amor Incondicional
A psicologia já nos ensina que o amor é um estado de consciência. Mas poucos conseguem experimentar esse estado em sua forma mais pura porque estão presos em feridas antigas, ciclos repetitivos e crenças que limitam sua capacidade de expandir.
Carl Jung dizia: “Até você se tornar consciente, o inconsciente dirigirá sua vida e você o chamará de destino.”
Ou seja, enquanto estivermos presos na ilusão de que a culpa está fora, continuaremos repetindo os mesmos padrões e chamando isso de azar, karma ou destino.
Mas quando despertamos para a verdade de que somos os autores da nossa própria história, algo mágico acontece. O perdão deixa de ser sobre o outro e passa a ser sobre nós mesmos. E então, finalmente, nos tornamos livres.
O Amor Que Nos Torna Deus em Expressão
Quando entendemos que o verdadeiro inimigo nunca foi o outro, mas nossa própria mente, transcendemos. Quando percebemos que somos criadores da nossa realidade, escolhemos manifestar o melhor. Quando aceitamos que todos somos um, que o todo é amor e que o amor é Deus, então experimentamos a plenitude.
E nesse momento, algo acontece: o universo responde.
Começamos a receber sinais, sincronias, milagres. O tempo se dobra ao nosso favor. As pessoas certas aparecem. As portas se abrem. O dinheiro chega sem esforço. A intuição se torna nossa melhor guia. E finalmente, entendemos que nunca estivemos sozinhos.
O amor sempre esteve lá.
Hoje é o Dia do Amor. Mas não só o amor romântico. É o dia do amor do todo. O amor de todas as dimensões. O amor de todos os tempos. O amor que nos torna livres.
Que possamos nos lembrar disso, todos os dias.
Está feito. Está feito. Está feito.
Gratidão, Universo.
Segunda-feira:
dia de renovar as energias, traças novos planos e conquistar novos objetivos.
Bom trabalho e ótima semana!
"Não sou grato a Deus pelas coisas materias que conquistei! Eu sou grato a Deus, pois ele me amou primeiro e me dá, infinitas vezes, a sua misericórdia. Isso não quer dizer que posso abusar dela, mas devo lutar para honrar tamanha graça!"
Eu acredito que em toda mulher,
mesmo na mais anciã,
permanece sempre no fundo da alma
aquela composição menina
escrita e gravada com as letras sentimentos
para a Poesia Pai.
Toda vez que o meu coração a declama
meus olhos jorram sobre o meu rosto
a mais sentida e profunda lembrança.
*Lembro do meu pai brincando e catando tatuí comigo
na Praia de Itaipu.
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