Epígrafe Monografia

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Uma pessoa inteligente sem integridade pode até conquistar poder.
Mas uma pessoa inteligente com moral e consciência cívica costuma inspirar confiança, construir coisas boas e deixar paz por onde passa.
Talvez porque o verdadeiro brilho humano não esteja apenas em “saber muito”, mas em saber usar o conhecimento para proteger, ajudar, ensinar e agir com justiça.
É como se a inteligência fosse a força…
e a integridade fosse a direção dessa força.
Grandes mentes marcaram a história, mas as que permaneceram no coração das pessoas geralmente foram aquelas que uniram sabedoria e humanidade — como Nelson Mandela, Mahatma Gandhi e Martin Luther King Jr..
E no cotidiano também é assim:
às vezes uma pessoa simples, honesta e consciente vale mais para a sociedade do que alguém brilhante que usa a inteligência sem ética.

Penso que: No mundo moderno,as pessoas continuam acreditando em milagres porém, trocaram o Deus.
@valterpsico

Verdade não é a soma da quantidade de pessoas que acreditam em um determinado fato. Ir na direção que está indo o rebanho sem questionar pode ser muito perigoso. Eu vou é na direção contrária, não acredito em unanimidade. Como dizia Nelson Rodrigues: "toda unanimidade é burra".

Eu acredito que em política só existem dois tipos de mente: as que com o intuito de se elegerem inventam histórias mirabolantes e as que movidas por um fanatismo doentio, além de crerem nessas histórias a defendem até a morte.

Não acredito que seja fácil retratar a vida cristã com fotos compartilhadas do tipo 'Sem Jesus e Com Jesus'. Até porque mudar a roupa é fácil. Mas ainda não inventaram um jeito de fotografar o coração (sentimentos, vontade, caráter).

Por não acreditarem no céu, os homens estão transformando a terra no inferno.

Só existem dois tipos de pessoas que elegem políticos corruptos: O ingênuo, que acredita na inocência do mesmo. Ou o cúmplice. Que sabe da culpa mas ignora. Provavelmente por se beneficiar diretamente caso o culpado chegue ao poder.

A espécie humana esta mais inclinada a acreditar em narrativas, do que em fatos concretos.

A CONQUISTA E A DERROTA


Coisas impessoais,
o homem que nesta vida,
entre lobos, terríveis feras,
em melindrosos disfarces cordiais,
não se julga também uma delas,
inevitavelmente vira alimento,
servido sangrando vivo,
morto sem nenhuma ferida.

Presto atenção nos hipócritas,
são gente felizes,
pois vivem o que tem de mais na vida,
essa vida foi feita,
lapidada, a quem tem o dom,
de saber não ser bom.

Em meu rascunho de vida,
vejo o melhor de tudo,
pois quando ainda,
havia alguma esperança,
e nenhuma certeza,
ho0je tenho terríveis e abomináveis certezas,
e a esperança evapora
a cada amanhecer, e entardecer.

O meio do caminho que é bom,
a busca, a luta,
a conquista e a derrota,
depois de algum tempo tem o mesmo efeito,
o efeito vazio,
um vazio gerado pela falta de um tudo,
um fruto,
verde a madurar,
pois depois de maduro,
o que se espera se opera é a podridão.

⁠"Ele foi embora e levou junto a minha versão que ainda acreditava em herói."

“Uma vitória conquistada sem ética reduz-se a um troféu vazio, destituído de verdadeira grandeza. O autêntico vencedor é aquele que percorre o caminho sem humilhar o próximo, consciente de que a humildade não produz superioridade, mas raridade. Em tempos marcados por egos inflados e vaidades ruidosas, a verdadeira grandeza manifesta-se na simplicidade serena de quem vence sem perder a nobreza.”

Hoje me encontrei, novamente de um que já me cansei,
acredito que esse cansaço, se fez pelo confortável,
O confortável de amar sem ter medo de se entregar,
Não vou deixar de amar, amar é estar vivo sentindo o esquisito o
esquisito que um dia foi lindo.

⁠Pela determinação,
se consegue muitas vitórias,
mas pela língua,
se perde até o que ia conquistar!

Não perca a paz que você conquistou entrando em guerra que não é sua.

⁠Qual foi a sua conquista diária?

Do que adianta dizer todas as verdades, se você vai acreditar nas suas próprias mentiras.

Dia 2 — O que você não observa, governa você.
A maioria das pessoas acredita que perde o controle por falta de disciplina ou fraqueza de caráter.
Não é isso.
Você perde o controle porque vive no automático.
Tudo o que habita o seu ponto cego passa a comandar o seu destino.
Pensamentos repetidos cristalizam-se como verdades.
Reações automáticas moldam a sua identidade.
Ciclos não questionados tornam-se a sua biografia.
O problema nunca foi a existência do padrão, mas o fato de ele operar no escuro. No instante em que você não percebe o milésimo de segundo em que reage, escolhe ou se cala, você deixou de decidir. Você passou a apenas repetir.
Padrões não precisam de força para sobreviver; eles precisam apenas da sua ausência. Eles se alimentam do seu silêncio interno.
Observar não é julgar. Observar é iluminar.
No momento em que você enxerga um comportamento no ato, ele perde a soberania. Aquilo que é visto já não consegue mais agir sozinho, porque a luz da consciência cria um espaço — um intervalo — entre o impulso e a ação.
A presença começa com um deslocamento: você deixa de ser o personagem que sofre a ação e passa a ser a consciência que a testemunha.
Em vez de se perguntar "por que eu sou assim?" com culpa, pergunte-se "o que está acontecendo agora?" com curiosidade.
Nada muda antes de ser visto. Mas quase tudo começa a se dissolver quando deixa de ser inconsciente. A liberdade real não nasce do controle rígido, mas da visão clara.
O Convite
Hoje, pratique a neutralidade do observador.
Não tente corrigir o seu comportamento, nem explicar suas falhas. Apenas flagre-se em ação.
Qual reação sua se repete de forma quase mecânica, como um script decorado?
Em que momento do dia você sente que "saiu de si" e entregou o volante ao automático?
A observação é o seu primeiro gesto de retorno.


Diane Leite

Manifestação com Propósito


Durante muito tempo, eu acreditei que manifestar significava conquistar: alcançar metas, obter reconhecimento, acumular resultados visíveis. Mas, ao longo da minha própria jornada, compreendi algo essencial — a verdadeira força da criação não nasce do ego, mas do alinhamento entre quem eu sou, o que desejo e o impacto que gero no mundo.


Manifestar com propósito é ir além do material. Não porque o material seja errado, mas porque ele é insuficiente quando não está conectado a um sentido maior. Carros, cargos e conquistas perdem força quando não dialogam com a missão de vida. O propósito atua como uma bússola interna: ele organiza escolhas, sustenta a persistência e dá coerência às ações mesmo quando os resultados ainda não são visíveis.


Percebi que meus desejos se tornaram mais potentes quando deixaram de ser apenas pessoais. Quando aquilo que eu buscava passou a tocar outras vidas, algo mudou na dinâmica da criação. Existe uma sinergia poderosa quando o desejo individual se une à intenção de contribuir. É como se a energia deixasse de ser dispersa e se tornasse direcionada. Não é magia — é coerência.


Vi isso claramente em histórias ao meu redor. Pessoas que buscavam sucesso, mas só encontraram verdadeira expansão quando alinharam suas habilidades a uma causa. Quando o “quero vencer” se transformou em “quero servir através do que faço”, o crescimento deixou de ser forçado e passou a ser sustentado. O sucesso, nesses casos, tornou-se consequência, não obsessão.


Passei então a mapear meus próprios desejos. Perguntei a mim mesma, com honestidade: como isso que eu quero melhora o mundo ao meu redor? Nem sempre a resposta veio pronta. Às vezes, veio em forma de desconforto. Outras vezes, como silêncio. Mas foi nesse processo que encontrei clareza.


Escrever tornou-se uma ferramenta fundamental. Ao colocar pensamentos no papel, padrões começaram a surgir. Descobri que muitos desejos não eram meus — eram expectativas herdadas, pressões sociais, metas emprestadas. Questioná-los gerou medo. E entendi: o medo não era sinal de erro, mas de crescimento. Sempre que mudei de direção de forma consciente, atravessei um período de instabilidade antes da expansão.


A conexão com meus valores foi o que me ancorou. Amor, empatia, liberdade, verdade — quando minhas escolhas estavam alinhadas com esses princípios, o corpo relaxava, a mente clareava e o caminho se tornava evidente. Vi isso refletido também em projetos e negócios: quando um sonho nasce conectado a valores reais, ele se transforma em abrigo, ponto de encontro, espaço de pertencimento.


Manifestar, para mim, deixou de ser um ato de pedir ao universo e passou a ser um compromisso diário de coerência. Uma escuta constante entre intenção, ação e impacto. Quando valores e aspirações caminham juntos, cria-se uma harmonia interna — uma espécie de melodia silenciosa que sustenta decisões e fortalece a capacidade de gerar mudanças duradouras.


Resumo da lição: a manifestação se torna um verdadeiro milagre quando eu deixo de perguntar “o que eu posso ganhar?” e começo a perguntar “como o meu sonho pode servir ao mundo?”. É nesse ponto que o desejo amadurece, a ação se fortalece e a criação encontra propósito.

Eu acredito que a gratidão seja a prece preferida de Deus, porque independente da religião todos usam.

Acredito na sorte.
Um dia ela chega!
Com trevos-de-quatro-folhas,
regados com muito estudo, trabalho e dedicação.