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Algumas pessoas me amam, outras tantas me odeiam. Acredito nas que me odeiam, o ódio de onde quer que venha é sempre verdadeiro.

É preciso ter mais fé para acreditar que o mundo e o universo são obras do acaso do que acreditar que tudo é obra de um Deus soberano

A única conquista que atravessa a morte é a salvação.
A única coisa que levamos desta terra é a nossa alma.


miriamleal

⁠As melhores coisas são conquistadas no caminhar.

Nossos sonhos são portas abertas para a conquista.


Do livro "Entrelinhas"

Esquece o que passou de ruim.
Perdoa quem te magoou.
Segue acreditando que tudo vale a pena, que sua alma não é pequena e que sua luz brilha mais forte e que você consegue iluminar qualquer escuridão.
Não deseje o mal para ninguém e o bem estará sempre presente na sua vida.
Deus abençoe sempre você 🫵


Amém!

Acredite!
"Não há um só dia que Deus não cuide de você!"
Ele te protege! Te ilumina! Te guia!
Ele é contigo!

Bom dia! 🌺

*"Cada desafio é uma chance para aprender e evoluir.
Acreditar no seu potencial, agradecer o presente e ter fé no futuro.
A vida é uma jornada cheia de altos e baixos, mas a maneira como você encara os desafios faz toda a diferença"*

O "Mágico" é apenas uma projeção. Uma versão de nós mesmos que acreditamos que existirá lá: uma versão sem problemas, sem ansiedade e sem tédio. Mas em qualquer lugar do mapa, haverá boletos, fofocas e dias nublados

✎ᝰ. Você vai perdoando, acreditando na mudança do ser humano e nas boas intenções das pessoas, e vai colocando a culpa no tapete que eles te puxam. 🚿⊹ ࣪ ˖🕰️୭˚. ᵎᵎ🗝️

Honra não é algo que se impõe aos outros, mas que se conquista por postura e atitude

⁠Quem escolhe acreditar no que lhe convém, se arrisca em viver só de mentiras. Por um lado é bom, porque são menos nocivas que as convicções.

Sou religiosa e acredito que o meu anjo da guarda sempre me ajuda nas adversidades.

Segue seu caminho com coragem silenciosa, conquistando o impossível com determinação.⁠

Eu acredito na cura das dores, de todas elas, até as mais profundas. Você não é seu sintoma, seus traumas não te definem. É no amor que a vida acontece.

Mergulhar é decidir afundar acreditando que o corpo ainda lembra como voltar. Há um segundo em que o ar falta, o peito arde, a cabeça avisa que talvez seja demais. E mesmo assim, fica-se mais um instante. Não por coragem, mas por curiosidade. Depois, o impulso antigo reaparece, o corpo sobe, o ar entra desajeitado, e respirar volta a ser um milagre banal. Toda transformação começa assim: um quase-afogamento seguido de reaprendizado.

Tenho vivido o estado estranho de não ser mais quem fui. Um auto-estranheirismo. Há dias em que me entristece não dar conta do que antes era fácil. Coisas que fazia sem pensar agora exigem pausa, cuidado, negociação interna. É como acordar numa casa que sempre foi sua e precisar de segundos para lembrar onde fica a cozinha. Isso dói, porque a memória do que fui ainda mora em mim.

Mas há também prazer: descobrir habilidades que não existiam, aprender com o espanto de quem começa do zero. Errar sem arrogância. Esse estranhamento não é ruptura, é transição. Caminho por ele com angústia e curiosidade. Nem sempre sei quem sou hoje, mas começo a desconfiar de quem posso me tornar.

Talvez amadurecer seja suportar a tristeza do que não somos mais sem apressar a alegria do que ainda não sabemos. Permanecer nesse intervalo instável, onde o desconforto ensina e a surpresa salva. Aceitar que não reconhecer a si mesmo também pode ser sinal de que a vida está funcionando.

Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.

Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.

O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.

Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.

Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.

No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.

Não acredite em ilusões que as pessoas lhe proporcionam.

⁠Ignorância é isto!!!
Refutar por refutar ou acreditar por acreditar...
E não entender nada ou compreender nada!!!
Simplesmente crer ou não crer por especulação e empatia pessoal infundada...

⁠"Quem não tem referência, acredita que tudo que faz é certo."