Epígrafe Monografia
O tempo é tão poderoso. Ele trás felicidades, amores, conquistas, orgulho. Só que ele passa, e leva tudo com ele.
Eqüilibrio
.
Pense o que quiser, não faz diferença se você acredita ou duvida das minhas palavras. O que faz diferença é a idéia que você faz de sí mesma.
Não estou aquí pra convencer você. Não sou dono dos seus conhecimentos, do seu amadurecimento.
Estou falando de coração, das coisas que aprendí, das coisas que eu ví e vivi, na intenção de que elas sejam úteis pra vocês, pra vocês pararem de tatear neste mundo feito cegos e acordarem para as leis da vida.
Estou cumprindo a vontade de Deus que fala no meu coração, que me diz:
- Calunga, vai lá! Abre os olhos das pessoas! As pessoas estão naquela dor e sofrimento sem saber que existe saída, sem saber que tem remédio; lutando com a dor, entrando em desespero. Vai lá, Calunga, mostrar pro povo!
E eu fico tentando mostrar pras pessoas esse caminho, desfazendo as ilusões sobre sí mesmas, porque desde que ela se reconheçam como luzes, fica mais fácil entender a luz de Deus. Não é fácil falar da cor aos cegos, da música aos que são privados da audição. Mas essa cegueira e esta surdez não é física: é mental, é das idéias erradas que vocês acalentam, acreditando no mal e na mesquinhez, nas posses materiais e no prestígio, na justiça do castigo.
O Cristo dizia: aquele que tiver olhos de ver, veja.
Porque vocês têm olhos interiores, mas ignoram o que eles enxergam, não querem se render pras realidades superiores, pros mecanismos da harmonia universal trabalhando incessantemente.
E se agarram à vida da matéria como se fosse o seu salva-vidas. A vida só da matéria é parecida com a morte, com a morte de tudo que temos de melhor em nós.
A vida se sustenta nos dois princípios que a tornam possível: o da matéria e o do espírito.
Neste eqüilíbrio você caminha, neste caminho estreito, que é o caminho do Reino de Deus em nós.
“Ninguém entende tudo, a maioria das pessoas vivem buscando certezas, mas eu sempre acreditei que o certo é a gente não saber de tudo, só o necessário. Saber de quem a gente gosta, quem a gente quer, quem a gente ama, com quem vale a pena dedicar o tempo, saber em quem a gente confia e vale a pena ter ao lado. Se você souber isso, você já sabe muito. Não adianta procurar palavras pra explicar o desnecessário, não adianta decorar um dicionário inteiro se você não souber quando usar cada palavra. Você não precisa da verdade completa, você só precisa saber do que tem, e do que será seu. Infelizmente, diferente de como muitos poetas dizem, o amor acaba, sim, ele acaba se não for cultivado e cuidado, então, cultive-o, mas o cultive na pessoa certa, em quem você deseja ter por perto. Você tem sempre que ficar atenta aos sinais do coração são eles que te guiam pra felicidade, e se você fugir, você se perderá, então leve quem você ama e faça desse caminho a estrada certa. Nunca viva um eterno ontem, estabeleça um compromisso com o futuro, recomece um milhão de vezes se for necessário, mas recomece. Faça escolhas, nunca desista de tentar, tendo em mente o essencial, recomece ou continue se for o caso, mas prossiga, você não precisa saber do que acontece no universo, só precisa entender o que acontece dentro de ti.”
Para aqueles que acreditaram no fim do mundo e para aqueles que não acreditaram: nosso mundo acaba várias vezes no espaço de uma vida. Mas sempre temos a chance de recomeçar, dando outros sentidos para as marcas que carregamos, sentidos que nos permitam criar novas versões de nós mesmos ou pelo menos olhar para a atual com mais generosidade. Um dia, porém, o meteoro chega. E chega para todos, sem que nenhum de nossos tremendos esforços e vastas ilusões seja capaz de mudar o final.
São muitos os pequenos fins de mundo – e desconfio que os grandes apocalipses nos distraem dessa verdade, como tantas outras manchetes em neon que nos cegam dia após dia. É um pequeno mundo que acaba quando já não podemos contar com a ignorância que nos fazia viver como se houvesse sempre amanhã. É um pequeno mundo que acaba no primeiro cabelo branco ou na primeira queda, na primeira ruga ou na primeira dor na coluna. É um pequeno mundo que acaba no momento em que percebemos que já não seremos bailarinas clássicas ou jogadores de futebol ou escreveremos o romance que mudará a história da literatura universal ou faremos a descoberta que nos levará ao Nobel – no exato instante em que descobrimos que precisamos adaptar nossos grandes planos. (...)
A cada um desses pequenos apocalipses temos a chance de recomeçar. Partidos, aos pedaços, às vezes colados como um Frankenstein de filme B. Enquanto o meteoro não chega há sempre um possível que podemos inventar. Se os anúncios de fim do mundo servem para alguma coisa, além de fazer piadas e encher os bolsos de alguns espertos, é para nos lembrar de que o mundo acaba mesmo. Não em apoteose coletiva, com dia e hora determinados, mas na tragédia individual, sem alarde e sem aviso prévio, que desde sempre está marcada na vida de cada um de nós.
Meus votos de Natal e Ano-Novo pós-apocalipse são: não adiem os começos, porque o fim já está dado.
São os detalhes que mudam nossas vidas e contróem nossa felicidade, portanto, acredite na beleza dos seus sonhos e lute.
Já desprezei muita gente importante na minha vida porque acreditei demais no que sentia. E mesmo que meu sentimento não correspondesse ao que eu conhecia da realidade, eu o elegia como minha verdade. Por razões mesquinhas e vergonhosas, permiti que o sentimento do momento me fizesse esquecer o que eu realmente sabia sobre o outro. Desprezei por motivos pequenos pessoas que eu já havia reconhecido grande. A razão? Elegi a ira do momento como verdade absoluta. Permiti que o desapontamento momentâneo prevalecesse sobre as historias bonitas que já havia experimentado ao lado daquela pessoa.
A prevalência do sentimento sobre o conhecimento me fez perder muita gente interessante. Tenho tentado mudar. Ainda que a duras penas, preciso assimilas essa sabedoria. Nem tudo o que sinto é verdadeiro. A vida não pode brotar semente de minhas sensações. Preciso equalizar o que sinto com o que sei. É uma questão de Humanidade...
Eu queria acreditar menos nas promessas que as pessoas fazem, e acreditar mais nas promessas que eu me faço.
No íntimo todas as pessoas são frágeis e sensíveis.
Não acredito que a idade ou a experiência façam muita diferença.
Até as pessoas mais grosseiras carregam no seu interior
sentimentos de ternura e emoções do coração.
É por isso que, nos relacionamentos,
as pequenas coisas são as grandes coisas.
A Quimera do Amor,
Eu descrevo nosso amor como uma tarefa inglória, sem o charme de uma conquista constante, sem o glamour das promessas, só com o lado obscuro da despedida que antevê sempre sufocado no silêncio de palavras que nunca serão ditas, ficam lacunas, hiatos de vontades não realizadas e de quimeras que lentamente se apagam quando confrontadas com a realidade, e que irá a qualquer momento se retirar de forma sábia para hibernar quando não puder mais viver com restrições.
Viva a realidade sem medo
Sonhe alto sem exagero
Acredite para continuar seguindo
Siga alguns exemplos sem se apegar
Cada um tem o seu sonho para traçar
Saiba ter paciência para esperar
Não sinta vontade de ter o do outro
Queira buscar o seu lugar com esforço
Não desista no meio do caminho
Você é capaz!
Solteira, sim! Sozinha também! Por opção? Sim! Acho que estou na década errada, por acreditar que contos de fadas ainda possam existir, por não aceitar ser apenas mais uma de uma lista ou viver em triângulos amorosos, por entender que o meu valor quem determina sou eu. Daí uns dizem: vai esperando, homem está difícil, tu escolhe demais, vai ficar para titia, dentre outras coisas! Sinceramente, isso não me preocupa. Não estou desesperada, não procuro, pois não perdi nada, haverá um encontro, sim, que já está marcado, mas não por mim, pois o tempo não me pertence. Vivi muitas mentiras, onde a única coisa que existia de verdade em cada uma delas era o meu sentimento. Hoje eu quero viver apenas uma verdade. Enquanto esta não aparece, eu vivo e vivo bem, pois se for para estar acompanhada e infeliz, quero continuar sozinha, solteira e feliz. Como irei reconhecer o que virá para ficar? Afinal, ninguém vem com rótulo, não é? Pois bem, existe um segredo chamado intuição e toda mulher sabe usá-la bem, reconhecendo quem é quem, o que lhe convém, o que não faz bem e o que verdadeiramente lhe faz bem e quer bem. Se engana quem quer. Passei dessa fase.
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