Epígrafe de Livro
Se você pode segurar as estrelas no lugar, você pode segurar meu coração também.
Sempre que eu cair.
Sempre que eu começar a quebrar.
Existimos para benefício, glória, propósito e prazer de Deus.
A tristeza é como estar desabrigado no inverno
e não poder contemplar cor nenhuma,
nem um brilho de estrelas.
O fingimento não pode ser para sempre, uma hora ele tem que acabar. Não vale a pena viver a vida de fingimentos, mesmo que se mostrar a verdade você seja pisoteado e incompreendido. Ainda assim vale a pena mostrar a verdade.
Se quiser inspirar alguém, conte sua trajetória. Mas, se quiser transformar essa experiência em legado, escreva um livro!
Em verdade, a terra é bela; e tudo quanto há sobre ela é belo também. Mas há um reino além de tudo o que vós vedes, e lá eu reinarei. E, se tal for a vossa escolha, e tal for realmente o vosso desejo, também ireis lá reinares comigo. Meu reino não é da terra. Meu reino será onde dois ou três de vós vos encontrardes em amor, e em admiração pela beleza da viva, e em alegria, e em memória de mim.
Leia, e não tente traduzir nada...
Leia, e exercite a mais ingênua e maliciosa fantasia,
que se refugia dentro de você.
Leia, e pratique o que imaginou!
Tente olhar para o decote, mas não tente saber o que tem além dele...! Isso é Decote Poético, e esse é meu livro!
Decote Poético é uma antologia de obras que fiz ao longo de 40 anos. Versos simples que tratei de misturar entre o lúdico real e a acidez imaginária. Casos que dão vida a estações pessoais, bem como, pulverizam o meu imaginário mais sigiloso!
Até o mais fino brilho muda,
Como o sentimento de um amante,
Assim como muda o superficial,
Até o mais profundo,
Há mudança redundante.
Tenho um filho em outra terra,
Foi um amor sem passaporte,
Quando o suor fecunda o solo,
A semente não pergunta,
Brota e expurga a morte!
“Sou a Amy e tenho um segredo para lhe contar. Não sei se devia dizer assim, agora, logo de cara. Talvez seja melhor esperar um pouco”.
Amy no início de O Sonho Verde
“Talvez eu devesse estar preocupada com o que ele vai pensar de mim, nos conhecemos há tão pouco tempo, mas não penso mais nisso, me sinto à vontade com ele e acho que se for para ele gostar de mim de verdade, que seja pelo que eu sou”.
Amy no livro O Sonho Verde
Observando meu próprio caos emocional é que entendi mais uma ferramenta: a dor nos destrói ou nos constrói. A maioria das pessoas usa a dor para se punir, se diminuir, se isolar. Quanto a mim, usei-a como minha doce mestra para procurar o mais importante de todos os endereços, um endereço que poucos encontram: dentro de mim mesmo
Se a sociedade o(a) abandona, a solidão é surportável; mas, se você mesmo se abandona, ela é intolerável.
