Epígrafe de Livro

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Ler um livro é viajar, é sonhar, é amar, é lar...

⁠A vida é um livro, então, vire você mesmo as páginas.

Quando Deus decidiu se revelar à humanidade, o que foi que Ele usou? Um livro? Uma igreja? Um código moral? Não. Limitar a revelação de Deus a uma lista fria de “faça” e “não-faça”.
Quando Deus decidiu se revelar, ele o fez por meio de um corpo humano. A mão que tocou o leproso tinha sujeira embaixo das unhas. E suas lágrimas – não perca de vista as lágrimas – vieram de um coração tão quebrado quanto o seu ou o meu tenha sido. Pessoas foram até ele. Tocaram nele. Seguiram ele. Ele se recusou a ser uma estátua numa catedral ou um pastor num púlpito elevado. Invés disso ele escolheu ser Jesus.
Lembre-se disso a próxima vez que você se surpreenda com suas próprias derrotas. É o homem que cria a distância. É Jesus que constrói as pontes!

Agora vou correr atrás do futuro, o passado é só um livro velho de páginas amareladas. Não vale a pena chorar por quem ficou para trás, uma vez que quem permanece caminhando é quem tem as mãos limpas e o coração puro. É tempo de acender luzes, luzes que iluminem o meu caminho, e o caminho daqueles que andarem comigo. A história não acabou, ela recomeçou, com novas cores, nova vida e novo brilho, assim como vivo e brilhante é o novo amanhecer.

IMPORTÂNCIA DA LEITURA


Nada é mais importante
Quando se lê por prazer
Um livro é o passaporte
Faz a gente crescer
A leitura nos acalma
É o melhor lazer.


O doce sabor da leitura
Quem gosta dar valor
Traz histórias incríveis
Quem sabe bem é o leitor
Viaja nas aventuras
Descreve bem o amor.


Uma tarde numa rede
Um bom livro na mão
Nos leva a qualquer lugar
Viaja na imaginação
Cada página bem lida
Afaga o coração.


Não importa a leitura
Seja romance ou poesia
Até lendo um jornal
É uma boa terapia
Sou leitora apaixonada
Lê é a melhor alegria.


Irá Rodrigues.

Para quem gosta de ler um bom livro nas mãos, tempo e distância são investimentos.

Conte para seu bairro a história de Jesus e será registrado o seu testemunho no Livro da Vida.

Leia de tudo, mas nunca deixe de ler o livro mais lido
do mundo -- a Bíblia.

Entre amigos e conselheiros, escolho um para preencher todas as horas: o livro.

UM PRETEXTO CHAMADO LIVRO


A casa de esquina parecia abandonada, mas não estava. Apenas vamos chamar de silêncio aquilo que sobra quando as pessoas vão embora. Foi ali que Lázaro, aos trinta anos, parou o carro num sábado de sol em brasa, em Cuiabá. Vendedor da Barsa, trazia na mala enciclopédias e, sem saber, também carregava destinos alheios. Tocou a campainha com cuidado, como quem não queria acordar lembranças. O homem que abriu a porta era viúvo. A solidão morava nele sem pedir licença. Não havia brinquedos no quintal, nem vozes nos corredores, nem pressa alguma para o futuro. Tudo indicava que aquela casa não precisava de livros. Ainda assim, Lázaro entrou. Falou da Barsa como quem fala de permanência. Disse que ali estavam respostas para perguntas que nem sempre eram feitas. Que os livros resistiam ao tempo, às ausências, à poeira dos dias. O senhor escutava em silêncio, olhos pousados em um ponto distante da sala, talvez no passado. A venda aconteceu sem celebração. Apenas aconteceu. Como acontecem as decisões importantes. Depois, o suco de caju. Doce, fresco, quase uma gentileza antiga. Entre um gole e outro, o senhor confessou o motivo da compra. Tinha netos, mas os via pouco. Talvez, disse ele, os livros servissem de pretexto. Um motivo legítimo para que eles voltassem. Para que a casa voltasse a ter passos, perguntas, risos espalhados pelo chão. A Barsa não era sobre pesquisa. Era um chamado.
Lázaro saiu entendendo que a solidão faz as pessoas criarem armadilhas delicadas para o amor: uma coleção de livros, uma mesa posta, uma desculpa bonita para não desaparecer sozinhas.


A solidão ensina que pessoas não compram coisas por necessidade material, mas por esperança, criando gestos e pretextos para trazer de volta quem o tempo afastou, tentando transformar silêncio em presença.

⁠As vezes...
só pego um livro,
fujo pra beira do mar,
me esvaziar,
me libertar,
dos demônios que me habitam.
E quando volto,
pra casa
lá eles estão,
todos os demônios
que expulsei.

Quando pegamos um livro emprestado de alguém, é como sentir a dor do outro. E perceber que todo leitor é triste.

Te olhar foi como abrir
Um livro que eu quis viver
Cada linha com você
Me ensinando a renascer - Frase da música Algo Incrível do dj gato amarelo

O Livro de Receitas do Desastre Nacional!

Na terra onde o cinismo se fantasia de lei,
E a política tem como característica maior a corrupção,
Ergue-se o templo de uma suprema corte, oh, rei!
Com postos de ouro maciço, sem livre eleição.
Que doce ironia, que farsante teatro nos seduz:
Ministros de uma suprema corte jamais poderiam ser indicados por políticos."
Mas a regra da nação, essa que a alma seduz,T
ransforma o óbvio em mito, em refrões proféticos.Pois "Isso é a receita para um desastre!", brada a voz sensata,
Enquanto o cozinheiro- mor sorri com o livro na mão, Cozinhando a ética em fogo brando, numa panela ingrata,Onde a verdade é tempero dispensável à nação.
"Como pode?", pergunta a plebe, em coro desafinado,
Que um corrupto condenado - figura vil e nefanda "e completamente ignorante e sem o mínimo de caráter" ungido, Tenha a chave do cofre, a prerrogativa que o desmanda!
De "indicar comparsas para ocupar cargo de ministros da justiça.
"Um circo de compadres, uma corte de escudeiros,Onde a toga, outrora símbolo, se curva à astúcia,
E a lei se faz flexível aos caprichos dos celeiros.
Ah, "Usar o nome justiça para o poder judiciário é um erro."
Uma "eresia" na certa, um pecado de vocabulário,
Pois "a 'Justiça' não faz justiça em nosso país", eu o venero,
Neste palco de sombras, neste vasto e caro santuário. Ministros da justiça são funcionários públicos, eu decreto,
E deveriam ser, que ultraje!, "concursandos", plebe rude e leal,
Sem o beijo do poder, sem o pacto secreto,
Apenas mérito frio e um currículo legal. Mas o jogo é jogado onde a luz é pouca e a névoa densa,
"Em um país onde a grande maioria do povo não tem educação,"
E carece de faróis, de um senso, de uma recompensa, "muito menos discernimento de assuntos importantes,
"E nessa lacuna da mente, nesse vazio profundo e lento,
O poder se instala, a máscara cai e a farsa se desfaz,
E "a ditadura domina", silenciosa em seu intento.
Nas páginas dobradas que o povo, cego, jamais traz.
Ahhh...Sussurras com a calma da mentira bem contada,
"Aqui nunca vai ser uma ditadura!"
- Que graça!
Que ironia!
Não... Meu caro,levante os olhos, a fogueira está acesa e guardada.
"Você já está vivendo nela só ainda não sabe." É a eterna melodia.
"Não se deu conta!"
Que a corrente é invisível, de veludo, e o nó é sutil.
E quando o sono acabar, o pesadelo se faz realidade,
"E quando você abrir os olhos já é tarde."
O fim é fútil.
"Talvez um dia você entenda, más é improvável!"
- Assino com a posteridade...

O objetivo de ler um livro é, de forma eficaz, aumentar o seu conhecimento acadêmico, intelectual e alcançar o seu crescimento e desenvolvimento espiritual.

Faça boas leituras na Palavra de Deus: é melhor do que um livro de autoestima.

⁠Leia um bom livro e ponha as suas lições em prática, que vão dar tão certo quanto a matemática.

Às vezes as coisas mudam. O prólogo acaba virando o livro.

No livro da vida há cartas de intenções, às vezes boas ou más.

⁠Aos amados leitores de livros: toda vez que você pega em um livro para abrir a sua inteligência, escolhendo o que lhes é útil, produtivo, edificante e atrativo, vocês conseguem se divertir, se relaxar, aumentar o seu vocabulário, se relacionarampliar a sua compreensão humana, ser cheio de novidades, informações e conhecimentos, etc., além de exercitar o seu cerébro para novos hábitos e desafios, apenas revisando o que aprendeu para exercer ou praticar todos os dias estes e outros respectivos ensinamentos.