Envelheca Comigo o Melhor esta por Vir

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Saber falar é bom, saber ficar calado é ainda melhor!

A Melhor Companhia

Considero saudável estar só na maior parte do tempo. Estar acompanhado, mesmo pelos melhores, cedo se torna enfadonho e dispersivo. Adoro estar só. Nunca encontrei um companheiro tão sociável como a solidão. Estamos geralmente mais sós quando viajamos com outros homens do que quando permanecemos nos nossos aposentos. Um homem quando pensa ou trabalha está sempre só, deixai-o, pois estar onde ele deseja. A solidão não é medida pelas milhas de espaço que separam um homem e os seus congêneres.
O estudante verdadeiramente diligente de um dos enxames da Universidade de Cambridge está tão solitário como um dervixe no deserto. O agricultor pode trabalhar sozinho no campo ou nos bosques durante todo o dia, mondando ou podando, e não se sentir solitário porque está ocupado; mas quando chega a casa, à noite, não consegue sentar-se numa sala sozinho, à mercê dos seus pensamentos. Tem que ir onde possa «estar com as pessoas», distrair-se e ser compensado pela solidão do seu dia; e, assim, interroga-se como pode o estudante estar só em casa durante toda a noite e grande parte do dia sem se aborrecer ou sentir-se deprimido. Mas ele não entende que o estudante, se bem que em casa, ainda está a trabalhar no seu campo, a podar os seus bosques, tal como o agricultor o faz nos seus e que, por seu turno, procura a mesma diversão e companhia que este, embora eventualmente de uma forma mais condensada.
Ouvi falar de um homem perdido na floresta e a morrer de fome e de exaustão ao pé de uma árvore e cuja solidão era aliviada pelas visões grotescas com que, devido à fraqueza física, a sua imaginação doente o rodeava, e que ele acreditava serem reais. Assim também, graças à saúde e à força física e mental, podemos sentir-nos continuamente animados por uma companhia semelhante, se bem que mais normal e natural, e chegarmos à conclusão de que nunca estamos sós.

O melhor de viajar não é ganhar, é perder. E o que de melhor se perde, em viagens, é o eu.

Por mais que seja burrice, ou até mesmo chamem de egoísmo, ás vezes eu me sinto melhor sozinha. Me sinto melhor comigo mesma. Porque as pessoas não medem esforço pra me machucar, elas nem se importam.

Vulgaridade, palmas pra você! Nem o melhor cirurgião plástico conseguiria consertar o estrago que você faz numa linda mulher.

E mais uma noite vou dormir com você na minha cabeça. Mas convenhamos que seria muito melhor você do meu lado, por cima, por baixo, ou de conchinha comigo.

⁠A vida começa a cada novo dia que amanhece...
Que o hoje seja sempre o seu melhor dia!

Às vezes é melhor não possuir amigos, seres humanos te descartam como lixo quando você já não serve ⁠mais para os interesses dele, então, se for para ter amigos falsos, é melhor não possuir nenhum.

Melhor nunca significa melhor para todos. Sempre significa pior para alguns.

O melhor da vida é estar bem consigo mesmo e com pessoas especiais em nossa volta.

Ao ensinar, o verdadeiro professor enxerga o aluno no futuro sendo maior e melhor que ele.

Melhor é uma breve guerra e o descanso eterno do que a falsa paz e o tormento eterno.

C. H. Spurgeon
Morning and Evening (2013).

Trago em mim todas as cores,
cada uma retrata o que há de melhor em mim,
esboço um sorriso nos dissabores
e a vida se segue mais amena assim!

'Ora', disse o Dodô, 'a melhor maneira de explicar é fazer'.

Me desculpe! Amar você não estava nos meus planos, mas foi a melhor coisa de que me aconteceu...

Se você não consegue se livrar do esqueleto da família, é melhor que você o ensine a dançar.

Cada um se veste com o traje que melhor lhe cai bem, o da hipocrisia, o do preconceito, o do falso puritanismo...
Já eu prefiro vir nu, sem traje algum...

Em tempos que prevalece a futilidade, é melhor seguir nossos caminhos valorizando nossos princípios.

Cometi erros irreversíveis

Eu tinha a necessidade neurótica de mudar quem amo, tinha a melhor resposta para tudo, tinha tudo ao meu tempo, era do tipo “bateu-levou”, decepcionei muita gente com quem convivi, gritava enquanto o outro se calava, fiquei desorientada demais em cima do meu eu.
As experiências negativas me marcaram profundamente, afastei de mim pessoas excelentes, perdi apoio, abafei os beijos, os elogios, o encorajamento. Comecei a ter fobia de relacionamentos, pânico de sofrer, raiva de casais felizes, rejeitava o fato de estar sozinha por consequência das minhas atitudes.
Discriminava casais que não combinavam no meu soberbo julgamento, debochei de quem vivia de aparências, fui agressiva com quem me deu amor, ofendi publicamente quem estava ao meu lado, humilhei sem medidas, traí, precisava ser forte e grosseira para abafar meu complexo de inferioridade.
Não conseguia entender a falsidade que rodeava os relacionamentos, as crises que fazem perder a sobriedade, a pessoas que se afastam da família e dos amigos e nem parecem as mesmas pessoas, a falta de generosidade ou a generosidade em excesso.
Os amigos de infância que partiram para nunca mais voltar, ué, será que eu estava certa e o mundo inteiro errado? O processo de autoanálise é complexo, eu tinha um quê de superioridade que dificultava tudo.
Eu precisava aprender a amar de verdade, eu precisava que alguém me chamasse para uma conversa franca, apontando os traumas que me fizeram desse jeito, eu estava cheia de relacionamentos saturados de atritos, mas eu não fazia o menor esforço em evitá-los.
O pior de tudo é que eu me sentia bem comigo mesma, era radical, mas precisava falar e agir como penso, excluía pessoas da minha vida segundo meus julgamentos, não me esforçava para agradar, acolhia com alegria quem eu admirava, apostava em quem só me fazia mal e não respeitava minha intuição.
Cobrei e exigi de pessoas que não estavam preparadas, nem tinham nada a me oferecer, eu com a minha mania de achar que as coisas insignificantes iam se transformar em extraordinárias.
Tinha ideias fixas por controle, não superei os traumas das rejeições e traições, não acreditava em segundas intenções, eu sempre me doei totalmente sem perceber os riscos, estava presa emocionalmente, tinha medo de perder quem eu nunca tive de fato, um sentimento de culpa que me invadia e me dava à certeza de ter feito tudo errado outra vez.
Eu era responsável por fazer os outros felizes, mas por viver em crises profundas, uma necessidade em estar certa, uma educação desequilibrada, eu não tinha nenhuma vantagem em ser assim.
Fui insegura, ansiosa e eu não entendia nada de mim mesma até que descobri a força da palavra: Equilíbrio.

Quando mergulhamos de cabeça em nossos objetivos, o resultado é sempre o melhor.