Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Não me julgue pelo que tenho desdenhando a minha embalagem, se não conhece o meu conteúdo não compreenderás as minhas capacidades;
Julgar não é a saída, não é o início, meio, mas com certeza será o seu fim, sou a dinâmica de quem me tem paciência da esperança;
Não me julgue teimoso por insistir no que já tenha tomado uma decisão, em um tanto indeciso;
Deixe-me viver o teu sonho, deixe-me ser o teu sonho para que eu possa ser a realidade de uma bela felicidade a ti;
Não julgue minhas atitudes, pois se não tem atitudes melhores, que honre seus julgamentos ficando em silêncio;
Não me julgue pelo o que seus olhos enxergam, pois não há recompensas para as palavras desordenadas;
Somente para o amor que desvirtua o caminho da dor sem pedir, por favor, a quem não sabe onde pôr;
Portanto não sou poeta, nem romântico sou, sou apenas um homem lúcido que foge do dom do que realmente sou;
Não sejas tão contraditório, se não tem quem se interesse por suas demandas, não julgue sem motivos e razão;
Escute as mais sinceras palavras poéticas, não a julgue! Ela somente cria possibilidades de ser, querer!
Abre todas as trancas, acredite! Pode sim adentrar por dentro de qualquer coração;
Não julgue o meu coração descrente que joga com as fichas quentes...
Meu fluxo segue o seu caminho sem medo do escuro;
Não julgue quando não tem o que falar
Não critique quando não tem o que opinar
Não ache quando não tenha certeza
Por que quando dói, não é em você tamanha tristeza;
Ele se desespera em meu oceano
Mas as coisas estão calmas para mim
Pois logo será o fim, eu posso ver o final disto
Ele está com medo, para ele as ondas estão fortes de mais
Mas para mim, nunca esteve tão suave
Isso tudo logo acabará, não tenha medo
Eu esperei tanto por este momento
Quantas tempestades já ocorreram
Quantas vezes me afoguei, não conseguia respirar
Mas agora eu não preciso mais de ar
Tudo se acalmará, o céu está se abrindo
Eu posso sentir o frio dos céus chegando
Há tempos que em que tudo ficava agitado demais
Ondas demais, falta de ar
Eu não conseguia, não podia gritar
Não podia fugir, pois este mar sou eu
Está em minha pele as vezes quais tentei escapar
O meu querido oceano vermelho
Quase todos aqueles que já navegaram
Se perderam em tempestades
Quase todos voltam feridos para a casa
Nenhum pode aguentar as grandes pancadas
Não tente mais uma vez, já foi o suficiente
As ondas não diminuíram
Ele é o quase de tudo isso, navegando bravamente
Conhecendo cada canto do oceano
Mas ele não esperava mudanças, o mar está mudando
Ele ainda age no antigo mar, logo morrerá se continuar
Pobre marujo, abandone suas técnicas
Apenas não faça nada, abandone o navio, volte para casa
É, as ondas estão parando
Estou dando meu adeus, está tudo bem
Apenas acene de volta, isso tudo foi um sonho
As riquezas que encontrou, apodrecerão com o tempo
Respire fundo, tudo isso acaba agora
Volte para casa, o oceano está morto
“Um dia me disseram que quem ama de verdade nunca desiste, acho incorreta essa frase, quem ama de verdade desiste sim, mas não deixa de amar. Quem ama de verdade não consegue encontrar a felicidade em outro alguém, mas aprende a viver sorrindo mesmo estando incompleto. Quem ama de verdade nunca esquece o toque, o olhar, e os momentos vividos com aquele que se ama. Quem ama de verdade não deixa de amar não importa o tempo que passe, apenas espera que o tempo resolva tudo, e acredita na filosofia de que o que tiver que ser será”
