Entenda como Quiser So Nao me Julgue
“Ao contrário do que afirmam as polêmicas burguesas e liberais, a ideia do guerreiro não pode ser reduzida ao materialismo, nem é sinônimo de exaltação do uso brutal da força e da violência destrutiva. Pelo contrário, o desenvolvimento sereno, consciente e planejado do ser interior e um código de ética; amor à distância; hierarquia; ordem; a faculdade de subordinar o elemento emocional e individualista de si mesmo a objetivos e princípios mais elevados, especialmente em nome da honra e do dever - esses são os elementos do guerreiro ideia, e eles agem como as bases de um “estilo” específico que se perdeu em grande parte."
Não estou à procura de nada. A gente não procura, encontra. Uma das coisas que me agrada na vida é a imprevisibilidade do futuro. Claro que é aborrecido se o futuro for desagradável. Mas enquanto houver futuro, a nossa vida tem um sentido, e uma razão.
Não sou uma pessoa muito alegre. Sou introvertido. Fechado. Cheio de dúvidas. Não me é fácil viver comigo. Parece que estou sempre em guerra civil.
Quando se critica, estamos a julgar. Se julgarmos já não compreendemos, porque julgar implica condenar ou absolver.
Ah! Zeus! Por que deu às criaturas humanas recursos para conhecer se o ouro é falso, e não depositou no corpo dos homens marcas que nos deixassem distinguir os bons dos maus?
... a alcançada
maturidade comprova que
o primordial da vida não é vencer -
porém,criar lastros de amorosidade e
autodomínio que nosjustifiquem
diante 'Daquele' que nos
concedeu achance de
viver!
Na vida, não importa o quão duro ela bate, mas sim o quanto você consegue aguentar e seguir em frente.
Fragmentos de Emoção
Escrevo estas palavras
porque não encontro voz
para dizer, pessoalmente,
o que sinto por você.
Escrevendo,
me expresso melhor
do que falando,
mesmo que, às vezes,
as palavras me faltem —
tanto ao pensar quanto ao falar.
E é com estas palavras imperfeitas
que tento te mostrar tudo o que sinto.
Cada letra carrega
um pedaço do meu coração,
cada frase é um gesto silencioso
de quem te admira profundamente.
Mesmo que eu nunca consiga
dizer tudo com clareza,
quero que sinta
o que palavras não conseguem conter:
o meu afeto,
a minha atenção,
o meu desejo de estar perto de você,
mesmo nos silêncios.
Quando a gente ama uma pessoa de verdade, não existem essas dúvidas. Não faz sentido ficar questionando um relacionamento.
Olá, quem é você?
As lembranças dos dias que vivi já não me visitam.
A dor que ardia e pesava em minha alma já não me habita.
Os sentimentos impulsivos que me dominavam adormeceram.
Os desesperos noturnos da solidão em mim se extinguiram.
Os cheiros que despertavam desejos já não me incendiam.
Os sustos das casualidades da vida já não me surpreendiam.
O amor que quase me matou há muito tempo se apagou.
E, da vida outrora cheia de sonhos vãos, a esperança se calou.
O arrepio da pele já não conversa com a alma.
O coração acelerado não mais sufoca — acalma.
O frio, que se adaptou a mim, repousa sobre a pele.
E a mente que transbordava desvarios hoje à razão se atrele.
Não perdi os sentimentos, nem os sentidos, tampouco a vida.
Apenas silenciei a sensação de cada um, para que, em equilíbrio, os dias sigam
Pela sombra estéril da desilusão.
DRAL
Ser diferente em um mundo que copia tem um custo que não aparece na etiqueta, mas pesa na rotina. A sociedade opera em modo reprodução automática: tendências são replicadas, opiniões são recicladas, personalidades viram moldes prontos para consumo rápido. Quem rompe esse script deixa de ser confortável. E tudo que desafia o padrão primeiro é questionado, depois criticado, às vezes isolado. A diferença incomoda porque expõe a fragilidade da cópia; ela revela que é possível pensar sem manual e agir sem plateia.
O preço começa na solidão estratégica. Nem todo mundo acompanha quem decide sair do piloto automático. Há olhares atravessados, comentários disfarçados de conselho e tentativas sutis de enquadramento. Ser original exige sustentar a própria identidade quando o algoritmo social empurra para a homogeneidade. É mais fácil repetir do que criar; repetir gera aprovação instantânea, criar gera resistência inicial. E é justamente nesse intervalo entre a estranheza e o reconhecimento que muitos desistem.
Mas há um outro lado desse custo: autonomia. Quem aceita pagar o preço da diferença conquista algo que a cópia nunca entrega; Autenticidade. Não é sobre rebeldia vazia, é sobre coerência interna. É alinhar discurso e prática, mesmo que isso reduza aplausos. No fim, o mundo que copia pode até rir primeiro, mas inevitavelmente observa depois. Porque toda transformação começa com alguém que suportou ser estranho antes de ser referência.
Quem é ela na noite escura?
É a luz que não se apaga!
Quem manda no meu silêncio?
É o nome dela ecoando na alma!
O que faço quando o mundo pesa?
Eu penso nela e sigo em frente!
Quem segura minha coragem?
O amor que aprendi a chamar pelo nome dela!
Se eu cair, quem me levanta?
Ela, mesmo sem saber!
Se eu sangrar por dentro, quem cura?
O sorriso dela, mesmo distante!
Por quem vale lutar até o fim?
Por ela!
Por quem o coração não recua?
Por ela
— minha guerra,
minha paz, minha vitória!
Deus não é luz, nem pai, nem abrigo. Deus é uma velha obesa, sentada sobre o acúmulo de séculos, devoradora de almas. Sua fome não conhece saciedade, e seu paladar é seletivo: despreza os vazios, ignora os medíocres, cospe os indiferentes. O que lhe dá prazer são justamente as almas mais espiritualizadas — aquelas que se purificaram, que se elevaram, que acreditaram. Quanto mais consciência, mais sabor. Quanto mais transcendência, mais apetite. A espiritualidade não salva: engorda o monstro.
Você não deve temer alguém que tem uma biblioteca e lê muitos livros; você deve temer alguém que tem apenas um livro, e o considera sagrado, mas nunca o leu.
