Entenda como Quiser So Nao me Julgue
"Não adianta atualizar o software, fazer upgrade no hardware, sem Jesus Cristo como antivírus, sou só uma máquina."
O Português como língua estrangeira não se trata somente de um desafio linguístico, mas sim em como as questões que envolvem as relações sociais, os distintos padrões estéticos e a comunicação - como reflexo das diferentes culturas - contribuem para facilitar este processo de aquisição do português como segunda língua.
A filosofia da práxis não contempla o mundo como está — ela o interroga, o critica e o transforma com as mãos conscientes de quem age.
Parecia que a palavra ‘bruta'
Trouxesse o sentido do não bom
Que escapa do leve tom
Como se precisasse provar por disputa
O valor do seu rico dom
Silêncio!
Escure as pedras que brincam abaixo do meu caminhar
E as grandes que de longe vejo, quando vento as vai acariciar
Não tenhas medo da aparência disforme
Mas observe cada lado que promove
Um brilho espetacular
Parecem ser rudes
Indelicadas ou
Grotescas
Mas se engana
Quem não sentiu a força que te passa
Com energia gigantesca
Assim o amor chega
Quieto, sem forma e desnudo
Pra que quando tu menos percebas
Vê que tornou o maior amor do mundo
Não precisa usar como adorno
Pra que todos vejam seu requinte
Já que o valor que tem de retorno
Tá contigo, mesmo q não sejas pedinte
E que não peças
Nem ofereças
Com discrição
Sem propagar
O que tem de tão bom
E não quer tornar popular
Pra tua luz não ofuscar
Ou de tanto invejarem, apagar
E guarda tua pedra bruta
Que o valor só tu sabes que tem
Quem olha não reconhece forma e cor
E só sente tu
a energia do amor e da vida que pra ti retém
Poema "Cuidando da pedra de valor que só pra você tem" publicado no e-book "Fragmentos de Inspiração: versos e poesias"
Não é renunciar à luta, pois os problemas permanecem como sombras. É persistir a cada dia, embalado pelo amor do Senhor, a verdadeira luz para quem anseia por vida plena. Quando o corpo se cansa e a mente clama por descanso, é a fé renovada que me ergue, não na ilusão da resolução, mas no sagrado impulso de encontrar razões para sorrir, mesmo que sejam apenas os ecos fugazes de uma alegria que dança entre as dores.
Aos olhos dos outros, pareço indiferente, como se o mundo não me tocasse. Mas é o contrário: ele me atravessa inteiro, e eu apenas aprendi a não demonstrar, porque quase ninguém sabe o que fazer
diante de uma alma que sangra devagar.
Minhas lágrimas não caem, se acumulam por dentro, como rios represados, até virarem pedra.
E cada silêncio que ofereço
é um lamento que não teve lugar para existir.
Não desanimar é o passo inicial, mas há dias em que finjo e dias em que afundo.
Como em “Raindrop” de Chopin, sou um corpo submerso, gotas caindo, insistentes, a melodia abraça meu desamparo, cada nota reforça a prisão da dor, e eu luto para emergir,
preso à corrente silenciosa da resignação.
Não importa o caminho, o desfecho é sempre o mesmo. Eu, naufrágio de mim. É como se o erro estivesse gravado em minha essência, antes mesmo de eu nascer. Cada escolha apenas uma variação do inevitável. Luto, insisto, me debato, mas há algo maior, invisível, que já decidiu meu lugar, é à margem, entre os que tentam e nunca chegam.
O amor em excesso não escorre, não transborda, ele pesa como um lençol molhado sobre o peito. Afeto demais vira névoa densa, cobrindo meus passos, roubando o ar onde eu queria aprender a respirar sozinho. O que era abraço vira amarra. O que era cuidado vira cárcere disfarçado de zelo.
Sou como um relógio quebrado… Já não marco as horas, não desperto, não sirvo de guia. Apenas ocupo espaço, imóvel e silencioso… E quando alguém me olha, tudo o que vê é o instante exato em que entrei em colapso… Como se minha existência inteira fosse resumida ao segundo em que parei de funcionar.
Como as aves que seguem o chamado das estações, também me ponho em movimento, não por destino certo, mas pela esperança de um abrigo transitório, onde meu espírito encontre alguma forma de repouso.
O vento lá fora não sopra, fere, ele vem cortante, como se quisesse arrancar da pele os nomes que o tempo tatuou em silêncio.
Não compreendem como o divergente consigo mesmo concorda; harmonia
de tensões contrárias, como de arco e lira.
A santidade não pode ser fragmentada. Assim como você rejeitaria um copo d’água com uma gota do Rio Tietê, Deus também poderia rejeitar uma vida que já conhece a verdade e ainda assim está contaminada e dividida entre o certo e o errado.
