Entenda como Quiser So Nao me Julgue
“Aquilo que não é trazido à consciência, retorna como destino.”
— C. G. Jung.
Esse pensamento nos convida a olhar com coragem para o território invisível da alma. O que evitamos sentir, compreender ou nomear não desaparece; apenas se desloca para um plano mais profundo, onde passa a nos conduzir sem que percebamos. O destino, nesse sentido, não é uma força cega que nos domina de fora, mas a repetição silenciosa do que ficou sem luz dentro de nós.
Quando a consciência se ausenta, padrões se formam. Repetimos escolhas, relações e sofrimentos como se fossem inevitáveis, quando na verdade são mensagens insistentes daquilo que pede reconhecimento. O inconsciente fala por símbolos, por acontecimentos, por encontros que se repetem até que aprendamos a escutar. O destino se torna, então, um mestre severo: ensina pela dor o que poderia ter sido aprendido pela atenção.
Trazer algo à consciência não significa julgá-lo ou eliminá-lo, mas acolhê-lo com lucidez. É permitir que a sombra seja vista, integrada e transformada. Nesse processo, o que antes nos governava às escondidas passa a dialogar conosco. A liberdade nasce justamente aí: quando deixamos de ser movidos pelo automático e começamos a escolher com presença.
Refletir sobre essa frase é aceitar uma responsabilidade profunda pela própria vida interior. O caminho da consciência é exigente, mas libertador. Quanto mais luz lançamos sobre nós mesmos, menos o destino precisa gritar. E o que antes parecia fatalidade revela-se, pouco a pouco, como convite à transformação.
Sentir-se triste não é fraqueza, fraqueza é a forma de como você encara a situação, você pode escolher ser coitadinho ou vencer aquilo, e depois vem a superação, você olha para dentro de você e diz como você é foda, passou por tudo aquilo e ninguém percebeu, aí se sente blindado, as pessoas te julgam e nem te machucam, eles não sabem o que você enfrentou, provavelmente muitos deles não suportariam.
Dar donativos a igreja como meio de penitência não é errado, o problema é quando você faz do dinheiro um fim para pagar sua culpa, mantendo a consciência cauterizada.
O asfalto é como um cão sem dono, pode ser o seu melhor amigo, mas, se você não o respeita, acaba sendo mordido.
A vida é como um sorvete, se não a aproveitamos ela derrete e escorre pelas nossas mãos sem que a tenhamos saboreado.
Nem tudo pode sair como você planeja, mas nem por isso quer dizer que não possa ser melhor do que você espera
Não são seus erros que te transformam em um bom profissional, mas sim a maneira como você lida com eles.
Acho que não exite ninguém que foi julgado tantas vezes como eu. Não será meia hora de conversa, ou um currículo que irá definir suas qualidades e contribuições.
Permita-se conhecer mais às pessoas, de repente são grandes pessoas e você não sabe!
Criamos conflitos com o tempo, como se ele não fosse um ser, e a menos que façamos as pazes com ele agora, viveremos uma realidade supratemporal e passaremos a vagar no passado ou futuro, atestando a nossa insanidade mental.
Sabe aquela solidão à beira da solitude, não uma solidão qualquer, essa é profunda, como se o silêncio fosse um oceano sem margem.
É incrível quando penso em você como parece que o tempo não passou. Estou aqui agora escutando Bohemian Rapsody e lembrando quando cantávamos juntos, eu era tão feliz a seu lado. Todos esses anos e eu ainda sinto teu cheiro. As vezes adormeço pensando em como seria dormir novamente em teus braços com toda a paz que só você trazia. Lembro de adormecer no seu colo no sofá da sala, das sextas de pizza, do passeio em bicicleta na avenida boa viagem. Você sabia que o Beto’s bar mudou completamente? É, e eu também. Muita coisa mudou. O único que não muda é minha vontade de um dia poder te ver. As vezes eu ando pelas ruas esperando que o universo gire a meu favor como em um bonito filme, e que a gente se esbarre por aí… eu ainda não uso perfume, esperando esse dia chegar. E só enquanto eu respirar eu vou seguir esperando.
