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Entenda como Quiser So Nao me Julgue

Cerca de 757144 frases e pensamentos: Entenda como Quiser So Nao me Julgue

⁠Não é papel nosso atuar como juízes de realidades diferentes da nossa. O nome dado a tal ato é preconceito. Precisamos é tentar entendê-la. Se não for possível, pelo menos respeitá-la.

Inserida por bodstein

⁠Acreditar ou não num deus é uma crença como outra qualquer: apenas se crê que exista ou se crê que não exista. Mas, apesar disso, os dois lados se veem no domínio de uma "verdade", inalcançável a ambos, de que se utilizam para menosprezar-se mutuamente em vez de tentar entender que são exatamente iguais, somente seguindo em direções contrárias.

Inserida por bodstein

⁠Quando penso em desistir lembro que não posso pensar como indivíduo, mas como espécie... E como espécie o que menos importa é o que faço, mas seu significado.

Inserida por bodstein

⁠⁠Não! Eu não sou tão corajoso como você imagina. Sou apenas persistente, e nunca desistir de tentar de novo me dá força e fôlego o bastante para não permanecer no chão!

Inserida por bodstein

⁠O câncer do obscurantismo não é uma expressão de retórica. Como qualquer câncer, é uma doença incurável que permanece latente na célula do organismo social por longo tempo e periodicamente escapa do núcleo onde se esconde, espalhando-se descontroladamente pelas células saudáveis para minar-lhes a resistência até a completa extinção da vida. Como todo parasita que se nutre sem nada dar de si – já que mata por natureza – ao final do processo terá destruído o hospedeiro para morrer com ele, sem lógica ou propósito, posto que nunca os teve.

Inserida por bodstein

⁠Como ponto de equilíbrio entre o crer e o não crer, o mínimo que o bom-senso nos cobra é nos mantermos abertos para o mistério.

Inserida por bodstein

⁠Não se pode tomar como confiável qualquer conceito legado que nos chegue pela fé, pela formação de berço ou por livre transmissão entre pessoas antes de submetê-lo a cuidadoso processo de análise contextual e adequação temporal ao meio em que se queira inseri-lo, sob pena de consolidar distorções de viés dogmático que ameacem a prática da reflexão e do senso crítico.

Inserida por bodstein

⁠Destrancar uma porta usada pelo outro lado como acesso ao seu celeiro particular, e para o qual não contribuiu com qualquer semente ou com uma única hora de trabalho, é nao fazer distinção entre "resgate" e idiotice.

Inserida por bodstein

⁠É a política que precisa estar em sintonia com seus princípios, não o contrário. Como estes são – ou deveriam ser – constantes, a hora de combater ou apoiar é que deve variar.

Inserida por bodstein

⁠Integridade é algo inerente a quem não a tem como mero objetivo, mas como componente natural e inalienável de sua completude. É intrínseca ao todo, e não apenas acessório, e assumida como obrigação ao invés de virtude!

Inserida por bodstein

⁠⁠Como já alertava Carl Sagan, não há nada capaz de convencer um fanático a mudar de ideia, pois ele tem uma necessidade inabalável de acreditar nas suas próprias teses, por mais absurdas que se mostrem. Ignorem-se, pois, seus pretensos argumentos e apenas sigamos em frente, apesar dele!

Inserida por bodstein

⁠As coisas não são ruins por si mesmas, mas pela forma como reagimos a elas, e a causa maior de nossas angústias é o ânsia vã de modelar o mundo com base numa imagem idealizada que criamos para nós mesmos.

Inserida por bodstein

⁠Como a verdade não se submete à impostura, a mentira assume seu lugar!

Inserida por bodstein

⁠Se a humanidade realmente possui um criador, como acredita a maioria, ele sem dúvida não foi muito justo ao moldar a inteligência humana. Daí a razão pela qual você consegue ser tão burro quanto possa, mas não tão inteligente quanto queira.

Inserida por bodstein

⁠Integridade não é uma virtude, mas apenas o esperado de qualquer ser humano que se reconhece como tal. O indivíduo íntegro não escolheu sê-lo, simplesmente atua em harmonia com sua natureza, pois que não é algo que se adquire, mas que se é!

Inserida por bodstein

⁠Não conheci nenhum “dono da Verdade” que não tratasse sua acanhada visão de mundo como realidade absoluta e incontestável.

Inserida por bodstein

⁠Tu me amas tanto quanto me repetes tantas vezes? Então não sintas meu trabalho como teu rival. Mais que sustentar-me o corpo, ele me sustenta a alma, e tomar-me por tua posse é o caminho mais curto para que ele mo arranque de ti.

Inserida por bodstein

⁠O knockout de Sartre sobre Goethe – Ep. 1

Não há como ficar alheio à irracionalidade destes dias que parecem nos aproximar cada vez mais de um estágio de distopia, e cuja linha divisória não se sabe quando será cruzada. A única certeza é de que o mundo continuará seguindo sua trajetória independente de nossos bandeiras, achismos e modismos, mesmo que Sartre já o tivesse previsto há mais de 80 anos.

“Os homens. É preciso amar os homens. Os homens são admiráveis. Sinto vontade de vomitar – e de repente aqui está ela: a Náusea”, disse ele à época, e o que se seguiu depois foi a sucessão de erros que nos trouxe até este agora e que Sartre, se pudesse vê-lo, certamente o perceberia como um melancólico “déjà vu”.

Sim, até porque a vida não é um diagrama de causa e efeito, e se não temos sequer ideia de como seremos projetados nesse futuro, o que dizer de perder tempo com o “quando”? O papel que nos compete é fazer as melhores escolhas enquanto a liberdade individual se apresentar como opção, de modo a persistir na busca por significado em um mundo aparentemente insano optando deliberadamente pelo caos. Far-se-á necessário, sem dúvida, nos mantermos apegados, com unhas e dentes, à visão existencialista da liberdade humana, malgrado a indiferença do universo em relação aos nossos dramas.

A lucidez – e apenas ela – se apresentará como aliada confiável numa realidade em que ideologias, dogmas e verdades absolutas não te serão de qualquer valia, já que em tal cenário todas as tuas “crenças inquestionáveis” serão postas à prova, e terás no teu pensamento crítico e em tua busca pela verdade – aquela que não depende de mim nem de ti – o único lenitivo para seguir acreditando. Arrisco perguntar: tuas crenças ainda te servem de refúgio, ou insistes em usá-las como antídoto para teu desespero, mesmo que não acredites mais nelas?

Neste momento, és tu e tua autonomia para sonhar o agora que te serve de âncora, de modo a não seres levado de roldão para um futuro incerto, e do qual não terás garantia alguma de que sobreviverás a ele. Assume, pois, a tua parte da responsabilidade pelo que percebes, pelo que não te podes furtar da forma como o fizeste até aqui.

Vivemos um momento em que a realidade se impõe sobre o romantismo. A frieza existencial de Kierkegaard e Camus retomando o palco no qual Goethe brilhou sob os holofotes do Iluminismo, e que também acolheu Voltaire e Rousseau.

Sartre já alertava que só é livre quem pode ser responsabilizado pelas próprias ações mas, como também anunciava, esse homem circunstancial inegavelmente depende da direção dos ventos, e este pode, de quando em quando, produzir o contradicto que o eximirá da tal responsabilidade. Assim, em nome da liberdade sistêmica - dita irrenunciável – podemos destruí-la de um único golpe para garantir a pessoal. Inaceitável contradição, diriam os Iluministas, sem se estribar nas mordazes narrativas de Sartre que já alertavam para tais despropósitos do nosso cotidiano proselitista e, tanto quanto diria Nietzsche, humano, demasiado humano!
“Novos tempos”, dirão os arautos de um tempo instável o bastante para chamar de novo o que há de mais velho no mundo, que é a luta pelo protagonismo da ópera bufa que todos deverão aplaudir, incluive os que apostavam numa valsa de Strauss.

Resumo
O texto discute o pessimismo existencialista de Sartre em relação ao futuro da humanidade, contrastando-o com o otimismo iluminista de Goethe. O autor argumenta que a frieza existencialista de Sartre, representada pela ideia de que a liberdade individual é responsável pela criação do caos, se assemelha à visão de Kierkegaard e Camus, enquanto Goethe encarnava o ideal iluminista de progresso e razão. A peça argumenta que, apesar da aparente irracionalidade do mundo, a liberdade individual permanece como um refúgio contra o desespero, e a responsabilidade pela ação individual deve ser assumida mesmo em meio à incerteza do futuro.
Trata-se de um ensaio que critica a sociedade contemporânea, utilizando a filosofia existencialista de Jean-Paul Sartre para analisar a perda de significado em um mundo cada vez mais caótico. O autor argumenta que, apesar das aparências, a liberdade individual continua a ser um valor fundamental em um contexto onde verdades absolutas e ideologias se esfacelam. Ele compara a situação atual ao período pós-Iluminismo, onde a frieza existencialista de Kierkegaard e Camus se sobrepõe ao otimismo de Goethe. O autor sugere que a liberdade individual, apesar de ser a chave para a ação, pode ser comprometida pela dependência às forças externas, o que resultaria em uma contradição insustentável. Ele termina o texto com uma crítica ao proselitismo e ao romantismo, defendendo a necessidade de uma postura crítica e consciente para lidar com a realidade complexa e instável em que vivemos.

Inserida por bodstein

Considero como presente de Deus tudo aquilo que não me traz problema.

__Sim_______

Inserida por marcelio912

Algumas Mulheres aprendem a voar, não como as galinhas, mas como as Águias.

___Sim_

Inserida por marcelio912