Entenda como Quiser So Nao me Julgue
O ser humano procura um grande amor como um cachorro corre atrás do pneu da moto ou carro com grande latido, mas quando ele para não sabe o que fazer e acaba por desistir.
Nunca se viu, em toda a história da humanidade, um culto ao ego tão exacerbado como o de hoje. As pessoas desenvolvem a necessidade de fingir que sabem tudo, ganham todas e acertam sempre. Cada vez mais, exige-se que a pessoa mostre o que não é, fale o que não sabe e exiba o que não tem.
Nesse mundo de ostentação, as pessoas se encontram mas não se relacionam, trabalham mas não se realizam e, principalmente, vivem sem conhecer a própria alma.
As pessoas tentam ser super-heróis e acabam se tornando superdepressivas. Na tentativa de parecer ser e ter o máximo, acabam vivendo com o mínimo...
O mínimo de paz de espírito.
O mínimo de amor.
O mínimo de sentido de vida.
O resultado dessa busca neurótica é um vazio insaciável, pois ninguém consegue viver a ilusão de ser o máximo por muito tempo. Uma hora a máscara cai, e o super-herói volta a ser simplesmente um ser humano.
Nenhum trabalho ou amor florescerá por culpa, medo ou vazio de coração, assim como nenhum plano para o futuro pode ser feito por quem não tem a capacidade de viver o presente.
De Volta a Dezembro
Estou tão feliz que você arranjou tempo para me ver
Como está a vida, me diga, como está sua família?
Não os vejo faz tempo
Você está tão bem, mais ocupado do que nunca
Conversa fiada, trabalho, o clima.
Você levantou sua guarda e eu sei porquê
Porque a última vez que você me viu
Ainda está marcada na sua mente.
Você me deu rosas, e eu deixei que elas morressem
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro toda hora.
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E faria tudo certo
Eu volto para dezembro toda hora
Não tenho dormido ultimamente
Ficando acordada até tarde e indo embora
Quando seu aniversário passou,
E eu não liguei, Eu penso no verão
Todas as horas bonitas
Eu assistia você rindo do lado do passageiro
E eu percebi que amava você no outono
Depois veio o frio
Com os dias escuros, quando o medo se arrastou na minha mente
Você me deu todo o seu amor,
E tudo o que eu lhe dei foi um Adeus
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro toda hora.
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu volto para dezembro toda hora
Sinto falta da sua pele bronzeada, seu doce sorriso,
Tão bons para mim, tão certos
E como você me segurou nos seus braços
Naquela noite de setembro
A primeira vez que você me viu chorar
Talvez isso seja pensamento positivo
Provavelmente meus sonhos sem fundamento
Se nós nos amássemos de novo eu juro que te amaria certo
Eu voltaria no tempo e mudaria, mas não posso
Então se a sua porta estiver trancada, eu entendo
Aqui estou eu engolindo o meu orgulho
Na sua frente pedindo
Desculpas por aquela noite
E eu volto para dezembro
Acontece que a liberdade não passa de saudades de você
Queria que eu tivesse percebido o que tinha quando você era meu
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu voltaria para dezembro, mudaria de ideia
E mudaria minha própria mente
Eu volto para dezembro toda hora
Toda hora
Se soubesse como eu gosto das suas cheganças, você chegaria correndo todos os dias.
A história de um homem que se aproximou de Sócrates:
“Como sou muito seu amigo, preciso lhe contar algo!”
“Espera!”, disse Sócrates. “E as três provas? Já fizeste a primeira prova, que é saber se o que me contas é verdade?”
“Bem… não tenho absoluta certeza, mas ouvi dizer…”
“Então fizeste a segunda prova”, disse o sábio.” A prova da bondade. O que contarás será bom para mim!”
“Não… muito pelo contrário…”
“Se não fizeste a prova da verdade ou da bondade, com certeza fizeste a da utilidade. O que me contarás é útil!”
“Útil?”, disse o visitante. “Bem, útil não é”.
“Então”, concluiu o filósofo sorrindo, “se o assunto não é verdadeiro, nem bom, nem útil, melhor não se preocupar com ele”.
Desvelando a Morte: O Caír das Cortinas
A morte há de ser como
O cair das cortinas entre a cria e a criatura,
A parede invisível que nos separa da eternidade,
Podendo assim estar diante do Criador.
O rasgar do tecido fino que separa o agora do infinito,
Revelando a nudez do ser humano,
Deixando para trás todas as bagagens e tesouros
Que acumulamos em vida,
Mas que ali não têm utilidade alguma.
Nesse momento, tarde demais,
Percebe-se o quão fútil pode ser a vida,
E que talvez a morte não seja o problema.
Ela há de ser uma solução,
Uma passagem para o eterno e o desconhecido,
Onde o peso do viver finalmente se dissolve.
Homem cafajeste e sem caráter é como flor sem perfume... Por mais bonito e irresistível sempre lhe falta algo!
Você está bem onde está, eu estou bem onde estou. Mas, como aconteceu naquele dia na praia, em que eu passei indo com meu novo amor e cruzei você vindo com seu novo amor, não tem como a gente não olhar para trás.
AMO-TE
São as batidas do meu coração
Que regem como uma orquestra
A intensidade desta emoção
Em feliz, divinal e imensa festa.
Apenas amo-te e isto é tudo
Amo-te a todo e qualquer instante
No decorrer do dia e sobre tudo,
Nas noites de saudade constante
Neste desejo profundo e infindo,
Amo-te mais, muito mais e além,
Meu doce menino, meigo, puro e tão lindo!
Amo-te através dos reveses e das agruras
Amo-te apesar da ausência e da distância
Amo-te, pois amar-te é sublimar-me em venturas!
Eu me trato como as pessoas me tratam, sou aquilo que de mim os outros veem.
Eu sou assim, como você vê - pura nos traços, colhedora de flores... pouso como fada de sonho em sonho.
