Entenda como Quiser So Nao me Julgue

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Já não me importa o que doeu,o que pensam sobre mim,o que me desejam,quem são ou como vivem.
Levo a paz comigo e uma força maior, Deus ! Que me têm como pedra preciosa protegida em suas mãos.
04/09/18
4:04pm

Não trate a sua paz como se fosse de responsabilidade alheia, lute você por ela.

Família, não importa como seja a sua, o importante é que o amor, a compreensão, a dedicação, o afeto, o carinho e a verdade estejam sempre presentes, feito um presente dado por Deus. Abençoada seja sua família.

Sinbad, o Marinheiro


Na cama não pude ficar esperando, como se o senhor regente dos domínios oníricos das Terras dos Sonhos se tivesse esquecido de me inebriar esta noite, com as areais do torpor.

Logo antes do crepúsculo estava eu a olhar a lua em toda sua majestade, abençoando os mares noturnos com sua altivez reluzente, e imaginando que lá de onde exerce seu reinado ela é um elo de ligação entre todos que testemunham suas bênçãos.

Não importa a distância, se é noite todos a podem contemplar, sem qualquer tipo de discriminação; e se assim o é, há quem encontre consolo no luar quando os amados partem em jornada para longe.

Os primeiros raios de sol da alvorada enfim prenunciam o dia que acabara de nascer. A vermelhidão que divide a noite e o dia se ausenta dando lugar a um céu azul radiante, povoado por pequenos aglomerados felpudos de nuvens brancas.

Com o alvorecer, o ímpeto de meus sentimentos proclamam essa uma manhã de encontros e despedidas. Oportuna se faz a idade adulta, quando os jovens se candidatam à aspirantes de marinheiros, com o que esperam conquistar grandes aventuras, repletas de fama e glórias.

Em mim não há lugar para o desjejum, é como se meus órgãos brigassem por espaço com toda a ansiedade que comporto em meu ser e meu estômago parece estar perdendo; trêmulo, se paro um segundo e observo o silêncio, tudo o que posso ouvir é a sanha de meu coração, a lutar na guerra por espaço, bumbando como um tambor de rituais bélicos, dentro de meu peito.

No porto, a brisa úmida e salgada da enseada sopra encantada pelos deuses dos ventos do norte, que são conhecidos pelas grandes salmouras de suas moradas.

As ondas lutam contra o velho cais de madeira das docas, pode-se ouvir ao longe o som de suas investidas.

O vento tece a água, que espirra das colisões, em minúsculos cristais, e ao serem atravessados pela luz do sol cintilam em mágicos arco-íris.

As grandes embarcações movimentam as águas: imponentes, lustrosas, com belas carrancas ornadas na proa. Seus mastros seguem aos céus, de onde pendem velas brancas e infladas como pulmões pelo vento.

Depois de longa viagem: terra firme; atracam para breve estadia, seus transeuntes se atropelam, num vai-e-vem frenético, trazem e levam cargas, há navios comerciais e de transporte, e Chronos não parece ser amigo dos que ali se encontram, pois a pressa parece ser a única senhora de seus templos.

O dia mal havia nascido e eu atropelava as horas, pois era chegado o momento. Tempo de embarcar, de ceder aos senhores do amanhã o meu devir: que usem o fôlego de seus pulmões e soprem as velas do destino rumo ao horizonte, onde o sol mergulha no mar até se apagar na água e dar lugar a noite.

Chegou o dia dos planos de deixar o porto, onde nascera e de menino me tornara homem, por terras desconhecidas além-mar.

Tornar-me-ei em um marinheiro mas é apenas o começo de minha ânsia.

O mundo é tão grande que nenhuma carta marítima sabe dizer ao certo o quanto, logo, ainda que navegasse todos os mares não os poderia conhecer como gostaria.

Contudo, de certa forma, para mim, tal fato não importa, o que diz respeito as Moiras somente diz respeito a elas, ocupo-me do que posso fazer agora. E, agora, resta-me isso: navegar.

Com o tempo, no entanto, os Oceanos, suas dádivas e tormentos, conhecerei. E a sabedoria de um lobo do mar, que conheceu muitos povos, viu muitas terras e águas, desbravou-as e então voltou, portanto, em mim há-de fazer morada.

Se eu não ardo, se tu não ardes, se nós não ardemos, como é que das trevas faremos claridade?

Não quero ser como você, moça.


Não consigo ser essa pessoa razoável que esquece o nome do outro já no dia seguinte, ou mesmo nem pergunta qual gosto tem viver se entregando às mais variadas formas de amor. não posso ser essa pessoa que esquece a cicatriz, o gosto do beijo, a fala ácida e os centímetros da mão quando ela circula no rosto uma vontade de permanecer. não quero ser como você. que veio na minha casa, me viu nu, transformou meus medos em paráfrases sobre resistir. e mesmo assim — tendo compartilhado o peso da intimidade — foi capaz de esquecer ou tornar a experiência uma ode à lembrança mais honesta sobre nós.



Não quero.

Lute, não desista! Está doendo? Aguenta! Você consegue! Nada é impossível. Lute mais! Lutar, como? Orando, jejuando, louvando e evangelizando.

Seja como Jó, homem íntegro e reto, temente a deus e que se desviava do mal.

Nem tudo são como flores, nós tentamos fantasiar aquilo que, nós sabemos que não corresponde com a realidade e acabamos vivendo em um triste mundo sem sentido.

Você não é mais aquela garota de 16 anos
Você se comporta como uma adolescente irresponsável
Lembre-se, você agora tem 30
Você não pode voltar àquela época, você nunca volta
Você tem que superar isso
Por que você nunca voltará novamente aos seus 16 anos
Você não pode voltar e concertar os erros do passado
Você tem que seguirem frente, sendo você hoje, e não mais como uma garotinha de 16 anos
Você tem que seguir em frente, seguir adiante
Seja responsável, seja uma adulta de 30 anos
Você nunca voltará aos 16 anos, 14 já se passaram, e você ainda continua como no passado
Continua sendo aquela “velha” adolescente
Continua relembrando aquela época, aquela magoa do passado
Enfrente seu presente e futuro como uma adulta, arque com as consequências
Não tenha medo da mudança, pois o passado ficou pra trás
E você não poderá muda-lo, nunca
Isso é algo normal, é a rotina da vida
Você nunca poderá voltar aos seus 16 anos
Seja seu herói, não seu fantasma
Você não poderá voltar ao passado e mudar o que aconteceu, mas pode melhorar o futuro
Seja sem bem mais precioso, seja seu herói, e não seu fantasma
Por que lembre-se, você nunca poderá voltar aos 16 anos

Mas eu me apeguei tanto a você, que quando chegou a hora de você partir, eu não soube como te soltar, não conseguia largar da tua mão. Não estava preparado pra sentir tanta falta. Não estaria preparado nem em 10 anos. Mas é isso, você se foi, e eu? Bom, eu acabei ficando, ficando sem você.

Uma vida é como um jardim. Pode haver momentos perfeitos, mas não podem ser preservados, a não ser na memória.

Tratar os outros como você gosta de ser tratado é necessário e evita alguns problemas. Não esperar reciprocidade é maduro e evita muitas decepções.

A vida é como um livro
Cada página é
como um dia vivido
Que não podemos reescrever
e nem apagar

“O espírito do homem é como um rio que procura o mar. Represem-no e aumentarão a sua força. Não responsabilizem o homem pelas suas explosões devastadoras! Condenem antes a força da vida! O espírito que nos anima pode assumir as mais diversas formas: tornar-nos semelhantes a anjos, a demônios ou a bestas. A cada um a sua escolha. Nada barra o caminho ao homem para além das fantasmagorias dos seus medos. O mundo é a nossa casa, mas teremos ainda que a ocupar; a mulher que amamos está à nossa espera, mas não sabemos onde encontrá-la; o atalho que buscamos está sob os nossos pés, mas não o reconhecemos. Quer sejamos deste mundo por muito ou pouco tempo, os poderes por explorar são ilimitados.”
(O Mundo do sexo)

O direito a não ser escravizado implica a eliminação do direito de possuir escravos, assim como o direito de não ser torturado implica a eliminação do direito de torturar.

"...morrer não é apenas uma fatalidade biológica, como também uma espécie de obrigação social."

- Incidente em Antares

Como não haveria de ser eu um Lobo da Estepe e um mísero eremita em meio a um mundo cujos objetivos não compartilho, cuja alegria não me diz respeito! (...) E, de fato, se o mundo tem razão, se essa música dos cafés, essas diversões em massa e esses tipos americanizados que se satisfazem com tão pouco têm razão, então estou louco. Sou, na verdade, o Lobo da Estepe, como me digo tantas vezes – aquele animal extraviado que não encontra abrigo nem alegria nem alimento num mundo que lhe é estranho e incompreensível.

Josué ao contrário de Moisés, nasceu como escravo, no Egito, não cursou nenhuma universidade, nunca havia entrado num palácio e nem falado com o rei, PORÉM, tinha uma virtude: era temente e fiel a Deus.

A liberdade não se perde de uma vez, mas em fatias, como se corta um salame.

Desconhecido

Nota: A citação costuma ser atribuída ao economista Friedrich Hayek, mas não há indícios que confirmem essa autoria. Acredita-se que o pensamento seja a adaptação de uma frase de David Hume.

...Mais

Ela andava reclamando da forma como ele fechava as portas, "Não bate! Vira a maçaneta e puxa!", ele vinha implicando com o tempo que ela mantinha aberta a geladeira, "Pensa antes no que você quer, depois abre!". Quando ela dirigia, ele ia cantando as marchas, feito um técnico no banco de reservas: "Quarta!", "Terceira!", "Quinta! Oitenta! Bota a quinta!". Quando ele dirigia, ela desdenhava dos caminhos como um Waze contrariado: "Por que cê tá subindo a Augusta?! Pega a Nove de Julho!". "Não, Rebouças não! Rebouças nunca! Vai pela Gabriel!". No dia em que discutiram feio a respeito do lado certo para começar a descascar uma mexerica -"Por cima! Todo mundo sabe! Aquele engruvinhadinho tá ali pra isso!" versus "Por baixo! É uma dedada só, puft!"- decidiram que era preciso diminuir a convivência.

Passaram a jantar em horários diferentes. A ler cada um numa poltrona, em vez de dividirem o sofá. Às terças, ela ia ao bar com as amigas. Às quintas, ele jogava futebol. Melhorou, mas não resolveu. Ele resmungava do cheiro de fritura com que ela se deitava na cama. Ela o reprimia pelas roupas suadas, espalhadas no banheiro. E, quanto às mexericas, bem, continuavam irredutíveis.

Decidiram, então, dormir em quartos separados. À noite, se despediam e iam cada um prum lado do corredor. Ele via a série dele, ela via a série dela. Em algumas noites, até, viam a mesma série, mas cada um dando pause quando quisesse, botando legenda na língua que bem entendesse -antes, ela sempre queria pôr em inglês, "pra praticar", ele sempre queria pôr em português, "pra entender": acabavam nem praticando nem entendendo, mas discutindo. Mesmo em quartos separados, as rusgas continuavam. Ele precisava parar o carro atrás do dela, à noite, atravancando sua saída, de manhã?! E custava muito a ela botar o iPad dele pra carregar, depois de ler o jornal, vendo a bateria no vermelho?!

A solução, acreditaram, era morar cada um numa casa. Voltariam a ser namorados, cada um com o seu mundinho, como na época da faculdade. Foi bom por um tempo, mas -de novo- não resolveu. Ele atrasava pro cinema. Ela discordava do restaurante. Na casa dele não tinha os cremes dela. Na casa dela não tinha as lentes dele.

Um belo dia, que de belo não teve nada, tiveram de admitir que a convivência era impossível. Sempre haveria algum incômodo, algum detalhe, alguma idiossincrasia de um a pinicar a paciência do outro. A saída era se separar. A distância acabou com os velhos problemas, mas criou um novo, imenso: eles se amavam, sofriam vivendo sozinhos. Não que quisessem voltar. Sabiam que de briguinha em briguinha, de discussão em discussão, o caldo entornaria, mais uma vez.

Então chegaram, enfim, à conclusão de qual seria a única forma da relação funcionar, sem picuinha nem saudade: nunca terem se conhecido. Se apenas imaginassem um ao outro, amantes ideais, pairando no éter, num mundo sem marchas, sem Rebouças, sem mexericas, sem legendas, sem geladeiras, sem cremes, sem lentes, sem carros atravancando a garagem e sem baterias de iPad avisando que resta apenas 10% da carga assim que o jornal acaba de ser baixado, seriam felizes para sempre.