Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Que infinita saudade
dos meus sonhos.
Quizera eu ser como as núvens...
Livres
na imensidão azul do céu
nesta linda noite clara
salpicada de estrelas.
Quizera eu ser núvens
que se esvaem e desaparecem
reaparecendo mais adiante
com novas formas...
Ou seria a mesma forma?
Que solidão...
Quizera eu sair e me divertir.
Quizera eu viver uma liberdade
que nunca tive
não tenho e
nunca terei.
Que infinita saudade de mim...
Que solidão sem fim...
Penso na vida como o amor,o que seria da vida sem o amor,eo que seria do amor sem a vida,pensando nisso nada disso faria sentido porque quando Deus fez o mundo e o homem a paixão e o amor pela vida só aconteceu quando a mulher passou a existir.
As palavras se vão como o vento que passa.
Com elas se cria, com as mesmas se destrói.
O que foi dito ontem sempre valerá menos do que foi falado hoje.
Como os olhos que abre em pleno amanhecer,assim é meu coração quando meus olhos avista você,luto de uma forma mais acho que é envão,tentando fechar os olhos que há no fundo do meu coração.
Amor
Amor como se definiria essa palavra,tem o de criança puro e inocente,tem amor platônico o amor bandido amor,amor,amor,amor…O Amor é sentir algo esperando que a outra pessoa sinta o mesmo,Amor é sentir borboletas na barriga é sentir que aquela pessoa é seu”Porto Seguro”…Ou não o amor pode ser uma coisa banal onde sempre termina com alguém magoado.
Moral:É melhor viver casinhos de paixonite de que um grande amor
Muitas coisas mudaram, nada mudou. O meu eu atual, assim como o eu de tempos atrás, esquiva-se de comparações e branda a todos os presentes, mesmo sem o uso de palavras, que evoluiu, que cresceu, que amadureceu.Uma meia-dúzia de alterações superficiais e essa fina e delicada carcaça de adulta que me reveste não são o bastante para que eu me prive de ser quem eu realmente sou. Eu sou aquela por detrás da carcaça, é fina, é leve, mas é pesada o suficiente para que às vezes eu me veja na obrigação de deixá-la de lado para respirar um pouco de ar puro. E há 8, 9, 10 anos atrás, tudo era exatamente igual. Mudou apenas o cenário, a circunstância e a intensidade com que eu sinto isso. Hoje sou capaz de sentir mais, e não sei até que ponto isso pode ser bom ou saudável. Eu pensava sobre as mesmas coisas, da mesma forma, com o mesmo negativismo perene que sempre andou de mãos dadas com minha alegria exfusiante que distrai a maioria.
Tudo mudou sem nada mudar, muito mudei sem nada mudar.
SEGUNDO EM FRENTE ( PARTE II )
Se queremos que eles, nossos alunos, sejam “nada na vida”, deixemos-los como estão para vermos como é que ficam!
Existirão outros, como eu, como você... Alguns até parecidos...
Mas inconfundivelmente igual “Jamais”.
Jamais haverá a quem tome o lugar do qual se foi me dado algum dia... E mesmo que existam outros depois de mim, em meu lugar, não será igual.
Algum dia saberá
“O medo seguira comigo ao lado do flagelo pelo passar dos tempos, e mesmo que eu tenha o interesse em voltar a traz, não o farei... Jamais. Pois esperei demais o arrependimento alheio vir à tona, nunca mais haverá nem verá o brilho do meu sorriso, nem sentirá o calor das minhas mãos, pois do contrário seria eu injusto”.
A mídia usa da liberdade de expressão como se ela tivesse o condão de passar por cima de outras garantias constitucionais.
Casamento, assim como o namoro, é um título sem valor quando realizado sem a real intenção de seguir à risca os deveres conjugais.
Libertemo-nos da concepção de que o casamento é uma prisão. Tenho como posição a liberdade de amar e ser amado, respeitar e ser respeitado.
