Entenda como Quiser So Nao me Julgue
Faça como eu! Tome um chazinho de erva doce ou de maracujá e durma já!!! Sonhe mais e viva menos a realidade. Beijos carinhosos.
Menina dos olhos azuis lindos como o mar, teus lábios carnudos e sedentos ainda hei de beijar! Beijos
E agora José, o carnaval acabou, o dinheiro foi-se embora, a ressaca tá brava e as contas como pagá-las?...
O amor é como uma plantinha que tem que ser regada diariamente para crescer e florescer sempre! Abraços fraternos.
Prece de Amor (Luiz Maria Borges dos Reis)
Meu Deus como sois bom Senhor
Eu vos adoro, eu vos agradeço e vos bendigo
Pelo dom da vida
Por tudo que eu sou e tenho
Muito obrigado Senhor.
Socorrei-me neste momento de angústia e de dor
Livrai-me de todos os males
Valei-me Senhor.
Não me deixes perecer
Fortalecei-me e levantai-me
Mostrando-me o verdadeiro caminho a seguir
Pois sem vós nada posso e nada sou.
Vinde em meu socorro Senhor!
Vinde em meu socorro Senhor!
A retórica contemporânea insiste em sustentar a existência de valores como empatia, colaboração e desenvolvimento humano no ambiente produtivo.
Entretanto, tal proposição não resiste a uma análise minimamente rigorosa.
Se esses princípios fossem operacionais — e não meramente discursivos —, seria esperado observar um comportamento sistêmico orientado à formação de indivíduos. Ou seja: investimento deliberado na construção de competências.
O que se verifica, contudo, é o oposto.
O sistema demanda experiência prévia como condição de entrada, ao mesmo tempo em que se exime da responsabilidade de produzi-la.
A expressão recorrente — “contrata-se com experiência” — não é apenas um critério seletivo. É, na prática, a formalização de uma contradição estrutural.
Do ponto de vista lógico, o problema pode ser descrito de forma simples:
* Experiência é um produto de prática
* Prática exige oportunidade
* Oportunidade é negada na ausência de experiência
Tem-se, portanto, um ciclo fechado e autoexcludente.
Não se trata de falha acidental, mas de uma consequência previsível de um modelo orientado por eficiência imediata. Treinar implica custo: tempo, recurso e risco. Selecionar alguém “pronto” representa, no curto prazo, uma solução mais conveniente.
Essa escolha, entretanto, ignora uma variável essencial: sustentabilidade do próprio sistema.
Ao abdicar da formação, o sistema passa a depender exclusivamente de um estoque de profissionais já qualificados — estoque este que não é renovado na mesma proporção em que é consumido.
O argumento frequentemente utilizado — o de que “não compensa treinar, pois o indivíduo pode sair” — revela uma tentativa de racionalização de um problema distinto. A evasão de talentos não invalida o investimento em formação; indica, antes, falhas nos mecanismos de retenção.
Logo, a decisão de não ensinar não elimina o risco — apenas desloca o problema para o futuro.
O resultado é um ciclo previsível:
1. Exige-se experiência
2. Reduz-se a formação
3. Diminui-se a entrada de novos qualificados
4. Aumenta-se a escassez
5. Intensifica-se a exigência inicial
Esse sistema, ao longo do tempo, converge para a própria limitação.
Síntese
Não há escassez intrínseca de capacidade humana.
Há, sim, restrição deliberada de acesso aos meios que permitem desenvolvê-la.
Um sistema que condiciona a entrada àquilo que ele mesmo se recusa a fornecer não é apenas incoerente — é estruturalmente insustentável.
A advocacia, como função essencial à Justiça, reflete em dimensão humana a missão de Cristo: assegurar voz a quem já foi socialmente condenado, garantir defesa mesmo diante da culpa e afirmar que a dignidade da pessoa humana subsiste até no juízo, onde a intercessão se torna instrumento de justiça e possibilidade de redenção.
Quero guardar o meus ontens... como se fossem fotos...
Fotos que guardamos num álbum e quando abrimos relembramos cada parte feliz que vivemos...
Agora os momentos tristes, vou considerar fotos que ao se revelar não ficaram boas, então eu as jogarei no lixo.
Sempre vamos conhecendo novas pessoas, pois a vida é como um círculo que nos traz e leva rostos ao longo do caminho... 🌻 Mas é importante lembrar com todo o amor do mundo: nós merecemos sentir amor verdadeiro, ser admirados por quem somos e receber o respeito que nossa essência tanto vale.
Infelizmente, nem todos conseguirão permanecer ao nosso lado – e às vezes, encontramos aqueles que agem como parasitas doentios, usando e machucando sem se importar com a nossa dor. 🤗 Mas meu bem, guarde suas lágrimas para quem realmente as merece. Se for pra chorar, deixe que sejam lágrimas de emoção pura, celebrando cada coisa boa que chega na sua vida e que faz seu coração brilhar!
Apesar da letra dessa música transmitir um sentido diferente, eu prefiro como pessoa acreditar que o mal não deve ser vangloriado e nem exposto, porque nós atraímos tudo aquilo que pensamos e falamos e ainda somos referência para as pessoas ao nosso redor. Se isso já vale para qualquer um, imagine para quem tem uma voz tão forte e alcança tanta gente como os artistas. Não estou desmerecendo o ponto de vista de quem criou a obra, cada um tem a sua forma de pensar, mas eu penso que tudo que é ruim, tudo que faz mal, o ideal seria que fosse extinto e que nós não aceitássemos essas coisas com tanta facilidade, pois tudo tem a sua causa e a sua consequência e o que é mostrado acaba influenciando mundo ao nosso redor.
REFERENTE A MUSICA "BAD ROMANCE / Lady Gaga."
Por mais forte que seja a nossa mente, sólida como a rocha e firme como o mar, o verdadeiro amor tem o poder de nos desarmar e nos tocar em todos os sentidos.
Minha querida irmã,
Luciene Guedes
Todos os dias penso em como tenho sorte de ser sua irmã!
Você é uma mulher inigualável!!!
Se existir de fato outra vida quero voltar e ser novamente sua irmã,
você é leal, fiel e verdadeira.
Tua sensibilidade me faz acreditar, em dias melhores, te amo!
Sua irmã:
Márcia Guedes
“Amar, para mim, é lembrar de alguém como se fosse eterno, ainda que nunca tenha sido.” JULIANA HOFFMANN LISKA
Deu-me uma rosa
Ela era vermelha como sangue
A segurei firme
A quis muito bem
Mas alguém cobiçou seu jardim
Como uma raposa sorrateira
A roubou
E você ainda deixou a porta aberta
Para que ela retornasse
Aí então percebi
Que aquela rosa não murchou
Porque era falsa
Assim como a água perfura a rocha, tu me minaste. Pouco a pouco minhas barreiras foram abaixadas e eu fui desarmado... O medo do qual eu sentia permaneceu comigo, mas fui preenchido pela coragem de enfrentá-lo...
Meu mundo dantes acinzentado tornou-se um pouco mais azul...
Nas linhas incertas da vida eu voo como pássaro durante o verão, procurando lugar seguro para saciar minha sede. Se encontrar abrigo, ali me alojarei. Construirei meu castelo com galhos e folhas retiradas do chão, onde das árvores caem, no outono. No inverno fugirei do frio e na primavera voarei livre outra vez.
Minha mui estimada Isabel,
Rogo que recebais estas humildes linhas como íntima confidência de um coração já fatigado pelas agruras do destino e pelas aflições do espírito. Há muito percebo, com silenciosa dor, que minha companhia vos tem sido mais um peso que um consolo, mais um fardo que uma ventura. Tal percepção, cruel e incessante, lançou-me em profundíssima melancolia, da qual raras vezes encontrei alívio.
Nos pequenos gestos de vossa distância — no semblante que se desviava do meu, nos beijos concedidos com parcimônia, na frieza que lentamente se instalou entre nós — fui lendo, pouco a pouco, a sentença de meu próprio desalento. E assim, consumido pela tristeza e pela solidão, tornei-me sombra daquilo que outrora fui.
Todavia, se em algum momento falhei convosco, ou se minhas ações vos causaram mágoa e injustiça, suplico-vos humildemente o vosso perdão. Jamais houve em minha alma intenção de ferir aquela a quem dediquei o mais sincero e devotado amor. Reconheço minhas faltas com resignação cristã e aceito, sem queixa, o peso de minhas culpas.
Pois, ainda que os caminhos da vida nos conduzam por veredas distintas, levarei comigo a certeza de que vos amei com toda a força de meu espírito e com toda a fidelidade de meu coração.
Vosso, em eterna saudade e devoção.
[...] somente nós, seres humanos, somos capazes de tratar nossos objetos como gostaríamos de ser tratados; e a outros de nós, como os nossos objetos deveriam ser tratados. #ACHAVE, por Bruno Barreto.
Degraus da humildade
Desça a escada agora
Veja como é aqui embaixo
Diferente do que é aí em cima
Onde você consegue enxergar a imensidão
Aqui você sente...
O toque da relva verde
O cheiro das flores
O cheiro da terra
Aqui você faz parte
Afinal, foi para isso que vieste
Para fazer parte ...
Não veio apenas para observar
Veio sentir, realizar, viver
Veio sendo parte de tudo
Desça mais uns degraus
E veja você, sinta
Descer a escada da humildade
Não te impedirá de subir
Outra vez...
