Entenda como Quiser So Nao me Julgue

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Quem tem como bússola a luz da fé, jamais se perde de Deus nessa vida.

Cuide de você como cuidaria de alguém que ama profundamente. Seja seu abrigo nos dias difíceis, seu colo quando o mundo parecer duro demais. A felicidade não está no outro, nem no amanhã , ela está na escola silenciosa que você faz todos os dias : a de se amar, se respeitar , se priorizar.
Um dia, vai perceber que tudo o que buscava fora estava dentro. Seu coração , esse guia silencioso, sempre apontou o caminho de volta para casa: o lugar onde mora sua paz, sua verdade e sua força.
É lá que a vida floresce, quando o amor próprio enfim desperta.⁠




Jordeane lemes

Quando se tem consciência, após uma reflexão - natural ou forçada - você tem como alterar o caminho e evoluir.

⁠Como seria agora, se todo o sossego, todo o bem-estar, toda a satisfação chegasse assustadoramente ao fim?

Franz Kafka
A metamorfose. São Paulo: Companhia das Letras, 1997.

Cuidado. É possível que aquilo que você veja como defeito na pessoa amada, outros enxerguem como raridade.

Antes de sentir-se injustiçado, considere a hipótese de que a forma como você foi tratado tenha mais haver com reciprocidade do que com indelicadeza.

É preferível ser visto como um "erro" pelos olhos da tradição humana do que ser um erro diante da clareza das Escrituras.

A ansiedade é como um mar revolto, mas a fé nos ensina a nadar contra as ondas.

“O Corpo como Templo.”




Se eu pudesse descrever a maior obra de arte criada por Deus, diria sem hesitar: foi o corpo feminino, em todas as suas formas. Nunca houve prazer maior do que contemplá-lo, sentir sua beleza em cada detalhe e me perder nele.
Não existe sensação mais poderosa do que ver minha mulher se desfazer em prazer em meus braços, seu corpo tremendo enquanto goza. Nossas intimidades se encontram em um encaixe perfeito, como se tivéssemos sido moldadas uma para a outra.
As respirações se tornam descompassadas, os sussurros se transformam em gemidos, e a madrugada se entrega ao nosso desejo. Entre suor, pele e paixão, somos obra e artista, pecado e redenção — duas mulheres consumidas pelo êxtase de existir uma na outra.


— C.N.

A vida é um caminho sem fim, e em sua jornada, muitas vezes nos perdemos. Somos como viajantes, assumindo papéis diferentes ao longo do tempo, em corpos distintos. Nossos maiores erros são cometidos movidos pelo medo. Tememos perder a juventude, o poder, os bens materiais e até os afetos. Lutamos contra impérios e nações poderosas, buscando nos preparar, dia após dia, para sermos vitoriosos em todas as batalhas da vida.
Mas, mesmo quando conquistamos todas as vitórias, muitas vezes nos perdemos de nós mesmos. O verdadeiro julgamento ocorre quando, ao deixarmos este mundo, nos deparamos com nosso reflexo no espelho da consciência. Ali, somos o réu, o juiz, o promotor e o executor de nossa própria sentença.
Quando nos desprendemos do corpo material, podemos finalmente ver a verdadeira beleza de nossa alma, sem adornos ou máscaras, apenas a luz pura que nos coroa. Nenhum tesouro do mundo pode se comparar a isso. Nem riquezas infinitas, nem terras vastas, nem palácios magníficos, nem prazeres passageiros.
Ao partirmos deste plano, nos tornamos iguais. O verdadeiro poder não se mede em riquezas ou status, mas na consciência com a qual vivemos. Um poder silencioso, que não busca dominar, mas que brilha sem ofuscar, mais radiante que todas as moedas de ouro que podemos acumular. Precisamos urgentemente abandonar as disputas por um poder falso.
Devemos começar com nossas casas, trazendo paz para nossos lares e dando liberdade genuína aos nossos jovens, que são mais preparados do que imaginamos. As guerras começam dentro de nós, nos lares, nas escolas, nos templos. Quando as guerras externas se manifestam, muitas vezes achamos que não temos nenhuma parte nelas, mas devemos entender que elas são o reflexo dos conflitos dentro de nossa própria mente.
Nosso poder bélico interno é grande: somos capazes de ferir alguém com nossa intolerância, indiferença, ódio disfarçado e palavras cruéis. Buscamos território quando insistimos em estar sempre certos, quando humilhamos o outro para nos sentirmos vitoriosos.
Beleza, juventude, riqueza, carisma, poder… Quem pode ter tudo isso ao mesmo tempo em uma única vida? Podemos nos embriagar com essa mistura e nos identificar com o personagem que criamos. Mas, ao deixar tudo isso para trás, chegamos à verdadeira fonte de poder, à qual nos curvamos com reverência, assim como nossos súditos fizeram um dia. Nesse momento, nos tornamos servidores da luz, como todo bom líder deveria ser.
A vida é assim: um dia somos homenageados, no outro homenageamos aqueles que nos abriram os caminhos para que pudéssemos estar aqui hoje, compartilhando essa mensagem com todos que têm sede de conhecimento e que marcham com coragem na jornada da evolução do ser.


Canalização - Clp

⁠Livros são caminhos abertos pelo tempo, deixados como rastros pela historia da humanidade.

Eu fico tão chateado
vendo minha impotência diante de tudo,
como se eu tivesse chegado tarde
a um incêndio profundo.


Odeio qualquer tipo de injustiça.
Cada gesto cruel me atravessa,
cada silêncio diante da indiferença
parece uma culpa que também me pesa.


E no meio desse caos eu existo,
condenado à consciência de mim,
como alguém jogado na sarjeta
sem destino, essência ou fim.


Lançado em um mundo sem essência,
sou condenado a me inventar
na solidão da existência,
e entre ruínas, continuo a mudar.


Não há destino escrito para mim.
Há apenas a tarefa de escolher.
Cada escolha me compromete.
E mesmo assim sou livre ou condenado a ser?


No fim, existir é isso:
não se curvar à mentira bonita,
não normalizar a violência explícita,
mesmo quando o mundo pede submissão,
seguimos em construção.


É escolher sem garantia, na contradição,
é sustentar a liberdade como condenação,
é negar o que nos diminui em toda situação,
é carregar sozinho o peso da decisão,
e ainda assim afirmar a própria condição.

"A felicidade é como o vento: vem e vai, leve, inquieta, efêmera. Já a paz é o chão onde os pés descansam depois da tempestade. Há momentos em que escolher a paz é renunciar ao brilho momentâneo da alegria para abraçar o silêncio sereno de quem sabe que fez o que precisava ser feito. Nem sempre o coração sorri, mas quando a consciência repousa tranquila, a alma agradece. Porque a felicidade é emoção; a paz, é sabedoria.

Acordei em vestes estranhas,
como se quisessem roubar quem sou,
mas dentro daquelas roupas alheias
meu espírito livre despertou.

Tentaram calar minha voz,
apagar meu nome, minha luz,
mas Deus me vestiu de coragem
e me cobriu com o sangue da cruz.

Não era minha a roupa no corpo,
mas era minha a alma que ardia,
renascida em fé e verdade,
forte como nunca seria.

Hoje visto apenas esperança,
sabedoria e intuição,
pois ninguém pode roubar de mim
o milagre da ressurreição.

O que sua mente produz em silêncio, na maioria das vezes, seu corpo entende como sugestão.

Pensar é a ação mais óbvia, mas somente alguns sabem pensar bem, como se deve.

⁠Como um simples mortal,
pode dizer ao outro,
como viver mais?!
A longevidade está apenas em
DEUS, o dono da Vida!

Carrego no peito a tristeza,
como sombra que insiste em ficar,
mas junto dela nasceu a clareza,
um novo olhar para enxergar.

A inocência se foi no silêncio,
mas deixou em mim intuição,
agora percebo os caminhos,
e não me perco na ilusão.

A dor me ensinou a ser forte,
a fé me guiou na escuridão,
Deus me ergueu das cinzas,
me deu vida e direção.

Ainda choro lembranças passadas,
mas cada lágrima é oração,
pois sei que da dor renascida
floresce a sabedoria em meu coração.

Como faz para livrar dessa prisão?⁠

A gente vive como se tivesse tempo de sobra. E o tempo… anda de fininho, pregando peça na gente. Poucas coisas nos humanizam tanto quanto o luto. É um choque seco, direto. Um corte na ilusão de que tudo pode esperar, de que dá pra deixar pra amanhã. Porque, quando a perda chega, de repente, o amanhã que a gente guardava com tanto cuidado… não existe mais.

A gente passa a vida fazendo planos como se o calendário fosse o nosso aliado, como se o relógio estivesse do nosso lado. E o luto escancara isso sem delicadeza nenhuma. Perder alguém muda o jeito como a gente enxerga o tempo. Você percebe que ele não era tão longo quanto parecia. Que aquela conversa podia ter acontecido. Que aquele abraço podia ter sido dado. Que aquele café não precisava ter esfriado.

É como se o relógio risse da nossa pressa. A gente corre para tudo… menos para o amor, menos para o afeto. E aí, quando não dá mais, a gente entende. Entende tarde. Entende na dor.

O luto humaniza porque tira a gente do automático. Ele quebra essa ideia de controle que a gente insiste em ter. Ele lembra que a vida não é um projeto infinito. É uma travessia. Uma viagem.

O tempo não avisa quando vai acabar. Mas sempre mostra, do jeito mais duro, que ele nunca foi garantido. Zero garantias.