Entenda como Quiser So Nao me Julgue

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Um sopro atravessa a sala,
sem som, sem pressa,
como quem toca sem tocar.
A luz muda de tom.
Nem laranja, nem ouro —
apenas o que resta quando o dia
esquece de terminar.
As paredes não dizem,
mas sentem.
O relógio não marca,
mas para.
Por vinte minutos,
algo maior do que o tempo
resolveu ficar.
Venceu a etapa de quando dois ventos sopravam dentro de ti —
um a busca, outro um sussurro,
divididos entre desejo e vazio.
Venceu.
Minha força é chama viva: não queima, apenas ilumina —
e assim, dissolve o que não encontra raízes.
Ares que vieram, regidos pela leveza e pela dualidade,
ressentidos em dança, curiosos, sem fundação, também logo se foram.
Mas eu — inteiro, com mil facetas convergindo —
sou o eixo que o vento não pôde partir.
Temos mar dentro do peito,
íntimo, sussurrante, lento.
Nessa maré que nunca se cansa,
há compaixão, há dádiva, há dom.
Não existe solidão tanto quanto
a paisagem seca de quem desconhece o mar —
e contempla isto em silêncio.
Observa, mas não compreende.
Tenta tocar, mas a água escapa.

Cuidado com o que você prega, pois se você ver como normal a ideia de que empresários de direita tem que demitirem os funcionários de esquerda, você por sua vez constrói o seu próprio monstro e condena a si mesmo.

A lei do retorno é como um eco invisível da vida: tudo aquilo que oferecemos ao mundo encontra um caminho para voltar até nós. Muitos a chamam de justiça divina, outros de energia universal, mas no fundo, trata-se de uma verdade simples — nossas atitudes carregam consequências.
Quando espalhamos amor, respeito e bondade, abrimos espaço para que esses mesmos sentimentos floresçam em nosso caminho. O inverso também é inevitável: quem semeia dor, injustiça e ingratidão cedo ou tarde se depara com o reflexo do que causou. A vida pode até parecer demorar a ajustar as contas, mas ela nunca esquece.
A lei do retorno nos ensina que nada fica impune e nada é desperdiçado. É um convite à consciência: pensar antes de agir, falar antes de ferir, escolher antes de se arrepender. Pois cada gesto, por menor que pareça, é como uma semente lançada ao solo da existência. Mais cedo ou mais tarde, ela germina e volta para o coração de quem a plantou.
Assim, viver de forma íntegra e justa não é apenas uma questão de ética, mas de sabedoria. Afinal, tudo o que damos à vida, a vida nos devolve — às vezes em dobro.


Glaucia Araújo

Penso no amanhã, assim como penso no hoje.

Saber é colher silêncio como sabedoria.

Prefira ser usada por Deus como instrumento para a cura, a luz e o consolo dos sofredores do que ser violada pelos homens e se tornar objeto de prazeres degradantes.

“Eu morro, como morre a sombra ao anoitecer.”

“Triste, como os dias cinzentos, na beira de um mar que, distante, ondeia sem rumo.”

“Esperar é aceitar o presente como morada, sem pressa de alcançar o futuro.”
— Os`Cálmi

"A Morte é um bem para todos os homens; É como a noite desse dia inquieto que se chama vida"

Te desejo em cada instante, e seja como for, você é a minha escolha.

DIVERSÃO


O amor sorrateiro
Ė como um menino faceiro
Pula janela, invade quintais
Brinca no parque, se faz de tonto
Cai e levanta
E não tem tombo que chegue
É corajoso, não teme ninguém


* Poesia selecionada e publicada em 1º lugar pelo Concurso Poesia
Premiada, em 2019

A Verdadeira amizade é aquela que pensa como você, que te ama mesmo nas dificuldades que te acolhe nos dias tristes e nunca te abandona!

Seus olhos são como a luz das estrelas...

Dizem que eu te busco sem ao menos sentir a intensidade ou como reluz.

Quando Deus me chamou para ser coroinha sentir no coração a felicidade e assim como os outros coroinhas servindo o Altar do Senhor."⁠🙏🏻🇻🇦

Gosto do perfume dos livros antigos,
páginas amareladas, ásperas,
como memórias que resistem ao tempo.


Gosto de rir do que é bobo,
do que não cabe na lógica,
mas transborda no riso.


Gosto de comprar inutilidades,
pequenos achados sem função,
mas que enfeitam o instante
e acendem, por um dia,
a alegria.

Gosto do serrado, onde tem muita neblina; gosto do tempo de frio, assim como eu me arrupeio, sei que algo tocando ⁠em mim, bem provável que meu anjo da guarda me protege, que dá aquele frio

No momento em que nos vemos como objetos descartáveis passamos a distinguir uns aos outros como desiguais, sendo assim, quanto mais “adesivos de rótulos” tiverem em mim, sou um produto melhor pelo o que apresento exteriormente. Certamente, uma futilidade coletiva.

Como ver alegria na dor? Como ver paz na guerra?