Entao me diz Alguma coisa
Lembre-se : O lugar do passado é exatamente onde a palavra diz: no passado!
E quando não se consegue folhear as páginas da vida com naturalidade, o essencial é que então, você as arranque.
Mesmo racionais, ao conversarmos com o coração não entendemos nada do que ele diz e nem ao menos sabemos sob o comando de quem ele pode agir!
Uma paulada no coração diz...
Uma paulada no coração sabe dizer de mim.
É assim com você?
Pois é assim comigo também!
Não saberia me comunicar de outro jeito
se coração ferido é coisa de dois.
Paulada em coração que sente amor é saudade.
“Você pode tentar ser alguém que não é, mas isso não será estilo. Se alguém diz: ‘compre isso, você estará estilosa’, você não estará estilosa porque não será autenticamente você. Primeiro você precisa saber quem você é, e isso é um processo doloroso”.
Os olhinhos pequenos apareciam pelo o canto da porta, tão engraçadinha, cheia de rimas, sorria e dizia amor em voz alta, contava até três pensando de vez no teu português. Soltava os cabelos pelo ar, sem se importar, os penteava e ria, ria com gosto cheia de dizeres, sem graça batia as palmas, sonhava e gritava, entre segundos ou milésimos, não sabia o tempo certo, nem se importava, estava livre, leve, solta, jogava-se pelo vento, "anda bonito e tem um brilho no olhar", engasgou-se em risos. Vinha e ia, para lá, para cá, tão indecisa, nunca sabia o que queria, uma hora ria e ria outra não se podia entender "engraçadinha e complicada" pensou ela mais uma vez. E quando as palavras iam se esvaziando de sentidos, os contos, as poesias e os poemas cheios de ritmos, tudo ali incompleto diante dos teus olhos, tava faltando graça, tava faltando amor, escreveu pela tarde toda, chorou algumas vezes, mas escreveu, tão simplista e maravilhoso. Choveu forte nas palavras, os sentimentos a deixavam assim, era tão doce como mel e tão amarga ao mesmo tempo, sua acidez dissolvia as tuas dores mais impertinentes. Cheia de prosas e encantamentos, tentou e rimou mais uma vez, levou, beijou e amou. Entendeu, compreendeu, sofreu, escreveu e pela 4º vez no dia sorriu mais uma vez.
O Deus que eu creio, passa a mão no meu rosto, enxuga aquela lágrima insistente e diz: "Não chora não." Eu estou aqui com você.
E o que machuca mais não é falta de amor não, é quando alguém diz que te ama em um dia e já no outro, não te ama mais.
As folhas caem, o destino muda e a vida diz “o que é bom, sempre acaba” não posso falar se é verdade, tampouco se gosto disso, não tenho certeza do tal também. A felicidade vem, quem sabe com alguém... A felicidade fica, mas por coisas da vida, ela perde o uso como aquele brinquedo velho que você não quer mais, mesmo com lembranças ele continua guardado, mas se você o joga fora por sua inutilidade, é como se a saudade fosse menor. A felicidade não se foi, você a tirou de sua vida. Se felicidade fosse um brinquedo, você teria sorte, brinquedos lançam novos e podemos comprá-los... Se a felicidade fosse mesmo algo assim, ninguém precisaria de mim. Temos sorte por saber – ou dizer que sabemos – viver, porque viver é amar não só amar alguém, amar a vida e aquele simples brinquedo velho.
Diz-se sobre o destino que o mesmo é escrito, assim não teríamos tempo para o acaso, como se participássemos de uma música tonal, contínua. Não acredito, sou fã da contingência, respiro um ar de eventualidades e casualidades, de tropeços, meu destino não fora escrito, minha história é uma modificação moderna de uma vida regrada em incertezas, apegos e desapegos, com muito choro, risos e velas.
" Nunnca deixe aquilo que se quer dizer entalado em sua garganta bote pra fora o que queira dizer ! "
Me diz o que a gente faz...
Quando a madrugada é longa e não nos deixa dormir
Quando o sono não vem e não nos deixa esquecer alguém
Me diz o que a gente faz
Quando todas as musicas lembram apenas um sorriso
Quando a saudade chega em um ponto em que não suportamos a dor que ela causa
Me diz, o que a gente faz?
Quando ficamos um dia sem ver alguém e o tempo parece não passar
Quando a ausência incomoda, e até quando a presença dá saudade.
Me diz o que a gente faz, pra conquistar um coração
Pra passar mais tempo junto,
Pra viver mais feliz, e amanhã ter certeza de que vou te encontrar,
Me diz o que a gente faz,
Pra viver o tempo que puder
ao lado de quem a gente quer?
Às vezes uma pessoa ou outra diz a ela que não se pode viver assim, fechando os olhos pras coisas à sua volta. Mas a moça, agora tão esperançosa, não só fecha os olhos como também, tapa os ouvidos.
Tantas pessoas passaram por ela, tanta coisa foi dita, tantas promessas que jamais foram cumpridas e ela fica pensando sozinha que, se ela já perdeu tanto tempo com sentimentos de papel, vale a pena - e muito - esperar por alguém que há tanto tempo faz parte da parte mais íntima da sua vida: o seu sonho de ser feliz.
Mudei, admito e tenho dúvidas se foi para melhor. Tenho dois lados por dentro, um que diz sim ao ódio e outro que tem medo do amor. Um que me faz errar mais do que devia e outro que me faz arrepender de não ter feito o que podia. Um lado egoísta e outro que pensa mais nos outros do que em si mesmo. Um que diz que estou horrível e gorda, e outro que diz que estou linda. Sou confiante e insegura, feliz e chateada, legal e insuportável, romantica e rebelde. Choro e não sei se é de felicidade ou de tristeza, grito e não sei se é de alegria ou desespero. Estou tão confusa e paranóica! Tão... tão carente e... feliz! Tão criança e madura, tão sozinha e tão bem acompanhada, me sinto realizada, sem os pés no chão, voando em pensamentos infinitos e sonhos impossíveis. Acho que estou entrando em uma fase que ninguém vai entender se eu explicar. Então... deixa pra lá! Pra quê explicar? Vou deixar assim, ficar subentendido...
