Ensina
O Hino Nacional Brasileiro prova que a emoção da fruição ensina o coração; antes mesmo da compreensão da razão.
A ciência me ensina como as coisas funcionam. A fé me lembra que nem tudo o que importa pode ser medido. E a paz nasce quando consigo admirar ambas sem confundi-las.
O Espírito Santo é o Consolador prometido que ensina todas as coisas e guia o Cristão em suas decisões, suprindo a paz que nenhuma formação acadêmica pode proporcionar. P.G
"Educar uma criança é ensiná-la a pensar, preparando-a para enfrentar a vida. Adestrar é fazer da criança um soldadinho de chumbo, incapaz de pensar, que apenas segue ordens.
A agressão física e/ou verbal deseduca a criança, pois dilapida os seus pensamentos, os seus sentimentos e a sua personalidade.
Pais que educam só através do medo, anulam a personalidade da criança, incapacitando-a de tomar qualquer decisão por ela mesma. O medo desinforma a criança sobre aquilo que se espera dela, lhe trazendo desconfiança e insegurança na família, algo que é imprescindível para o seu bom desenvolvimento."
A reconstrução divina nos ensina buscar a autocrítica, e não os culpados. A manipulação de fatos verídicos é o caminho mais curto de volta ao fundo do poço."
Cada gotinha de amor que acolhe
é semente de futuro.
Na infância, o afeto ensina,
cura, fortalece e floresce.
E o mundo agradece…
um coração de cada vez. 💛
Dizem que o tempo cura tudo, mas a verdade é que o tempo apenas nos ensina a conviver com as cicatrizes. Por muito tempo, as suas palavras e atitudes foram o que definiu o meu humor e o meu valor. Mas as feridas fecharam e deram lugar a uma percepção nova: ninguém tem o poder de me destruir, a menos que eu permita.
A frieza que encontrei em você me ensinou a valorizar o meu próprio calor. Hoje, não olho para trás com arrependimento, mas com a clareza de quem sobreviveu a uma tempestade e agora aprecia o silêncio. Vou me reconstruir longe do peso das suas mentiras e da sua indiferença. O que tínhamos se dissolveu, e o que restou de mim é mais forte do que tudo o que você tentou quebrar.
Existem mil manuais prontos sobre como impressionar o mundo, mas nenhum deles ensina a suportar o peso de tentar ser impecável. A perfeição é um espelho bonito, mas que não reflete ninguém de verdade. Exigir o rascunho perfeito é esquecer que a vida é escrita a caneta, cheia de rasuras. Desculpa por não escrever a reflexão mais perfeita para você. Eu não sou perfeito. E, honestamente, no avesso das minhas falhas é onde finalmente encontrei a minha liberdade.
A vida é um processo que nos ensina, que mais vale o percurso, do que o ponto de partida ou da chegada.
Às vezes, o destino nos ensina que nem todo amor é feito para ser vivido lado a lado. Há pessoas que habitam nossos corações com uma intensidade silenciosa, mas que não encontram lugar em nossa rotina, em nossos dias, em nossa vida. E é nesse espaço invisível — entre a lembrança e a ausência — que elas permanecem: como saudade, como aprendizado, como um amor que não coube no tempo, mas que jamais deixará de existir dentro de nós.
Em um passado próximo pela pedagogia tradicional, todas as crianças recebiam um conjunto de ensinamentos padrão, igual para todas, para que no futuro pudessem optar por uma personalíssima formação. Com isto, muitos dos saberes aplicados eram desperdiçados pois nunca mais iam ver e nem aplicá-los para nada. Resultando em confusão. Hoje na pedagogia integral, o ensinamento básico comum a todos, não devem ultrapassar a vinte por cento e deixando oitenta por cento, individualmente de conhecimentos que a criança tem maior afinidade, interesse, facilidade e predisposição natural para mais se desenvolver tanto no campo profissional, pesquisador e no âmbito acadêmico cientifico.
Meu mestre espiritual grego-armênio George Gurdjieff. G nos ensina como conquistar a perfeita harmonia em cada nível, por um processo de conquista: do corpo físico, do corpo causal, do corpo astral e do corpo mental. Além desses corpos, havia outros ainda mais sutis e quem conquistasse o mental teria como legado infinitos níveis de consciência nos limites do universo, e seria uno em todas as coisas. A base para compreensão está no eneagrama, que pode ser expresso como oitavas da escala musical " dó, ré, mi, fá, sol, lá, si " e dentro da escala tradicional os semitons, que aparecem entre os intervalos " mi-fá e si-dó " que derivam os "choques externos".
A teoria deduz, pensa em como as coisas poderiam ser, mas a prática ensina, aprende e mostra.
De nada adianta viver se perguntando, teorizando como seria determinada situação, se você nunca viveu ou não está vivendo ela de fato.
É como, por exemplo, imaginar como seria estar em tal lugar. Quando faço isso, estou apenas teorizando, imaginando, superficializando uma situação na qual não estive, não experimentei de verdade. Mesmo que eu tente deduzir se seria bom ou ruim, só vou realmente saber quando estiver lá, quando estiver vivendo a experiência, no local, experimentando, aprendendo.
Da mesma forma, pessoas que se imaginam em um relacionamento com alguém, teoriza como seria namorar tal pessoa, imaginando como seria a convivência, positiva ou negativa, seja lá qual for o cenário que criem na mente delas. Mas, enquanto isso for apenas imaginação, não passa de uma teoria, sem qualquer prática real. Não importa o quanto deduzam ou imaginem, elas nunca saberão o que realmente é, até viverem isso na prática, até estarem no momento real, vivenciando o que ocorre nos detalhes, nas emoções, na convivência.
Independente de qual for a situação, o essencial é a ação, o movimento, o ir, o fazer, o viver. Só assim é possível entender, aprender e saber o que realmente acontece. A vivência é o que ensina, não a invenção de cenários na nossa cabeça. O que a teoria faz é criar dúvidas, deduções, suposições, mas nunca nos ensina de fato o que é bom ou ruim. Só a prática, a realidade, é que nos revela o que funciona e o que não funciona para nós. Por isso, é necessário se arriscar, se lançar na prática, para realmente saber.
Cada um tem suas lições na vida para aprender; ninguém ensina ninguém; as pessoas aprendem o que querem, quando querem.
A morte nos ensina a verdadeira igualdade; ninguém é rico diante dela.
Ela nos lembra que, no fim, ninguém leva nada.
A morte nos mostra que ninguém é melhor que ninguém.
Ela nos ensina que ninguém é perfeito.
E, acima de tudo, a morte nos revela a igualdade fundamental: ela vem para todos, sem exceção.
