Enigma
Existem lugares que nem mesmo eu posso entrar outros que tão pouco ouso tocar, seja por serem profundos ou obscuros de mais. No fim tanto faz se forem engolidos pelos meus irmãos ou clamarem pelas minhas mãos, o toque do tempo é pra todos e eu sou pra poucos...
O enigma da luz - Ygor Mattenhauer
A pressa que o consome em forma de ansiedade é por ser finito e por definição de tempo também restrito em suma maldade os sentimentos, experiências e bons ventos dão o pressentimento da imortal solidão que os pilares perpétuos tendem a ter pois como deuses e heróis tem de ser.
O enigma da luz - Ygor Mattenhauer
Na pedagogia da caneta azul,quem não faz nada é igual a quem faz pouco.E quem faz acima da média fica inferior a eles:o enigma.
O verdadeiro amor nunca se acaba, não se corrompe, não mente e te da tudo que você precisa. Quem não tem a capacidade de amar jamais saberá o que é o amor. Quem pensa que amar é querer ter o mesmo amor em para si não esta amando de fato pois o amor é de bom grado e não te pede nada em troca.
Se nada existe além do conceitos do nada os próprios conceitos nada seriam? Precisamos desvendar esse enigma.
Entre tantos “universos”,
O da mulher é um dos mais enigmáticos e imensuráveis!
Mergulhe neste mundo fascinante e boa viagem!
Poema da Madrugada.
As madrugadas se tornaram tão frias,
com toda essa ventania!
Vejo distinguir-me de todas as armaduras, muralhas, medos e outro bando de sentimentos inúteis, que são levados como as folhas que o vento leva.
Percebi que meus sentimentos haviam, dissimulado emoções insanas, mas jamais tão inconsciente.
Deus abençoe esses ventos noturnos, que faz com que esse outro "Eu" apareça, próximo das ideia completamente estéticos de palavras.
Então... Hoje eu, sou enigma, brinco de me desvendar, não basta apenas olhar para conseguir desvendar.
Sua beleza é como o alvorecer do dia que pela manhã revela o colorido das flores, à tarde o calor que aquece o coração, ao entardecer, o enigma de um esplendoroso pôr-do-sol...
ROMA AMOR RAMO
Radiante e
Onipotente
Místico
Afeto
Afeto
Místico
Onipotente e
Radiante
Radiante
Afeto
Místico e
Onipotente
Autor: Nélio Joaquim
http://enigma-poetico.blogspot.com.br/
Os enigmas constituem, por assim dizer, uma linguagem de transcendência que de lá nos chega como linguagem de nossa própria criação. Os enigmas são objetivos; neles, o homem percebe alguma coisa que lhe vem ao encontro. Os enigmas são subjetivos: o homem os cria em função de suas concepções, modo de pensar e poder de entendimento. Na cisão sujeito-objeto, os enigmas são, a um tempo, objetivos e subjetivos.
Aquele que não apreende a fluída linguagem dos enigmas, aquele que não se expõe aos golpes do destino está, por seu conhecimento supra-sensível, livre de sua liberdade, livre das situações limite e escapa aos problemas de Jó. O preço, porém, é o de perder a verdade.
o mundo mostra,
talvez não seja tarde para ler
quando abro a janela,quimera;
nadam nas profundezas,
criaturas hibridas,bipolarizadas.
De fato inebriadas,alienadas como mostra a ficção,
Se decifrar é uma tarefa fácil só os leitores saberão.
Ser o último é: Em um dia especial e muito importante, espera enfim que seja o primeiro, fica alegre há espera, mas quando percebe, já teve outras coisas mais importantes que ele, mesmo num curto espaço de tempo. Assim, acorda para a realidade e vê que até mesmo uma curtida e pessoas que desejam o que de mais precioso que ele tem estavam na sua frente. Porém, diante de tudo, o último se sente feliz e em paz, pois ele tem resposta do enigma: “Não sou Deus, mãe, família, amigos, nem anjo de guarda, ou qualquer espírito. Estou com você desde que nasceu, vivo com você a vida inteira e mesmo quando seu corpo apodrecer eu estarei com você. Quem sou?” -JMeireles
Desconheço uma pessoa que conheço. Onde estarás? Encontrar-se-ia na estação do ano que repara, que hiberna, que alimenta o horizonte invisível. Metamorfosiando-se em algo do algo que almeja. Passam-se os dias, vem o vento intrépido sussurrando de mansinho no horizonte. Este horizonte vertical. Ora quente, ora gelado... Era o teor do vento que pairava ali. Um vento seco feito a flor do cacto. Espeta-me, me faz eclodir do rochedo o qual estara. O ponteiro do relógio mostrava-me que já estava em outra dimensão. O horizonte tomou forma, floresceu, bebeu da água dos deuses, virou uma rosa. Mas o desconhecido continua desconhecido. Por fim, desconheço-me!
A preocupação do mágico não está somente em esconder alguns truques, mas muita das vezes em cuidar para que não seja percebida a mágica que faz.
E o meu travesseiro já não cheira mais ao cigarro que fumei em meio a solidão ou ao suor de uma noite banal. Cheira ao teu corpo, que me completa na falta de som de noites em claro. Sim. É! Sei que tudo isso é raro. Mas o que posso dizer… eu mal posso esperar para viver ao teu lado.
