Engenharia Civil
"Políticas públicas de Proteção e Defesa Civil que excluem a participação efetiva da sociedade, especialmente dos mais vulneráveis, deixam de ser verdadeiramente defesa civil e se tornam meras formalidades sem impacto real."
"Proteção e Defesa Civil Brasileira: não é milagreira, nem majoritariamente profissional. Carece de investimento, qualificação acadêmica e estrutura para cumprir seu dever constitucional na gestão de riscos e desastres. Ainda assim, é tratada como última prioridade orçamentária e mero puxadinho político."
Enquanto uma única vida for perdida em Desastres, todo o sistema de Proteção e Defesa Civil terá fracassado miseravelmente.
Sem a Gestão de Riscos, a Defesa Civil se reduz a uma simples obrigação legal, sem cumprir o seu dever e alcançar sua plena eficiência e eficácia na proteção, prevenção e preparação da sociedade para os desastres.
Uma Defesa Civil que exclui a participação ativa da comunidade, das organizações públicas, das ONGs e do setor empresarial na elaboração e operacionalização de um plano de contingência para os desastres não está cumprindo sua função essencial; está, na verdade, distanciando-se de seu propósito fundamental e negligenciando seus princípios básicos em Proteção e Defesa Civil.
Avaliar a eficácia de uma Defesa Civil apenas pelas ações corretivas e perpetuar a lógica da resposta tardia do Estado é elogiar o bombeiro e ignorar o incendiário: sua verdadeira medida de desempenho está no que consegue evitar ou minimizar não no que tenta remediar depois do Desastre consumado.
A proatividade é um pré-requisito inegociável na Defesa Civil, sobretudo na Gestão de Riscos.
Se essa habilidade ainda não faz parte do seu repertório profissional, há duas possibilidades: Você está falhando gravemente ou a Defesa Civil não é o lugar certo para você.
Traduz a luta, combate a parte, Declarada a guerra civil;
Centenas de bonecos marchando,
Algo que nunca se viu.
