Encontro entre Amigos

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⁠No abraço dela encontro lar,
Em seus olhos, o mar a navegar.
Amar é poesia, é doce melodia,
Nos versos da vida, nossa sinfonia.

Seu toque, um verso suave,
Em cada palavra, um laço que grave.
No coração, um turbilhão de emoção,
Em seu amor, minha eterna canção.

No calor do seu abraço, meu desejo favorito,
No seu sorriso, meu lugar predileto.
Em cada beijo, a poesia se faz presente,
Em cada gesto, o amor reluzente.

Amar é assim, poeticamente intenso,
Um encontro de almas, um doce consentimento.
Em cada verso deste poema, eu te celebro,
Pois contigo, meu amor, sou completo.

A vida não nos transforma de uma só vez; ela nos revela aos poucos. Cada encontro, cada perda e cada escolha mostram partes de nós que permaneciam escondidas até que o tempo as trouxesse à luz.


-Jouberth Toffoli

Imperfeições


Sem destino ou hora pra chegar,
Me encontro parado no mesmo lugar,
Esperando algum dia você voltar
E o nosso destino se encontrar.


Entre tempos escuros e temporais,
Olho para dentro de mim e pergunto o que restou.
E, às vezes, quando olho para trás,
Sinto falta da melhor versão que sou.


Aprendemos juntos sobre o amar,
Mas entre nós, tantas palavras se perdiam,
E os momentos de silêncio diziam o que não conseguíamos falar.
E hoje passo todos os dias contando as horas
Para, quem sabe, recomeçar mais uma vez.


Deixar o passado do lado de fora
E aceitar que somos feitos também de imperfeições...
O amor sempre foi uma escolha,
E todos os dias eu escolhi amar você.

1 de fevereiro


"Pai, em Ti encontro ânimo para cada novo amanhecer, pois Tua luz dissipa toda sombra de desânimo. És minha força quando as batalhas parecem pesadas, meu refúgio seguro nos tempos de aflição.
Minha esperança e meu exemplo


Com fé inabalável, sigo firme em Teus caminhos, sabendo que Tua mão me guia sem cessar. Sou mais que vencedora, pois Tu és o meu sustento.


Que assim seja!"


Amém!

𓂃 ོ𓂃
Saudades tuas, poesia.
Onde era para estar, encontro rimas
De negócio, política e religião.
Sei que está em tudo, fazendo versos,
Mas não vejo tal versão.
Saudades tuas, poesia.
Da tua, da minha e de outrem.
Onde a inspiração era música,
Canto do passarinho e o balançar do vento.
Saudades do antigo lugar,
Que hoje está ao relento
Sobre as ruínas do novo tempo.
𓅓

É nos teus olhos que encontro o mapa para a minha verdadeira paz.
Estar com você é ter a certeza de que, não importa o quão forte seja
a tempestade lá fora, nos teus braços eu sempre estarei em casa.
Você não é apenas o meu amor; você é a minha direção, o meu destino
e a razão pela qual eu finalmente parei de
vagar e decidi FICAR.
___ENZO RUCHELL _

Ore para que a Bíblia volte a ser o lugar do seu encontro com Deus.

Nem toda presença é permanência; acolha cada encontro conforme o propósito de Deus. O coração não precisa fechar as portas, apenas discernir, pela graça, quem deve habitar nele.

Toda teologia é incompleta se não se traduzir em um encontro real com Deus.

A autopercepção de Paulo mudou drasticamente depois do encontro com Cristo em Damasco: o fariseu outrora orgulhoso deu lugar ao apóstolo amadurecido, cuja profunda humildade o fazia reconhecer-se como o principal dos pecadores.

Sempre me encontro comigo mesmo nas coisas que eu já escrevi. Como pude ser tão velho e sábio anteriormente e, agora, tão jovem e curioso? Todos esses eus não dependem do tempo, estamos todos aqui.

Quem é de verdade demora pra encontrar par.
Porque o certo não é sorte.
É encontro.
E encontro com manual custa caro: custa esperar.

Van Escher

​O encontro traumático da consciência com a realidade ambígua nos força a habitar o paradoxo. Para cada paradoxo, buscamos equações e um equilíbrio da realidade, fundamentando a teoria nos fragmentos de conhecimento que nos restam — a reminiscência de uma intuição inata do visível.
​Percebido inicialmente nas arestas da superfície, o mistério se desdobra das camadas superiores às inferiores. Ao infinito, vemos aglomerados de convergência: respostas que geram ainda mais perguntas num espaço contínuo e num tempo relativos ao paradoxo inicial.
​O olhar fixo, contudo, é limitado pelo pensamento binário e objetivo. Tentar analisar a "caixa dentro da caixa" transforma a toca do coelho em uma dimensão paralela, alterando o próprio observador — o ser desnaturado e oblíquo. Muitas vezes pairamos por essas ideias sem compreender a continuidade política e estrutural da perspectiva. Essa noção nos coloca diante de variáveis infinitas ou de fragmentos frágeis do que somos em face do real.
​Em nossa busca puramente visual, não ouvimos nem sentimos que o tempo é uma variável e que a gravidade é a lei oculta sob nossa visão tacanha. Vemos o barco, mas esquecemos a imensidão do mar e os conceitos espaciais do horizonte. Ou sentimos que as estrelas viajam pelo cosmos, mas não percebemos a teia que nos une a elas.
​Os laços entre consciência e conhecimento flutuam entre o deslumbre e o medo que nos conecta ao fundo da realidade. O azul que preenche os céus nos confere a ilusão e a liberdade de voar pelo universo. Aqui, o mito da caverna de Platão ganha novas páginas, nas quais a lógica estritamente física se torna irrelevante diante da linha de continuidade da perspectiva.
​Palavras lançadas em um sistema sustentável podem distorcer o foco, pois o tecido da realidade é composto por múltiplos paralelos que dependem do aspecto e da reação propostos. Definimos o resultado como zero, mas o zero nunca existiu: é apenas o ponto de partida arbitrário, pois, sem ele, o um perderia a própria noção de ser um. Da mesma forma, a existência do infinito contido entre o número três e o quatro desmonta a relevância da gravidade espacial como o marco zero absoluto.
​Deflagrar o paradoxo inicial na sua totalidade exige compreender que a velocidade da luz pode ser a própria negação da escuridão, e o ato de sentir é a variável que conecta cada ser ao objeto — inerte ou em movimento. A realidade pode ser elevada à segunda potência: a máxima complexidade da singularidade é apenas a somatória do próprio ser refletida em um multiverso de horizontes.
​A perspectiva numerológica nos faz crer no tempo como medida real, quando o número é apenas a limitação humana tentando enquadrar o incompreensível oceano do tempo e do espaço.

A conclusão sobre ações da consciência o traumatico encontro com a realidade ambígua.
Nos faz existir dentro do possível paradoxo.
Cada paradoxo temos equações e equilíbrio de realidade no fato que teoria tenha base e fragmentos do do conhecimento reminiscência da virtude da compreensão inata do vemos.
O conceito inicial visto nas arestas da superfície inicial. Compreender mistérios da camadas superiores ao inferiores até o infinito vemos aglomerados de convergência, respostas mais perguntas no espaço continuo e tempo relativos ao Paradoxo inicial.

Nossos olhos se encontram em meio multidão.
Subimos a escada rolante o encontro no sobe e desce...
O coração bate mais forte num instante eterno nossa almas se tocam.
Luzes dô telão dão contraste em meio as pessoas escutamos nossos corações baterem no mesmo ritmo.
E seguimos em mais um encontro eterno e maravilhoso...

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.Efeito borboleta o caos caótico da fisica de um sistema a possibilidade é simplicidade abandonado do real paradoxo alinha do futuro pode ser alterado com um corpo pode existir num estado inerte todavia da teia cronológica do ser sendo dois seres não podem existir no mesmo espaço. Porem no mundo quantico a verdade e o linear de cada ser pode ser possível, mais com variáveis da estabilidade gravidade sendo o paradoxo do eu infinito.

“A verdadeira amizade é um encontro de almas que se reconhecem além do tempo. Quando dois seres caminham juntos com sinceridade, suas energias se entrelaçam e se fortalecem, criando uma luz capaz de sustentar ambos nos desafios da vida. A amizade é um Reiki silencioso que cura, ampara e eleva.”

A fé !!
A fé uma experiência particular , um testemunho de cada um de nós.
Um encontro conosco e com Deus .
Fé , resignação ao que nos apresenta muitas vezes através do cotidiano , compromisso , entrega e lealdade .
Capacidade de olhar a frente com amor , esperança , força .
E nesta busca , procura incessante ao Pai , chega - nos o encontro com Deus , e neste momento tão sagrado , profundo e sublime de entrega , louvor e adoração , agradecimento , me vem a mente :
Não foste tu que me procurastes , fui eu que vós escolhi , foste eu que te chamei . 🙇🏼‍♀️🙏👐📿
Simone Vercosa .

Do Silêncio Não Compreendido
Eis que o bom rapaz foi ao encontro da moça,
levando consigo não só um presente,
mas o que havia de mais sincero em seu peito.
Chamou ao portão.
E não foi ela quem surgiu,
mas outra presença,
silenciosa… e suficiente para que ele entendesse.
E então soube.
Não por palavras,
pois nenhuma lhe foi dada,
mas por aquela dor que fala sem voz.
Baixou a cabeça.
Recolheu o gesto.
Guardou o presente que já tinha destino.
E partiu.
Na praça, sentou-se em silêncio.
E, dentro de si, perguntou:
“Por que aquilo que é verdadeiro não encontra lugar?”
E o mundo… nada respondeu.
Os dias passaram,
e ainda assim seus olhares se cruzavam.
Mas onde antes havia leveza,
agora havia silêncio.
A moça, em sua própria confusão,
não entendia o que se passava.
E, sem saber, afastou o que não soube ver.
Perdeu… sem perceber.
E o rapaz, mesmo ferido, voltou.
Não por orgulho,
nem por certeza,
mas porque o amor ainda vivia nele.
Aproximou-se mais uma vez.
E encontrou… silêncio.
Então compreendeu.
Que o amor não se força.
Não se explica.
Não se pede.
Se não é visto, pesa.
Se não é sentido, se apaga.
E se não é recebido… se vai.
E assim, o rapaz partiu.
Não destruído,
mas mudado.
Pois há dores que não quebram ,
apenas mostram ao homem
o que ele não queria ver:
Que nem todo amor permanece.
E que, às vezes… amar
é saber ir embora.