Encontro entre Amigos

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Eu Amo todas as suas curvas,
Em ti me perco e me encontro,
Nossos corpos se encaixam feito luvas,
Em seu toque me perco e me desmonto.


Te desejo como se fosse primeira vez,
Te amo desde o primeiro sorriso,
te espero no sim, no não e talvez,
Pois te quero pra sempre comigo.


Te amo, simplesmente te amo

"Na solidão, encontro em Deus a canção perfeita que ressoa em mim."

⁠A ausência é um peso que me devora e enquanto me devora, me encontro.

⁠Diante ao caos
tu és
tu as!
Quanta beleza
mas, onde tu estás?
Será se encontro..
encontrás oque?
A tua presença
que és difícil de ver.

VAZIO ESTRANHO
Outra vez pensando apenas em caminhar
Me encontro confrontada
Com dúvidas sobre onde essa estrada
Vai me levar
Talvez haja pedras nesse caminho
E talvez eu caia
antes de entender por quê


Não chore
Ainda não é o fim do mundo
Se perder no meio do caminho
Encontrará a saída antes que o sol se vá
Todos nós em algum momento
Nos perdemos
E agora o que nos resta
Um vazio
Um vácuo
De quem ainda finge saber andar
⁠

É na natureza que encontro a força de Deus.
Natureza habitar do Divino Pai.

Me encontro em alto mar sem sequer saber nadar, quando o amor não cabe no peito e escorre pelos olhos, transformando cada lágrima em sal que se mistura às ondas. O vento rasga minha pele e a distância ecoa dentro de mim, mas ainda assim, me recuso a desistir. Entre altos e baixos, eu e ela nos perdemos e nos encontramos, como navios à deriva que insistem em cruzar o mesmo horizonte.

Há dias em que o céu se fecha e o mundo parece ruir, quando seu silêncio pesa mais do que qualquer tempestade. Mas então, basta um só olhar dela para que o sol volte a nascer dentro de mim, mesmo que por instantes. O amor que carregamos é feito de cicatrizes e promessas, de gritos e abraços tardios, e por mais que doa, é isso que nos mantém flutuando.

Eu sigo, com o peito cheio de água e esperança, sentindo na pele o peso da minha própria voz cansada, lutando para estar ali, lutando por ela. Porque no fim, mesmo que o mar tente me engolir, é por esse amor que eu escolho continuar respirando...

Solitude não é solidão. Solidão machuca, pesa, esvazia. Solitude é encontro, é abrigo, é escolha.


Por muitos anos, e talvez até hoje, achar conforto dentro da própria consciência parece um mistério. Ficar consigo mesmo nem sempre é leve, mas é revelador. Em pequenas conquistas e momentos de presença, a solitude aparece. Ela faz parte do processo. O cuidado é não deixar o recolhimento virar afastamento do mundo, porque aí o que era cuidado vira carência.


Estar só é só estar. Sem fuga, sem distração obrigatória, sem ruído para preencher o vazio.


É como limpar a casa por inteiro, não apenas varrer as migalhas. A diferença mora nos detalhes, no que quase ninguém vê, mas muda tudo por dentro.


Estar presente neste exato momento, fazendo o que se tem vontade. Sendo feliz, sendo estranho, sendo normal, sendo você. E isso basta.


Porque no fim, só temos esta vida e nem sabemos até quando. Seria uma pena ir embora sem estar em paz com a companhia da pessoa mais importante da sua vida: você.

Saudade é:

O encontro sempre adiado
O gelo que não derrete
Um grito de dor inaudível
Uma partida sem chegada
Tristeza e alegria numa só lembrança
O coração batendo no passado...

vida
Ainda que muitos não encontrem a paz,
eu, ao me virar, ainda me encontro.
Ainda me emociono,
ainda que seja apenas um sopro.
Ainda assim, é vida.

E, sendo vida, talvez devêssemos nos sentar e observar onde está o erro,
pois não existe somatório feito de um número só.

❝ ...Me encontro num mar de lembranças,
me perco em tantas buscas, saudades,
memoria. Fecho os olhos e vejo meu
passado, minha historiaria. Algumas
estampadas em dor e sofrimento. E
outras coloridas de Amor e aconchego.
Marcas na Alma de quem muito lutou
mas nunca perdeu a Fé. Saudades de
um tempo que não volta mas. Mas que
ficou gravado em minha memoria e
minha Historia...❞




--------------------------------------Eliana Angel Wolf

"A armadura descansa quando encontro o teu sorriso, mãe. O resto é apenas silêncio e gratidão."


--------- Eliana Angel Wolf⁠

No meu mundo

Mergulho nas profundezas dos meus pensamentos…
Só então encontro você.
Nesse mundo só nosso,
onde estamos blindados contra os curiosos
que nada entendem sobre o amor.

No meu mundo, posso cantar para você,
compor algum poema, talvez…
Fazer doces carinhos,
te encher de beijinhos,
te abraçar,
te amar…
Ou ser apenas um ombro amigo.
Ser é te fazer feliz.

A força que move o amor é imensurável.
O amor nos torna cegos, surdos e mudos…
Mas também nos torna vivos.
Nos dá esperança, planos e alegrias.
O amor é o próprio sentido da vida:
é o encontro de almas que se sintonizam
e transformam dois corpos em um.

No meu mundo, andamos de mãos dadas na rua…
Você cuida de mim, e eu de você.
Trabalhamos nos nossos sonhos
e nos tornamos exemplos de amor,
sob as bênçãos de Cristo, nosso único Senhor.

O Gigante de Argila
No ímpeto do encontro, o tremor me invadiu,
Diante do homem-muro, a fala se partiu.
Eu, que das palavras faço ponte e morada,
Fui silenciada pelo nada, na alma intimidada.

Vi em seu olhar a poeira da indiferença,
Onde a dor do outro é sentença ou ausência.
Eu levava o cansaço e o peso da agonia,
Ele, o título frio que de humano nada trazia.

Especialista em normas, mas analfabeto do ser,
Usa a praxe do descaso para não se comprometer.
Dono de um mundo pequeno, cercado de poder,
Não vê que a própria vaidade o impede de crescer.

Na despedida, o gelo tentou me contagiar,Pensei em ser fria, pensei em também me fechar.
Mas me diminuir? Nunca.
É no lutar que me refaço,
Recolho meus dados e ocupo o meu espaço.

Basta da opressão dos que se acham gigantes,
Medíocres que ignoram os corações pulsantes.
Lamentável é o cargo que não conhece a empatia,
Pois quem não sabe cuidar, na verdade, se esvazia.

Poesia de Islene Souza

O viajante chega a terra da poesia⁠; saindo alguém ao seu encontro, disse-lhe:
-- Sr. viajante, aqui é tudo diferente, as leis são os hábitos,
e as linguagens são as árvores,
há um liturgia do amanhecer, uma liberdade no sentar
e uma honraria ao morrer

Aqui, ninguém é esquecido, sem que outro possa lhe tocar
não há lugar escuro, toda luz que brilha no céu
ilumina esse lugar..

O Viajante iluminado, na terra da poesia.

Embora o buraco do poço que eu me encontro
Seja fundo ou muito profundo
Assim mesmo, eu ainda quero
Uma corda para laçar a lua, e me libertar
Dessa escuridão.

​"O sucesso é o encontro da técnica com a alma; não construímos apenas estruturas ou histórias, mas sim os palcos onde a vida ganha o seu melhor cenário."
— Anderson Del Duque

"O amor que eu busco não é um troféu, é um encontro de propósitos. Se hoje há resistência, amanhã haverá a prova de que a vontade supera a fama."

⁠Lutei tanto para não me apaixonar de novo, aí eu encontro você.

Merci. De novo me encontro aqui. Tenho novas ideias sobressaltos solenes que se apresenta à plateia. São esquivas todas as confissões, mas eis que não tenho adversários, se o verso cresce e não nomeio quem já se sabe nomeado. E cumpro a promessa, se mil poemas escrevo e muito mais será plantado, se minha alma lijongeira tem dois olhos encantados. Fartam-me assuntos se espreito a grandeza do mundo. E muito bem falo de você se escrevo diários que fazem do passado um presente encarnado. E me apraz mais a poesia do que a realidade, pois que o dia a dia tem sempre aquela velha mania de perguntar o horário. Aqui minhas rimas demoram e sou prolixa se me farto de vida e muito mais o poema convida. Você conhece bem meu vocabulário e não te espanta se não sou santa e vivo a noite como quem come o calendário, e se faz repetitivo se toda vez eu digo do sol, da noite, e do amor idealizado, pois que sou filha do tempo anacrônico e derramo romantismo quando já raiou o pós modernismo. E me encontro em todos os movimentos literários, se carrego em meu itinerário há tantos escritores passados e lhes dou vida quando a mente convida em frondosas terras já vividas. Descortino a língua portuguesa quando procuro novas certezas, a quebrar a lógica que não se encontra em qualquer loja, pois que arde o insensato na comida que se põe no prato. E me saceio se por um acaso eu falo e você me escuta, pois que são muitos os ouvintes e um só destinatário. Mas não se assuste se tudo se passa em um mundo imaginário e não ouso sair da poltrona e mexer no tabuleiro que ensina o mundo inteiro em minha compulsão de ser flor no chão. Como palavras se sou apenas uma pacata cidadã calada, que atravessa o céu e a madrugada para te falar inebriada. E leio a Bíblia como se nela acreditasse. Pois confesso ser uma farsa se me quero religiosa e tenho as mais duras perguntas que tortura o livro sagrado. E se digo que não acredito é porque acredito mais do é admissível. E não acreditar me seria impossível. Mas a teologia das línguas não se encontram e eu bem sei disso se apenas no verso fantasio. Colho esse tempo interessante, em que eu escrevo, e você escreve mais adiante, pois que temos fome de linguagem que nunca se farta. Cada um ao seu jeito leva o poema adiante e vale muito mais que diamante se a semente que se lança satisfaz a missão de nunca deixar endurecer o coração. Somos intensidade e muito mais nos fala a cidade se olhos penetrantes observam a engrenagem, e fazemos pouco, que é muito mais do não fazer nada. Me vejo compenetrada nas palavras ciladas que muito mais declara aquilo que cala. Se seus olhos não fossem tão doces, mais eis que me vejo enfeitiçada e acrescento rimas à sala. Uma longa jornada, e muito valerá se um dia olhar para e sentir que cumpriu sua missão em paz. Até mais, já que eu voltarei, pois a palavra é minha estrada e comigo divide a casa.