Encontro entre Amigos

Cerca de 48317 frases e pensamentos: Encontro entre Amigos

Andei entre as águas, os céus e o universo para tentar satisfazer tua mira, mas nao consegui vencer essa batalha! Mas tive algum conselho. "NÃO TE FERES PARA AGRADAR ALGUÉM,PORQUE NUNCA VAI LHE SATISFAZER,CADA DIA VAI PROCURAR ZOMBAR TEU TRABALHO.

Inserida por Furucuto

⁠A diferença existente entre nós é que você colocou enfrente o dinheiro e eu coloquei enfrente a amizade, é por isso, pensas que eu não te considero.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

⁠Entre a solidão e o desamor. Na última instância escolheria a solidão.
Daniel Perato Furucuto

Inserida por Furucuto

Entre fazer a justiça e perdoar, eu prefiro Perdoar. A justiça apenas gasta o tempo de estar livre e feliz.

Inserida por Furucuto

⁠O fim de uma relação quando começa, ela alimenta-se primeiro das nossas almas, mata o elo entre as pessoas, cava o ódio, cria o desprezo onde havia o amor e espalha os segredos mais sagrados. Furucuto, 2024

Inserida por Furucuto

⁠Moçambique hoje vive os seus piores momentos após a guerra civil que durou quase 16 anos entre o Governo da FRELIMO e da RENAMO. E muitos não compreendem que o sistema democrático Moçambicano foi mal pensado em todas as suas vertentes. Hoje exige-se algo que devia ser exigido no momento da assinatura do acordo geral de paz, a desigualdade social, política e econômica que hoje se vive em Moçambique é fruto de uma Democracia mal estruturada e mal pensada. Furucuto, 2024

Inserida por Furucuto

⁠Entre a amizade e o amor, a minha preferência é a amizade. Pois, o amor sempre exige uma troca de algo enquanto a amizade é aceitar o outro como ele é. Furucuto, 2025

Inserida por Furucuto

⁠Eu, bioquisicóloga! 😊

Fazendo as minhas pesquisas, entendi a grande relação que há entre as três graduações que escolhi: Biologia, Química e Psicologia. 🤗

Quero aqui descrever para vocês um exemplo muito cotidiano: 😉

Quando vemos e escutamos algo, nossos olhos e ouvidos recebem estímulos que são interpretados pelo cérebro, o qual permite a visão e audição.
Isso é Biologia! 🔬

Se o que presenciamos causar desconforto, nosso organismo libera o hormônio do estresse, o cortisol, decorrente de uma cascata de reações que envolvem o hipotálamo, a hipófise e as glândulas suprarrenais.
Isso é Química! 🧪

O cortisol, em níveis adequados, favorece o bem-estar do ser humano. Porém, repetidos episódios de estresse aumentam a concentração do cortisol, o que pode afetar o peso, o sono, o sistema imunológico, entre outros, além de desencadear problemas na saúde mental.
Isso é Psicologia! 🧠

Viram como é interessante? 🙃
Amo tudo isso! 😍

Inserida por TATISISA

Mulher , tu és o intervalo entre Alfa e ômega… das maiores obras que Deus fez … és a perfeição ❤️.

Inserida por RespektKhoza

⁠ 🧩 Infelizmente no vínculo entre algumas as pessoas não há lealdade,
a independência é liberdade mas não pode tornar os nossos cúmplices desnecessários. 🧩

Inserida por RespektKhoza

DIDÁTICA. A sutil diferença entre um professor e uma pessoa comum.

Inserida por MissolaArezza

⁠Hoje o meu dia foi cinza, cheio de lacunas, com momentos de silêncio, oscilando entre sorrisos e choros.

Meu primeiro aniversário sem a minha mãe.

Inserida por TATISISA

ENTRE O ENCANTO E O DESGOSTO


Por: Marco Arawak




No mar profundo, onde o mundo parece dançar sobre as águas, há mistérios que nenhuma palavra consegue alcançar. As ondas se desfazem e retornam, como pensamentos que insistem em voltar. Há dias em que tudo parece distante, fosco, sem cor; dias em que o desgosto chega sem pedir passagem e transforma até aquilo que era familiar em paisagem estranha.


As sombras machucam não porque tenham mãos, mas porque às vezes carregamos dentro de nós aquilo que ainda não conseguimos compreender. Há olhares que pesam, silêncios que dizem mais que palavras e lembranças que permanecem mesmo quando já não queremos recebê-las.


Então uma brisa atravessa a copa das árvores.


É quase nada.


Mas basta.


O vento movimenta as folhas, leva alguns segredos e devolve outros. Talvez a vida seja assim: uma sucessão de coisas que chegam, permanecem por algum tempo e depois seguem adiante, deixando em nós marcas que nem sempre sabemos nomear.


A alma também possui suas marés.


Há momentos em que transborda e outros em que recua para lugares silenciosos. Chora sem testemunhas, questiona antigas crenças, enfrenta censuras, medos e incêndios que ninguém vê. E, no fundo dessas inquietações, o coração continua procurando um caminho.


Porque há paixões que começam como promessa e terminam como ferida.


Há sonhos que se desfazem justamente quando acreditávamos tocá-los.


Há amores que deixam de ser abrigo e passam a doer.


Mas nem toda perda é o fim de alguma coisa.


Às vezes, é o espaço necessário para que outra forma de vida encontre lugar.


O amanhecer não pergunta o que aconteceu durante a noite. Simplesmente chega. A luz toca lentamente aquilo que estava escondido e devolve contorno às coisas. O que parecia perdido ganha outra perspectiva. O que parecia definitivo revela-se apenas uma passagem.


É nesse instante que a poesia começa a fazer aquilo que a memória nem sempre consegue.


Ela transforma.


Não apaga a dor, mas muda sua linguagem.


Não nega o desgosto, mas impede que ele seja a última palavra.


O amor pode ter sido ferido e ainda assim continuar sendo amor. A confiança pode ter sido abalada e ainda assim reconstruída. O coração pode carregar cicatrizes sem precisar transformá-las em morada.


A vida segue como um caminho que não revela toda a paisagem de uma vez. Caminhamos entre certezas e dúvidas, entre encontros e despedidas, entre aquilo que desejávamos e aquilo que aprendemos a aceitar.


Às vezes caminhamos sozinhos.


Mas estar sozinho não significa estar vazio.


Há dentro de nós um lugar onde alguma coisa permanece acesa, mesmo quando tudo parece silencioso. Não é certeza. Não é promessa. É apenas a possibilidade de continuar.


Um fio.


Um movimento.


Um passo depois do outro.


No céu vasto, o azul parece infinito. O sol atravessa as sombras e lembra que nenhuma noite possui o poder de apagar definitivamente a possibilidade de um novo dia.


Até a tristeza, quando atravessada com consciência, pode perder sua força.


Ela pode continuar existindo, mas já não governa.


O desgosto deixa de ser destino e transforma-se em passagem. O que antes parecia apenas ferida pode tornar-se consciência. O que doeu pode ensinar sem precisar permanecer doendo para sempre.


É assim que sigo.


Não porque tenha deixado de sentir medo, mas porque aprendi que coragem não é caminhar sem medo. É continuar mesmo quando o caminho ainda não está completamente iluminado.


Verso após verso, reúno aquilo que a vida espalhou.


Memórias.


Desejos.


Perdas.


Afetos.


Silêncios.


E, com tudo isso, construo não um universo perfeito, mas um universo possível: aquele em que a tristeza pode existir sem destruir a alegria, em que o pranto pode dividir espaço com o sorriso e em que a dor não precisa apagar o encanto.


Talvez seja esse o segredo da poesia.


Ela não promete que a vida será leve.


Promete apenas que podemos olhar novamente para aquilo que nos feriu e encontrar outro significado.


O que ontem parecia fim pode amanhã revelar uma passagem.


O que parecia vazio pode guardar sementes.


O que parecia desgosto pode, com o tempo, ensinar novamente o gosto da vida.


E a alma, depois de atravessar suas próprias tempestades, talvez não volte a ser a mesma.


Talvez volte mais consciente.


Mais silenciosa.


Mais inteira.


Porque a primavera não nasce negando o inverno.


Ela nasce depois dele.


E quando finalmente chega, não precisa explicar por que demorou.


Apenas floresce.

Inserida por marco_antonio_arawak

⁠A vida está entre um sopro curto e um sopro longo. As vezes perdemos o que não queríamos perder, sem saber que estávamos perdendo e as vezes conseguimos recuperar no tempo o que realmente não queríamos perder, mas a vida continua entre um sopro curto e um sopro logo.

Inserida por Paulo_Roberto60

Entre erros e acertos não sei qual foi maior
Só sei que me sinto bem e com a missão cumprida
Errei, e com meus erros pessoas foram prejudicadas
Porém não mais do que a mim mesmo
Quanto aos meus acertos não posso me auto rotular
Deixo a vocês essa missão
Sempre fiz o meu melhor para ajudar e consolar as pessoas que me cercam
Por isso me sinto realizado e de missão cumprida
Pois o que sinto é maior do que as dores causadas pelo desprezo e ingratidão

Inserida por Napoleao

DICOTOMIA



Autor: Marco Arawak


Há uma fronteira quase invisível entre aquilo que desejamos e aquilo que somos capazes de suportar. É ali que o amor começa a nos dividir.


De longe, parece simples. Gostar, querer, aproximar-se, sentir falta. Uma pequena gramática de presenças e ausências. Mas basta atravessar a superfície para descobrir que, por baixo do gesto mais banal, existe quase sempre uma pergunta que não sabemos responder.


Queremos companhia, mas também espaço. Queremos atenção, mas tememos a vigilância. Pedimos sinceridade e, quando ela chega sem delicadeza, desejamos que certas verdades permanecessem intocadas.


Queremos ser procurados, mas nem sempre queremos ser encontrados.


É assim que o contraditório se instala, primeiro nas pequenas coisas, depois em tudo.


Dizemos que queremos alguém que nos conheça profundamente, mas tememos ser conhecidos por inteiro. Desejamos transparência, embora preservemos dentro de nós regiões que nem sequer sabemos explicar. Procuramos segurança e, quando a encontramos, às vezes sentimos falta daquilo que nos fazia tremer.


O raso não é o oposto do profundo. É apenas aquilo que ainda não foi atravessado.


Por trás de um simples “fica” pode existir o medo de ser deixado. Por trás de um “preciso de espaço”, a necessidade de não desaparecer dentro de alguém. Por trás de um silêncio pode haver indiferença, medo, cansaço ou uma verdade que ainda não encontrou linguagem.


O amor promete encontro, mas devolve cada um à própria solidão.


Quanto mais nos aproximamos, mais percebemos a distância que permanece. Ninguém atravessa inteiramente o território de ninguém. Há sempre uma região inviolável, um lugar onde continuamos estrangeiros até para aqueles que mais amamos.


E talvez seja justamente isso que nos assuste.


Queremos ser compreendidos sem sermos completamente decifrados. Queremos pertencer sem deixar de existir por conta própria. Procuramos no outro uma morada, embora saibamos que nenhuma morada pode substituir aquilo que somos.


Queremos permanência, mas somos feitos de mudança.


Queremos certezas, mas muitas vezes é o imprevisível que nos desperta.


Queremos liberdade dentro do vínculo e vínculo dentro da liberdade.


Queremos que o outro permaneça, mas não queremos permanecer os mesmos.


E talvez nenhuma dessas contradições seja um erro.


Talvez sejam apenas sinais de que amar não é possuir uma resposta, mas sustentar perguntas que não cabem numa resposta.


Entregar-se é uma forma estranha de coragem. Não porque elimine o medo, mas porque decide não obedecer inteiramente a ele.


A razão calcula o risco.


O desejo ignora a conta.


E, entre os dois, existimos nós.


A razão não é inimiga do sentimento. É a consciência do preço. Sabe que toda entrega modifica quem entrega, que todo vínculo abre possibilidades de perda e que aquilo que nos transforma também pode nos desorganizar.


Ainda assim, avançamos.


Às vezes queremos alguém que nos liberte da solidão, mas tememos torná-lo indispensável. Queremos intensidade, mas recuamos diante do excesso. Pedimos profundidade e, quando ela finalmente nos alcança, descobrimos que ser visto é também perder alguns esconderijos.


Na superfície, queremos o abraço.


No fundo, queremos ser reconhecidos.


Na superfície, queremos companhia.


No fundo, queremos que alguém compreenda a nossa solidão sem tentar ocupá-la.


Na superfície, queremos alguém que fique.


No fundo, queremos continuar sendo nós mesmos enquanto esse alguém permanece.


É nessa passagem do raso ao profundo que a dicotomia deixa de ser contradição e se revela condição.


Não está entre o amor e o medo.


Está no próprio amor.


Porque amamos justamente aquilo que pode nos atingir. Abrimos a porta sabendo que o mesmo gesto que permite a entrada também torna possível a ferida.


Queremos o outro porque somos incompletos, mas precisamos permanecer inteiros para que o encontro não se transforme em desaparecimento.


Vivemos entre forças que não se anulam: permanecer e partir, aproximar-se e preservar-se, entregar-se e guardar-se, ser dois sem deixar de ser um.


Essa é a verdadeira dicotomia.


Não escolher entre extremos, mas descobrir que ambos podem ser verdadeiros ao mesmo tempo.


Toda escolha carrega aquilo que recusamos. Toda aproximação conserva alguma distância. Toda entrega guarda, em algum lugar, a possibilidade da retirada.


Talvez amadurecer seja abandonar a necessidade de resolver aquilo que a própria existência insiste em manter aberto.


Há conflitos que não pedem solução.


Pedem consciência.


O amor talvez seja isso: não abolir a distância, mas aprender a habitá-la. Não esperar que o outro nos complete, mas reconhecer que ninguém nos completa e, ainda assim, escolher compartilhar a incompletude.


Dois seres inteiros aproximando-se sem a pretensão de se tornarem um.


Duas solidões que se reconhecem.


Não para se possuir.


Não para se salvar.


Mas para testemunhar, ainda que por um instante, aquilo que existe de mais inacessível em cada um.


Porque intimidade não é atravessar completamente o outro.


É chegar suficientemente perto sem destruir o mistério.


Amar é permanecer diante desse mistério sem exigir que ele deixe de ser mistério.


É querer ficar e saber partir.


É entregar-se sem desaparecer.


É pertencer sem possuir.


É aproximar-se sem destruir a distância que torna possível o encontro.


Talvez essa seja a única eternidade possível entre seres finitos: não vencer o tempo, não impedir a perda, não garantir o amanhã, mas fazer com que duas existências se reconheçam profundamente sem jamais poderem possuir-se por inteiro.


E talvez seja aí que o amor deixe de ser promessa e se torne verdade.


Quando já não precisamos vencer a dicotomia para permanecer.


Quando compreendemos que a contradição não é a falha do amor.


É a sua forma mais humana de existir.


Porque somos assim também: rasos naquilo que dizemos, profundos naquilo que calamos; contraditórios no que desejamos, lúcidos apenas depois de sentir.


No fim, talvez amar não seja encontrar uma resposta.


Talvez seja ter coragem de permanecer inteiro diante da pergunta: Será?

Inserida por marco_antonio_arawak

⁠Entre nós o amor é real
É tudo natural
Suporta e crê
Faz bem ao coração
Entre nós o amor é real
É tudo natural
Me faz viver
Saber que com você ele é real

Inserida por KamillaMoreira

⁠É Maldade Estimular a Competição Entre as Pessoas.

Inserida por KamillaMoreira

⁠A comunicação entre o ser humano e Deus só se faz mediante a fé.

Inserida por KamillaMoreira

⁠⁠''A jornada rumo à vitória, dia após dia, é uma dança complexa entre sonhos e realidade, entre esperanças e desafios. Cada manhã nasce com uma promessa de oportunidades, mas também com a certeza de que enfrentaremos grandes e pequenos obstáculos ao longo do caminho.''

Raphael Denizart

Inserida por RaphaelDenizart