Emoção
POR QUE
Por que, em vez do silêncio, não me arraste?
Por que foste tu alvo, a emoção enamorada?
Por que sempre, na lembrança, és tu citada
E em cada verso o teu doce cheiro deixaste?
Por que no olhar aquele olhar com desgaste
Do desejo? por que, ó minha singular amada
Poeto, e suspira uma sensação tão desolada
De uma solidão, ó tomento, amargoso traste
Foste, e no perder não sabia o que perdia
Hoje chora no peito está resistente certeza
Que não teve intuição no que o amor dizia
Agora, vazio e poética sóbria, uma tristeza
Imaginado em que parte estás de cada dia
E, tenho a saudade numa nostálgica dureza
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Araguari, MG - 29/07/2021, 19’06”
De alegria
De melancolia
...Poesia para a poesia...
De mor, sedução, emoção.
Tanta poesia.
Não caberia nesta guia.
Sentimento e pensamento
Poesia há.
A vida é uma eterna peça de teatral....
Sobre o eterno duelo entre a razão e a emoção.
A peça é emocionante há brigas, sorrisos, lágrimas, erros e acertos.
Todos os atos da peça caminham em direção a um só sentido.
E quando finalmente se entende o sentido de todas as coisas.
Quando finalmente a jornada humana encontra o caminho da sabedoria.
A peça já se encontra em seu ato final.
Os shows me relembraram o que é a beleza do palco e como é bonito ser artista. É a emoção de dar e receber amor.
Quem nunca deixou a lógica de lado e agiu pela emoção ? Às vezes é mais importante alcançar o objetivo do que conservar a reputação.
🎉🎊_É estranho ver o natal chegando e não sentir a mesma magia, o mesmo encanto, a mesma emoção que a gente sentia antigamente._ 🎊🎉
"Meus olhos nos teus, teus olhos nos meus.
Escuta meu coração, palavras com emoção.
Soltei minhas amarras, recolhi nossas armas.
Evoco bons momentos, revelo meus sentimentos.
As lágrimas a rolarem, com frases por acabar.
Teu sorriso generoso, tem efeito poderoso.
Ternura nos teus dedos, afasta dúvidas e medos.
Derrubámos o muro, passámos para o futuro.
Meu corpo satélite do teu.
Minha alma no teu céu."
Soneto penoso
Emoção! ao sentires a poesia pacata
O abandono duma prosa de amor
Trova que fere, canto que maltrata
É pranto que nasce de grande dor
Quando ouvires d’alma rude sonata
Rugindo de um sentimento traidor
E perceberes uma poética ingrata
Entenda, são versos dum sofredor
Cá, esconde as angústias, o tédio
Onde o coração sofre duro assédio
Do desagrado, em verso amargoso
Pois, um poema que magoa, soa
Na sensação... e o sentir atraiçoa
E, quase sempre, resiste penoso!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
21 outubro, 2023, 08’51” – Araguari, MG
