Elogios Nao me Elevam
Não se trata de saudade de alguma coisa que acabou ou pessoa que morreu. É saudade do que está aí vivo, solto e nunca deixou de existir. Se não temos acesso a isso, é por falta de uma batalha maior.
Não existe mágica, apenas ilusão. As coisas só mudam quando nós as mudamos. Mas precisa fazer isso com jeito, escondido. Aí parece mágica.
Um bom professor percebe que ele também é um estudante e seu objetivo não é impor respostas, mas estimular a criatividade.
E eu odeio o quanto eu amo você garoto
Eu não suporto o quanto eu preciso de você
E eu odeio o quanto eu amo você garoto
Mas eu simplesmente não posso deixar você ir
Timão: Olha, garoto. Coisas ruins acontecem e não há nada que se possa fazer, certo?
Simba: Certo.
Timão: Errado! Quando o mundo lhe dá as costas você dá as costas para o mundo.
Simba: Não foi isso o que me ensinaram.
Timão: Talvez você precise de uma nova lição. Repita comigo: Hakuna Matata.
Simba: O quê?
Pumba: Hakuna Matata. Significa sem preocupações
Timão: 2 palavras que mudarão a sua vida!
Simba: É mesmo?
O essencial é aquilo que, se nos fosse roubado, morreríamos. O que não pode ser esquecido. Substância do nosso corpo e da nossa alma... Os poetas são aqueles que, em meio a dez mil coisas que nos distraem, são capazes de ver o essencial e chamá-lo pelo nome. Quando isto acontece, o coração sorri e se sente em paz...
Às vezes, não sentir é o único jeito de sobreviver.
O ideal da educação não é aprender ao máximo, maximizar os resultados, mas é antes de tudo aprender a aprender, é aprender a se desenvolver e aprender a continuar a se desenvolver depois da escola.
A bem da verdade, não sou essa mulher fatal que você pensa que eu sou. Aquelas histórias de sedução foram todas inventadas e esse ar superior, de quem sabe lidar com a vida, é apenas autodefesa.
Aquelas frases filosóficas, foram só pra te impressionar, pra te passar essa ilusão de intelectual... na verdade eu ainda nem sei se acredito nos valores que me ensinaram, quanto mais em frases feitas e opiniões formadas!
Senta aí, vai! Deixa eu tirar os sapatos, desmanchar o penteado, retirar a maquiagem... quero te mostrar que assim de perto não sou tão bonita quanto pareço, por isso uso todos esses artifícios. É que no fundo tenho um medo terrível de que você me ache feia, de que você encontre em mim uma série de imperfeições.
Sabe, não quero mais usar essa máscara de mulher inatingível, de mulher forte com punhos de aço... No íntimo me sinto uma pequena ave indefesa, leve demais para enfrentar o vento, e, deseja ficar no aconchego do ninho e ser mimada até adormecer.
Olha pra mim, às vezes minha intimidade não tem brilho algum e você terá que me amar muito para suportar essa minha impotência.
Deixa eu tirar o casaco, tirar o cansaço... essa jornada dupla me deixa tão carente... A convicção de independência afetiva? É tudo balela! Eu queria mesmo era dividir a cama, a mesa, o banho... Queria dividir os sentimentos, os sonhos, as ilusões... um pedaço de torta, uma xícara de café, algum segredo...
Ah, eu tenho andado por aí, tenho sido tantas mulheres que não sou! Quantas vezes me inventei e até me convenci da minha identidade. Administrei minha liberdade. Tomei aviões, tomei whisky... troquei a lâmpada, abri sozinha o zíper do vestido... decidi o meu destino com tanta segurança! Mas não previ que na linha da minha vida estivesse demarcada uma paixão inesperada.
Agora, cá estou eu, trinta e poucos anos e toda atrapalhada, tentando um cruzar de pernas diferente, um olhar mais grave, um molhar de lábios sensual... mas não sei direito o que fazer para agradar.
Confesso que isso me cansa um pouco. Queria mesmo era falar de todos os meus medos, "dos seus medos?" você diria, como se eu nunca tivesse temido nada. Queria te falar das minhas marcas de infância, dos animais que tive, do meu primeiro dia de aula... queria falar dessas coisas mais elementares, e te levar na casa da minha mãe, te mostrar meu álbum de retrato (eu, me equilibrando nos primeiros passos), ah, queria te mostrar minha primeira bicicleta, com truques. Ela ainda existe! Queria te mostrar as árvores que eu plantei (como elas cresceram!) e todas essas coisas que são tão importantes pra mim e tão insignificantes aos outros.
Ah, você queria falar alguma coisa? Está bem! Antes, só mais uma coisinha: estou morrendo de medo que você saia desta cena antes de mim, que você saia à francesa desta história, e eu tenha que recolocar minha máscara e me reinventar, outra vez.
Os direitos humanos são violados não só pelo terrorismo, a repressão, os assassinatos, mas também pela existência de extrema pobreza e estruturas econômicas injustas, que originam as grandes desigualdades.
Tenho saudade da minha infância. Quando as amizades não tinham diferença de cor, classe social e religião. O amor fraternal acompanhava a amizade. A solidariedade, o companheirismo, amor e amizade eram palavras de destaque.
Da época que eu não sabia que era tão difícil falar "Eu te amo", que a aparência seria a chave de tudo, que o dodói no coração não se curaria só com um beijinho.
Ai, que saudade do meu tempo de criança...
A vida não é um castigo: é tão valiosa que só pode ser vista como uma recompensa. Devia estar grato à existência por ter sido escolhido para respirar, amar, cantar e dançar.
Alice e Chapeleiro
— É claro você tem sua família não é verdade, coisa importante é família e só temos uma.
— Chapeleiro, eu nunca mais verei você.
— Minha querida Alice, nos jardins da memória, no palácio dos sonhos é lá que nos encontraremos.
— Mas o sonho nunca é realidade!
— E quem decidiu o que é o quê?
— Adeus chapeleiro
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