Elogios Nao me Elevam

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A aprendizagem da aranha não é para a mosca.

Os que mais morrem são os que não têm onde cair mortos.

durante o teu sonho
eu brinco com as nuvens
e tu não sabes de nada

Para mim é um fato que, se todos os homens soubessem o que os outros dizem deles, não haveria quatro amigos no mundo. Isto resulta das contendas, que referências indiscretas ocasionalmente originam.

Não há fealdade na natureza. Ela só existe nos nossos olhos.

É melhor não saber ler e escrever do que não saber fazer nenhuma outra coisa.

Não há homem, por santo e virtuoso que seja, que não se sinta por vezes cocegado pelos atractivos do pecado.

Não ter temor da morte, é não temer-se ameaças.

Um versificador não considera ninguém digno de ser juiz dos seus versos; se alguém não faz versos, não sabe nada do assunto; se faz, é seu rival.

A glória de Deus é tamanha, que não pode deixar de perder-se quem se atreve a investigar-lhe a majestade.

Ninguém desenvolverá alguma vez as faculdades da sua inteligência, se, pelo menos, não intercalar alguns momentos de solidão na sua vida.

Porquê não considerar todas as religiões positivas como a forma que o pensamento humano em cada região deverá necessariamente tomar, e que continuará a tomar, em vez de fazer de uma dessas religiões o objeto dos nossos risos ou das nossas cóleras?

Talvez que o mal no universo não passe de uma censura que Deus faz a si próprio.

Porque não pensamos nas gerações futuras, eles nunca nos esquecerão.

A opinião pública é sempre respeitável, não pelo seu racionalismo, mas pela sua omnipotência muscular.

O povo deve ser instruído, mas não deve ser douto.

Há momentos em que o governo perde a confiança do povo, mas não conheço momentos em que o governo possa confiar no povo. O povo concede o seu favor, nunca a sua confiança.

Posso nunca ter sido (...), por conseguinte não sou um ser necessário.

Reuniões são indispensáveis quando não se quer fazer nada.

Toda a dor deseja ser contemplada, ou então não será sentida.

Émile-Auguste Chartier
ALAIN, Propos sur le bonheur, J. Fabre, 1925