Elogios Nao me Elevam

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Uma pessoa que te deseja o bem, não te mostra apenas o lado escuro, ela te acalma com palavras iluminadas.

Eu te entendo... e quando não te entendo eu te aceito. E acima de todas as coisas eu te respeito.

Quando bate aquela vontade de mudar o visual, se algo internamente não vai bem é uma ótima forma de ver a vida por outro ângulo, aquele que seja novo até para você mesmo.

Não vai ganhar dinheiro sem se arriscar. Você não entende! Lembre-se: quem não arrisca não petisca.

As Armadilhas do Passado - Estudemos as coisas que já não existem. É necessário conhecê-las, ainda que não seja senão para as evitar. As contrafações do passado tomam nomes falsos e gostam de chamar-se o futuro. Esta alma do outro mundo, o passado, é atreita a falsificar o seu passaporte. Precatemo-nos contra o laço, desconfiemos dela. O passado tem um rosto, que é a superstição, e uma máscara, que é a hipocrisia. Denunciemos-lhe o rosto e arranquemos-lhe a máscara.

A Bíblia foi escrita pelos homens, mas não teria tanta sabedoria se não fosse pelo Espírito Santo de Deus.

Um trabalho de qualidade não é aquele que agrada o cliente, sim aquele que convence até a mente treinada do criador

O vento sabe todos os caminhos,
mas não deixa seus rastros nas areias.

A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos em frente. Nada além de um novo rumo, um novo capítulo da história. Já não é mais possível fazer curvas, retornos, nada mais nos prende ali. Não há mais argumentos que justifiquem a nossa permanência. A não ser o medo. O medo do novo. Do incerto. De tudo aquilo que tira a sensação de segurança do peito. De tudo aquilo que parece não ser firme o suficiente para que nós mergulhemos de cabeça. Todos que me veem me enxergam como a pessoa mais bem resolvida do mundo. A mais decidida. A que encoraja a todos, a que estimula a cada amigo ou conhecido a ir além dos seus próprios limites, sair da zona de conforto, não ter medo do escuro, do que ainda não se pode saber se vale a pena insistir, persistir ou desistir. Mas de perto, olhando assim, em zoom, eu não passo de mais um desses seres humanos meio perdidos, tentando saber qual é o seu lugar no mundo, por onde preciso ir para chegar onde quero ou se tomo meia dúzia de decisões irrevogáveis que mudarão o meu destino para sempre. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende, eu diria – o medo. Em contrapartida, tenho tentado me aproximar cada vez mais de tudo aquilo que não me impede de bater asas. De voar. De ir além. Mas, ridiculamente, eu não saio do conforto e da segurança do chão. Eu não bato as tais asas que sinto prenderem, que sigo procurando espaço suficiente para abrir. Vivo a dualidade de um passarinho que sonha em conhecer o mundo, tem a porta da gaiola aberta, mas não se move. Não sai do lugar. Eu só não queria ter tanto medo. Queria que alguém me jurasse, me prometesse que tudo vai dar certo, que não vou me arrepender do próximo passo, que não preciso do que é mais cômodo e menos feliz, só por não ter certeza se a vida vai me sorrir de volta ou vai me receber com uma porta na cara e um aviso de – volte mais tarde. A gente sempre sabe quando o fim está próximo. Quando já não é mais possível adiar. Quando a estrada já não permite que sigamos mais em frente. É como aqueles jogos de videogame que a tela te empurra para frente e te obriga a enfrentar todos os vilões, todas as dificuldades que surgirem pelo caminho. Mas repito – tenho medo. Se você me perguntasse hoje, neste segundo, a queima roupa, o que me prende a este presente que já não me acelera o coração, não me faz feliz, não me faz bem, pelo contrário, me suga, me sufoca, me maltrata, me maldiz, me adoece, eu diria – a falta de coragem. Vivo a angustia de ser um passarinho com sonhos do tamanho do mundo, com a oportunidade de realizar, ao menos por ora, pequenos feitos, mas que não se move. Não sai do lugar. Por medo de que só a vontade de ser feliz não seja suficiente para ser.

Não importa o quanto você se esforce pra comunicar certas dores para alguém, no fim do dia elas são só suas. Amores que nunca foram. Memórias sepultadas. Ninguém nunca vai conhecer o toque gelado dos seus fantasmas, e, ainda assim eles, são tão reais, vagando, dançando, arrastando correntes pelos porões da consciência. De dia, espetam seu coração com espinhos; de noite, sussurram que você é insignificante. Vai ver eles só estejam entediados, revoltados, por terem sido enterrados vivos.

O mal não terminará enquanto o círculo não for quebrado

Por favor, não fique irritado comigo nos dias em que não me lembrar de você, e nós dois sabemos que esses dias virão. Saiba que eu amo você, que sempre amarei, e aconteça o que acontecer, saiba que eu tive a melhor vida possível. A minha vida com você.

Allie Hamilton
SPARKS, N. The Notebook. London: Hachette UK, 2011.

Seu amor não me toca nem comove, sua precisão de mim não passa de fome e você me devoraria como eu devoraria você. Ah, se ousássemos.

Ouvir dizer nunca foi verdade, então não julga o teu próximo por uma simples fofoca.

Amigo é aquele que nas horas difícies estão sempre presente e não só na hora da alegria.

O adeus
Para tudo se tem um fim, mas nao estamos acostumados ha dizer um adeus ou um ate logo.
Um dia tudo se acaba e como as pessoas dizem que é eterno pode durar apenas um segundo e pode ser apenas um sonho que quando ele acaba voltamos para nossa realidade sem escrupulos e somos atormentados a cada momento por um certo adeus e sendo ele vindo de alguem especial pode machucar muito.

Nunca namore no portão, o amor é cego, mas o vizinho não.

“Conhecer a língua portuguesa não é privilégio de gramáticos, senão de todo brasileiro que preza sua nacionalidade. É erro de consequências imprevisíveis acreditar que só os escritores profissionais têm a obrigação de saber escrever. Saber escrever a própria língua faz parte dos deveres cívicos.”

Eu vi que estava crescendo, no momento em que percebi que minhas lágrimas já não eram mais por ter perdido meu desenho predileto, ou por ter me machucado. Era pelo amor não correspondido de um rapazinho que tinha conquistado meu pequeno -e frágil- coração.

Às vezes também sou imaturo. Não dá pra ser maduro o tempo todo, e isso é até bom. Quando as coisas amadurecem demais acabam apodrecendo.