Eles se Acham Santos
Targeted individuals
Alguém sabe o que é um indivíduo alvo.
A poesia fala.
Como uma bela donzela.
Como do Juan elegante.
Ele, ela, cabeludo ou calvo.
A seta não mira paixão.
Não fala de coração.
Embora sentir e pensar.
O contexto que venha a embaralhar.
O canal da emoção.
Indivíduo alvo.
Pessoas perseguidas.
Oculto como e porque são escolhidas.
Cor, famílias, formas hereditárias.
Sorteadas, sempre ameaçadas.
É um contexto complexo.
Muitos sabem, participam.
Algumas coagidas, a necessidade se faz anexo.
Muitos covardes e cooparticipadores desse esquema.
Causando danos, depressão, pânico.
Câmeras ocultas formando vítimas.
Teatro de rua e fabricação de vozes.
Impedindo que alguns cidadãos tenha vozes.
Política, milenares religiões, tecnologias apertando botões.
A ciência é perigosa, experimentos artificiais.
Vítimas tantas.
Quem olhará por esta herança.
Mundo, Brasil, nação.
Pulverizada ansiedade, grande conspiração.
Diga quem sabe, o que realmente causa.
A grande depressão.
As teclas que enganam, ativando a frequência da programação.
Giovane Silva Santos
Targeted individuals
Um pouco de poesia e vida 18
A caixa de jogos.
Tabuleiros diversos.
A terra, o ouro, ardilosos perversos.
Viajei na infância, quando uma caixinha dessas ganhei.
Eram tantas opções, uma delas lembrei.
Joguinho de perseguição.
Conhecem o ludo.
Peões, castelo, casas e trilhas.
Hoje o mundo, aliás o mesmo de ontem imundo.
Peão derrubando peão, bem cansativo e cheio de traições.
Expertise, aliados para conspiração.
Enfim, vida complexa.
Variante perversa.
Privação de liberdade.
Tecnologia e maldade.
O tripé político, científico e religioso.
Do que é bom, do que é enganoso.
Quem causa pranto e dor.
O reitor.
Dessa vida humilhante faculdade.
Giovane Silva Santos
O preço do mundo moderno
Revolução industrial.
A luz.
A escalada pelas modernas pirâmides ornamentais.
O homem, o templo de cristais.
Desprezo, se grita ou se come, tanto faz.
Atrativos cruzeiros.
Usinas, magistrais luzeiros.
Mineração.
Chão.
Petróleo.
Perfuração.
Metrô, trem.
Corredor.
Túnel.
Pontes, Niterói grande construção.
O trigo sumiu.
O pão.
As grandes máquinas.
Sinais viajando de Marte a lua.
A grande obra do homem.
A ciência, uma política de magia.
Se resolveu o pecado do homem.
Hummm, olha a tecnologia.
Que fabrica perseguição.
Que causa depressão.
Segunda guerra mundial.
Veja de lá a magia.
Quem sabe bem antes.
A guerra das civilizações.
Eu sei, que de todo canto invasões.
Leitura de mente.
Picada de serpente.
Ativa se programação.
Vou bater nessa tecla.
Quem sabe o tribunal desperta.
A grande revelação.
Uma elite no luxo.
Enchendo o bucho.
Muitos nascendo, crescendo, vivendo o tormento, a tribulação.
Nada sobrenatural.
O homem científico, político, religioso e tecnológico.
Detém sórdida maneira de manipulação.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 19
De um povo heroico.
Penhor da igualdade.
No seio a liberdade.
Como conquistar, oh braço forte.
O hino ainda em construção.
Libertação, pátria amada.
Precisa se desafiar o peito a própria morte.
De um sonho intenso e esperança.
Que não foge da luta.
Como combater essa labuta.
No grito de independência ou morte a cruz sagrou.
Hoje o verde perseguido, as margens dos rios correm perigo.
Muitos inocentes sofrendo castigo.
Minha segurança com PT na cintura.
Oh fuzil, oh amargura.
A riqueza da Terra é o colete a prova de bomba.
Mas as portas se abriram para os sinais.
Antenas multifuncionais.
Chips na veia.
Ciência, tecnologia formando uma teia.
Política e religião tomando ceia.
Ouviram do Ipiranga as margens plácidas.
Giovane Silva Santos
Onde está a verdade
Afinal.
O que o presidente sabe sobre as vacinas que o povo não sabe.
Onde está o bem, onde está o mal.
Médicos franceses rasgando diploma.
A besta.
Grafeno.
Nanochips.
O que tem essa trama.
O domínio do mundo.
Um vírus letal.
A origem em oculto.
Adentrando o mundo.
Vida artificial.
O que é ser livre e independente.
Soberania.
Ora, ora.
Quem realmente governa o Brasil.
Quem está por trás do carnaval.
Um faz de conta.
A riqueza trimendissional.
Nas mãos de poucos.
A multidão passando mal.
Medonha a vida robótica.
Mas...
Quem é que humilha e massacra toda uma gente.
Quem é dono da patente.
Eu sei que a oca é do índio.
O tronco é do negro.
A humilhação é da classe proletária que limpa o cocô do país.
Enquanto a gravata vende a alma e empina o nariz.
Alguém consegue me dizer.
Vivo mais 80 anos.
Mas não quero morrer.
Antes saber.
Quem é a semente do ódio e da maldade.
Dê me condições oh pai.
Que seja também anseio do semelhante.
Eu e tu adiante.
Cortar a raiz.
Plantada neste país.
Que causou, causa tanto desastre, massacre e devaneio.
Giovane Silva Santos
DESAPEGUE-SE
Qual foi o processo mais doloroso ao qual passei?
Foi o de ter que deixar ir algumas pessoas que eu amava.
Mas quando eu digo "deixar ir", eu não estou dizendo que alguém faleceu e eu não tinha opção a não ser aceitar e me conformar, não, não é isso, eu estou dizendo que literalmente tive de aprender a deixar ir embora pessoas que eu amava, mas que esse amor não era reciproco, este amor não era retribuído. É doloroso você ver alguém, alcança-lo através de um abraço ou de palavras e ter de apenas desistir pelo seu próprio bem, pelo bem de sua saúde mental.
Para de priorizar pessoas que nunca te priorizaria, pessoas que lhe vê como um objeto descartável, tenha mais amor a vida, a você. priorize os teus momentos sozinhos, se curta mais, se cuide mais, se ame muito, pois é o mínimo que você merece. Quando você aprende a se dar o devido valor e a se amar mais, quando você começa a viver com amor e alegria você percebe que toda felicidade do mundo lhe é capaz sem que você seja dependente de terceiros, quando você aprende a selecionar suas amizades, seus contatos, as pessoas que te cercam ocorre naturalmente uma seleção onde só permaneceram as pessoas que somam positivamente e as que não simplesmente seguiram outro fluxo.
Priorize e valorize pessoas que se importam com você, que se importam com o seu dia, com o seu trabalho, com o que te faz bem e te deixa feliz, de prioridade para quem mesmo tem várias opções de lugares para estar escolhe estar com você, escolhe estar perto de você sem interesse algum, apenas por gostar de sua companhia. Escolha viver bem e feliz, escolha estar com pessoas que te proporcionam isso, "O amor é uma chuva calma em meio a tempestade, o amor é copo cheio e não metade.", então deixe de perder tempo com quem não vale a pena, porém todo mudança ocorre de dentro para fora e só depende de você.
Um pouco de poesia e vida 20
Exportação, importação uau.
Magnífico mundo moderno.
Tão grande hemisfério da ciência.
Vejamos a plenitude global.
A guerra cambial, mercado financeiro.
Dólar internacional, e mais de mil dinheiro.
Brasil nacional, Brasil estrangeiro.
Independente, asas, povo liberal.
Alegoria, o tronco virtual.
A moeda, o Chicote, o sinal.
Tão dimensão, não dá pra descrever.
Tantas artimanhas.
Tantas barganhas.
Até um drone mosquito pode lhe ver.
Ora, ora, a mente lê, como prevê.
Alienado mundo artificial.
O que contém na veia.
Roboticamente.
Paralelamente.
Viajando nas nuvens.
Comunismo, Socialismo, Capitalismo.
Política, tecnologia, religião cientificamente.
Ismos que massacra gente.
Giovane Silva Santos
Individuos invisiveis
Bom, talvez a tecla venha funcionar.
Batendo diariamente.
Como um prisioneiro usando a mente.
Na tecla orar.
Oração de vários segmentos.
Cavando, cutucando.
Buscando, tentando.
Juntando fragmentos.
Desatar esses tormentos.
De onde vem, como se dá, qual a condição.
A mistura cientifica tecnológica religião.
Além da política.
Conspiração.
Geração.
Sociedades secretas.
Globalização.
Controle da mente.
Pressão.
Pânico eloquente.
Humilhação.
Danos.
Ceifano a vida de gentes.
Jeremias, Jeremias, é disso que estou falando, essa minha maneira, a poesia invocando, 33:3.
Revela me.
Revelando.
Do oriente ao ocidente.
O que tramita nas linhas meridionais.
Trópicos e pontos cardeais.
Tabuleiro de troncos e ocas.
Pirâmides ancestrais.
Acenda a luz, abre a porta do porão.
Quem é o anjo da revelação.
Aprisione senhor a mente destes marginais.
Giovane Silva Santos
Como funciona a sociedade
Por favor, alguém poderia dizer.
Um leigo, um cego que nada vê.
Se nada sei, este que fala, material nada tem.
Responda, porque sou perseguido, no trilho da minha vida, por esse governo trem.
Aliás, quem é o governo, quem governa, quem pilota a máquina nação.
És livre Brasil, só que não.
Infiltrados.
Os vingadores.
Soldado do futuro.
Capitão América.
Quem assistiu essa sessão, secção.
Se tem alguma mente brilhante.
Puxe a espada de tandera.
Redes informativas, olho na televisão.
Penso que chegou a era.
Sou anseio de um tempo de espera.
Antes da grande tribulação.
A nudez do homem lobo.
A grande revelação.
Se a ovelha é inocente.
Presa e violentada por lobos indecentes.
Oh, desde já, libertação, salvação.
Outrossim o martelo, a espada.
Triste geração se condenada.
Inocente.
Enquanto o lobo devora tudo.
Brincando de chave.
Escravizando gente.
Giovane Silva Santos
Quem é quem no jogo do bicho.
Na corrida o quênia, xitara ou a gazela.
Errou, o leopardo é a fera, como leões na savana, o mundo artmanha, tantas presas vulneráveis.
E os tigres felinos, seria ofensivo os babuínos.
Crocodilos de toda espécie, a serpente, a sucuri, quem inventou o jogo, afinal queria engolir.
Dezena, centena, milhar.
Mísseis, plutônio, arma nuclear.
Se brincar, até os insetos.
Mosquitos subliminar.
Drones nas águas, na terra e no ar.
Ninguém ver os bichos invisíveis.
Sinais, o som, a frequência que ninguém consegue enxergar.
A ciência tecnológica.
Alguém pode acertar.
Politicagem e religião.
Tem pombos, gafanhotos, víbora e ladrão.
Jogo do bicho homem.
Que tristeza.
Pode dá zebra.
Uma loucura, coração e cabeça.
Sem contar os dinossauros e dragão.
Obstinados caçadores de baleia e tubarão.
Chipados em satélites modernos.
Que bicho corre na veia.
Aranha, homem, teia.
Giovane Silva Santos
Os vingadores do passado
O filme que todos estão inseridos.
A história de toda civilização.
O pecado.
A condenação.
A primeira morte, irmão, irmão.
Juramentos e alianças.
Adoração.
Traição.
Atravessaram a era da pedra, do bronze e do ferro, a grande industrialização.
Recomeça sete, noé, destruição.
Enfim, a paz, três irmãos.
Só que não.
A briga só começou.
Por terras diferentes o povo tramitou.
A cultura, maneiras de vida diferente se criou.
Junto o ódio aumentou.
Irmão com irmão.
Tudo se misturou.
A ira, a mágoa que se guardou.
Escravizados, sim, irmão escravizou.
Pra cumprir a palavra, em que um povo Deus amou.
Veio Jesus e a todos santificou.
Porém, sem, can, jafe não lebrou.
Hoje, ainda, muitos feridos e perseguidos.
Inocentes, templo do Espírito consagrado.
Coração de Cristo.
Graça e cruz.
Bens violados.
Eu, tantos, entre judeus, cananeus.
Infelizmente ateus, arrependei amados.
Pois a ordem mundial.
Tanto faz mau.
Vingadores do passado.
Giovane Silva Santos
Quando ver algo ,lembre-se quem vê ou toma conhecimento, compartilha
as responsabilidades também !
A omissão nunca foi a melhor solução, pois ninguém é insubstituível mas,
ter caráter e ética faz a diferença, pode ate não fazer para alguns
mas se você acredita e confia ,
as mudanças já são suas.
O historiador que ainda não surgiu.
Sim, este que ainda não descobriu o Brasil.
Pedro Alves Cabral.
Ficou com a moral.
E o índio, onde está o pergaminho.
Tribos e tribos.
Idiomas tantos.
Artes, cultura.
Onde estão os velhos livros.
O que esconde a história.
O registro da memória.
Milenar geração.
A pergunta que não quer calar.
Historiador, onde tá tu, pode nos revelar.
Quem é o indio?
Talvez o negro, desde o Egito, sabe contar.
O que esconde.
Raça pura.
Grande mistura.
Irmãos tão diferentes.
Ramos de toda gente.
Sete, Noé, uma só gente.
Se a terra escrevesse um diário.
Nos contasse cada passo.
De onde veio cada genuíno traço.
Triste saber, que da Terra, pela Terra, sangra o campo.
Tempos e tempos.
Bombas, espadas, sinais nos ventos.
Pranto e vingança.
Herança.
Tronco, chicote, prostituição, perseguição.
Escravos e senhores da nova geração.
Historiador, venha revelar.
A saga do tempo.
Irmãos.
Civilizações.
Tormentos.
Nem mesmos os reis israelitas.
Os imperadores romanos.
Não foram, até hoje capaz de sanar.
A dor do semelhante.
A cada variante.
Artificialmente o homem lobo do homem insite em tragar, violar, massacrar.
Pronto, mais uma vez historiador, a semente moderna, de onde parte a raiz que nasce o ódio, de que familia é esta planta, onde está, estão localizados, quem manobra a palavra santa.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 23
Quem importa com a chegada da morte.
Se o percurso existe luta.
Ainda que em prantos e sangramentos, sem a sorte.
O procedimento de uma labuta.
Enquanto a sociedade contempla status.
A identidade do povo embriagada na luxúria.
Muitas escolas e lares.
Desenhando pomares.
Mas a real, amarguras.
Inveja, ódio, tempos, vingança.
A promessa, a terra, usura.
A conquista, o feito.
Se acontece, de qualquer jeito.
Na força, na ciência, na pressão.
Opressão, a mente sofre, a dor no peito.
Jogo de paciência e calma.
Famílias indiferentes a famílias.
Massacra o corpo, risadas tuas aos meus prantos.
Mas juro como canto, inocente na fauna.
Roubastes as profundezas do bolso e do riso.
Mas não entrego a dignidade de minha alma.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 21
Quão maravilhoso e perigoso.
O tabuleiro da história.
Relatos tantos, escondidas tantas memórias.
A identidade do Brasil.
O corpo que resistiu.
A quem antes de Cabral residiu.
Qual a verdadeira história do índio.
E o negro, homem bicho, bicho homem no navio.
Qual as relações das correntes.
As de ontem, as de hoje, quem vê, quem viu.
Meu pastor e meu padre nada fala.
Os sinais, as frequências, as vozes.
A ansiedade e a depressão coagida.
Escravos da nova vida.
A pobreza submetida.
Quem tem a coroa da ciência.
Quem causa doença.
Tronco sem medida.
Aiai meu lombo.
43 anos de quilombo.
Brasil, desde Cabral, arrombo e violência.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida 22
Quem sabe, quem detém.
Não se trata de segredo.
Sim, enredo.
A minha vida e a do povo também.
Registros de vidas.
Mesmo antes de Cabral.
O índio que aqui entrou.
Datas, registros e canal.
Espiritualidades e religiões.
Tecnologicamente, cientificamente.
Vai se moldando as multidões.
Qual o teor das vacinas.
Das partículas, ondas, sinais e frequências.
Na veia viajando.
Segredo e engano.
Quem revelará, libertará esse jogo profano.
Giovane Silva Santos
Cadê a Doly
Ovelha artificial.
Essa pecaria.
As filhas da ciência e tecnologia.
Doly, Doly, Doly.
Será que os chips.
Terão sua prole.
Uauauauaua.
Robocop.
Homem de ferro.
A fase dos transformes.
Proteja pai eterno.
Alimentar alumínio.
Chumbo, aço e metal.
Que loucura pelo domínio.
Caminhando para o exterminio.
Sim, o desumano homem mau.
Crianças diferentes.
Observastes minha gente.
Um ar de mistério.
Seria o selo, trombetas, grandes sinais.
Qual a frequência que a criança antecipa o falar.
Quem são as cobaias.
As bestas em experimentar.
Quem robô a natureza.
As ondas, o som do má.
Robou robô, mar má.
Bom pensar.
A frequência de rádio.
A unidade ocular.
Nano já era.
Yocto, iota, pesquise já.
Além da imaginação.
A ciência, temperatura em ebulição.
Sabes o dominio por Espírito.
Diversa religião.
Podem desenvolver o sinal mais eficaz.
O processador mais veloz.
O jogo de sinaps e a energia escalar.
O comando das artérias.
Veia milenar.
Homem feroz.
Algoz.
Que é capaz de produzir vidas em laboratórios.
Usando o próprio homem cobaia, mesmo que precise matar.
Sabe quase, quase tudo.
Do semelhante.
Não sabe amar.
Giovane Silva Santos
"Numa cor há tantas cores!
Olhos como microscópio!
Que vira luneta e em cada grão...
Um planeta!"
Leticia Gil Siqueira Santos
25/06/2019
Tem pessoas que não fazem o correto e insistem subjugar o próximo.
Mas um dia a fachada perde seu brilho, e muitos, verão as falhas ocultas,
e não se iluda, pensado que todos se melhoram, pois, alguns não o farão,
razão da perda eminente a chegar a estes.
Oramos para estes permitirem luz em seu caminho e;
Atenha-se sob a luz do correto e limite-se a fazê-lo.
A lei do retorno te ampara hoje e sempre!
