Eles se Acham Santos
“O preconceito sangra quem sofre, logo, quem o pratica é marginal, muitos livres em compreender esse retrocesso de berço.”
Giovane Silva Santos
“Os pais, seriam sim, compromissados com a sensatez, em plumar no coração dos filhos que, a palavra semelhante, praticada em atitudes, quebra, cria se curativo ao preconceito.”
Giovane Silva Santos
“Seria, poderia, conseguiria o homem ter um coração corajoso, sensível e generoso, desde criança em aceitar todas diferenças na identidade entre os semelhantes?
Giovane Silva Santos
“O homem solidário, de olhar igualitário, ora, paira uma sabedoria, ele sensato é um artesão de vida.”
Giovane Silva Santos
“Qual a intenção de Deus, colocar o homem com cores diferentes de peles, aliás diferentes identidades culturais, e principalmente, do olhar homem sobre isso.”
Giovane Silva Santos
“O preconceito conota no ser, como; uma faca amolada nas mãos de psicopatas sanguinários.”
Giovane Silva Santos
Covid-19
Meu Deus!
Eu não consigo mais viver
Como eu vivia antes
É difícil compreender
O invisível bem distante
Se espalhou por todo canto
Tirando vidas
E trazendo prantos
Sem despedidas
O mundo parou
Rico e pobre se igualou
A ciência universal
Em 48hs relatou o genoma
Do vírus fatal
O ataque e vários sintomas
A terra tremeu
A família reunida no seu lar
Ruas e praças
Ninguém podiam andar
A beleza do semblante
Ficou oculta por máscara
O covid-19 balançou a terra
Médicos e cientistas entram em guerra
Contra o inimigo
Empresas faliram, um verdadeiro castigo
A violência doméstica
Aumentou
Para muitos o valor da família, a base, o alicerce
Ficou ainda mais fortes
Mais unidos
Painel e gráfico interativo
Mostram dados crescentes
A todos instantes por esse vírus ativo
E surgem novas variantes
Desse vírus mutante.
Na corrida contra o tempo
Vacinas foram descobertas
Na velocidade da luz
E o mundo orando a Jesus
Venha nos salvar
Tudo és o Senhor universal
Vacina
No combate do vírus
Mas o Senhor meus Deus
As ruas um deserto só
Eu também chorei
Autor:
As emoções na zona de conflito.
Insanidade desmedida.
Quanta violência na inquietude.
O roubo da virtude.
A lingua felina.
Eu sou caçador de mim.
Quando perco os passos.
Não percebo os traços.
Ferido e ferindo sim.
O quão homem falho e presunçoso.
A arrogância e orgulho é uma morte dolorida.
Crateras nas emoções, elas muitas feridas.
O eu indelicado, insensato, como sou danoso.
Mas eu sei, que o Santo sangue dolorido.
Bondoso e em demasia atrevido.
Que socorre me diariamente, a que permita nascer a mansidão, um carinho, dizer não, quando então mata o amor, cruel como aborto.
Eu continuo a tramitar, encurralado no madeiro do conforto.
Mas é dolorido, as emoções trafegar na zona do aflito.
Meu pai, minha mãe, meus acenstrais, Deuses mil, respirando e conspirando.
Quão grande a ciência, a técnica e a magia, a religiosidade do crime, faca no meu olho que se oprime, eu, meu irmão, meus tantos semelhantes, sociedade discrepante.
Cansaço, abraço, minhas pálpebras dilatadas, sinuoso pensamento pendurado numa corda, radiante andar, atravessar os oceanos como as baleias, voar, gorjear, entretanto o canto, o grito, prisioneiro e aflito, a questão de um povo, as emoções, vagões e porões agito, agonias, aflito, aflito, aflito.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida
“Um dia minha sanidade foi aprisionada,
grades ocultas de civilizações, a história de ontem e hoje.
Embora uma mente massacrada.
O brio, anseio e orquestra da verdade velada.
Complexa vida, uma farofa de miojo.
Sim, entender o que se profana.
A cultura sedenta e arcaica.
A guerra sangrenta que diz santa.
Afegão, Etiópia, Sudão.
Enfim, infinidades, que machuca e massacra.
Minha gente, eu, Brasil.
Soldados isolados, povo sufocado.
O padrão aceitável, incriminar a sanidade.
Vender o caráter de forma covarde.
Refém, culpados, um bando voando sem rumo.
Oh seu Zé, bate o nível, a régua o prumo.
O tribunal que bate martelo é viciado no fumo.
Acende o fogaréu, a quem coloca o povo réu,
Sacerdote, ministros, intelectuais e escambau.
O povo no pau de arara, uma brincadeira infernal e banal.
Giovane Silva Santos
Um pouco de poesia e vida
"O que deveria ser constante, lembrado em momentos.
O equilíbrio, a ponte que tramita a humildade e a arrogância.
Destoante condição quando perdemos, as pálpebras não acompanha o compasso dessa dança.
Confuso a autenticidade da personalidade, quieto e tímido ou sagaz e atrevido.
Sobremaneira sempre bom meditar, calar muitas vezes é ouro, emudecer também é oferecer o lombo ao tronco, de forma que muitos são os coronéis das chibatadas.
Ora, cruel o fel que ainda hoje sobe aos palcos.
De fato é bom consultar a sensatez, comprar no livro certo, porque a cartilha humana é perverso, isso perverso, e precisamos ir em frente, ousar quebra a vertente, de sermos escravos e covardes, de um sofrimento eterno.
Salve, humilde sempre e quebrar o paradigma do medo, omissão e covardia, nos flancos de ontem e hoje a herança, boçal, intelectual e marginal que massacra uma gente."
Giovane Silva Santos
Ossos e carne
Eu saciei com os olhos.
O gosto mais amargo cruel.
Se criança, se anjo, se gente.
O homem bicho cego e o fel.
Afinal é a carne ou o céu.
Responda querubins, porque não entendo.
Pálpebras fechadas na profunda sede.
Uma criança sonolenta de sono e fome.
A mais doce pluma alma.
Sem teto, sem afeto, geme e consome.
Negra? É claro, branco os dentes vorazes.
O homem do espírito semelhante.
Que permite habitar o ódio.
Foi assim, de forma clara, nas manchetes.
Isso, cenas demasiadamente cara.
Meu bebê, filho do meu útero.
Eu sinto, faltou o leite materno.
Mas a tristeza latente da crueldade, inferno.
São moscas e varejeiras na face, no lugar do colo e mamadeira.
Oh! Não, maldição, geração, religião.
Apenas à extensão, a mão, o pão, África, negro irmão.
Minha vergonha em pertencer.
Este século e os interesses, poderes e formas de globalizações
O ápice da carne, como rege Deus tuas mãos.
O semelhante roer o osso, se, é, sim, somos todos irmãos.
Giovane Silva Santos
Eu penso o mundo tentandoentendê-lo, e
cada vez quepenso tento compreender
alguma coisa, só que compreendo menos
aindasobre o fenômeno de sua existência,
descobertas e racionalidade humana.
O governo é como o trem
que passa, enquanto que o
estado permanece nos
trilhos da estação que fica.
Um pouco de poesia e vida
Minhas sinapses viajam velozmente.
Ora desembarca em momentos pensantes.
Como doce e fácil flertar:
Com um amigo gentil, alegre e bondoso.
Com a donzela perfeita como as águas que nasce no sul e sobe para o norte.
Com a família unida.
Confronto, pois a realidade é destoante.
Ignorar o mais feio, pobre e errante.
Desmerecer a árvore singela.
O lar conturbado.
Como somos desafiados.
Muitas vezes insignificantes.
O exemplo maior, foi capaz do tudo.
Assim, o sangue amoroso rege o mundo.
Mas a poesia humana é febril.
A mente insana, do ódio, da insensatez.
A bagagem da natureza pecaminosa é pesada.
Mas ainda assim, viver, conter, enxergar a luz.
Trilhar o caminho ordeiro, manso e ligeiro.
No livro, no coração, no despertar, a poesia da vida que escreveu a cruz.
Giovane Silva Santos
Dinheiro é informação.
Carro é meio de transporte.
Cargo é área de atuação.
Sentimentos são complexos.
Empatia pelo próximo, considere isso, permita-se fazer sem atrapalhar os a fazeres dos outros. Mostre sua voz, sem silenciar as vozes dos outros.
"O delírio e o devaneio de todo convívio social cega e aprisiona a mente e o coração, contudo, um momento de reflexão do coração sincero permite travar as lutas com maior serenidade, continuamente, sim, o bem querer, as riquezas do céu tende a habitar."
Giovane Silva Santos
"Flertar com a palavra de Deus tendo o coração pesado e truculento, é trafegar com uma carga desgovernada, até o reflexo da luz torna obscuro."
Giovane Silva Santos
