Elegante
Lindo vestido preto, elegante, sem dúvida, feito a partir da escuridão da noite, vestindo um corpo quente, curvas sedutoras de uma arte incrível, reflexo de instintos e de sentimentos, abrigo de um desejo ardente no seu íntimo, coração intenso, sincero, indo da simples elegância ao forte atrevimento,
Companhia aprazível de várias maneiras, torna cada momento inesquecível por mais breve que seja, pois facilmente faz ignorar o passar do tempo entre palavras, afetos, até mesmo no silêncio de uma troca de olhares, saboreando o privilégio de uma imersão prazerosa de muita reciprocidade,
Depois que anoitece, a sua beleza parece que se renova, fica ainda mais atraente, a paixão ganha as suas formas, suas vontades mais ousadas florescem, sua essência fervorosa
se destaca como uma chama imponente, que se propaga nas suas emoções e na sua desenvoltura, que provoca as sensações intensas de uma doce loucura.
A Essência Elegante da Noite e O Valor da Reciprocidade
A expressão poética e atraente de uma noite intensa e inesquecível, expressada agora por tua presença — um vislumbre elegante do poder divino com este teu charme em evidência, que faz referência a um tipo de arte irresistível que passa verdade e beleza.
Vejo a viveza do teu amor inconfundível que incendeia o espírito como uma forte chama acesa que deixa o coração daquele que te admira ainda mais vivo, a grande recompensa após uma admiração sincera que será mais satisfatória se tal apreço for recíproco.
Por isso, coloco essa essencialidade noturna neste poema, por representar a elegância do anoitecer e a importância da reciprocidade; então, serás a lua de seus versos; a mulher de suas entrelinhas, que desperta o desejo poético no senso de euforia.
"O sucesso estrondoso de uma pessoa humilde é a resposta mais elegante para cada humilhação que ela sofreu no silêncio."
“O silêncio elegante vale mais do que mil opiniões lançadas ao vento apenas para alimentar o ego.”
Do livro Entre a Razão e o Delírio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
Carla, você é uma mulher sábia, elegante e muito educada. Eu ainda estou aprendendo, e agradeço por você me repreender e não me deixar falar coisas ruins. Você tem razão, a gente atrai o que fala. Te amo por me fazer alguém melhor a cada dia.
DeBrunoParaCarla
Que mulher extraordinária!
Sensual sem ser vulgar, elegante sem precisar chamar atenção. Sua beleza impressiona pela harmonia de cada detalhe, como uma verdadeira obra de arte cuidadosamente desenhada.
Suas linhas e curvas parecem traços de um artista inspirado, formando uma moldura perfeita, um quadro raro onde cada detalhe contribui para uma beleza única e marcante.
Há pessoas bonitas, e há aquelas que deixam uma impressão impossível de ignorar. Você pertence a esse segundo grupo: deslumbrante, sofisticada e naturalmente encantadora.
Parabéns pela sua beleza, pelo seu brilho e pela presença que transforma qualquer ambiente. 🌹✨
“Há silêncios que gritam mais que palavras — e fingir não ver, às vezes, é a forma mais elegante de dizer: eu sei.”
Ser elegante não tem nada a ver com Prada, Gucci ou Hermès.
Elegância é presença: aquela que acolhe, que não humilha, que não pesa.
É saber conversar com qualquer pessoa — da realeza à plebe — deixando todos à vontade.
Elegância é respeito.
É saber ser sem precisar mostrar.
O fracasso é apenas um nome elegante para o aprendizado que custou mais caro. Transforme cada erro em maestria.
Não tem escapatória, minha gente, e eu falo isso rindo com um leve desespero elegante, porque no fundo eu sei que é verdade daquelas que não pedem licença pra entrar. A gente pode até caprichar no nome, escolher uma fonte bonita pra lápide, deixar datas organizadinhas como quem monta um feed harmônico, mas em algum ponto da eternidade… pronto, virou história apagada, arquivo morto do universo, figurante do esquecimento. E eu acho isso de um humor ácido quase genial, porque passamos a vida inteira tentando ser memoráveis, enquanto o tempo, debochado, está só esperando a nossa vez de virar poeira premium.
Eu imagino a cena como se fosse uma grande fila invisível, todo mundo muito ocupado vivendo, pagando boleto, se apaixonando errado, acertando por sorte, tirando foto bonita do céu, e lá no fundo, bem no fundo, tem uma plaquinha piscando em neon: “em breve, todos indisponíveis”. E a gente segue. Segue como se não soubesse. Ou pior, como se tivesse todo o tempo do mundo pra começar a viver de verdade depois.
E é aí que mora a ironia mais deliciosa e cruel. A gente adia o riso, economiza abraço, engole vontade, guarda palavras como se fossem peças raras de museu, sendo que no fim… ninguém leva nada. Nem o orgulho, nem o medo, nem aquela discussão que parecia tão importante às três da tarde de uma terça-feira qualquer. Tudo fica. Tudo perde o sentido. Tudo vira silêncio.
Eu, sinceramente, acho cômico. Trágico, sim, mas com uma pitada de comédia existencial que me faz rir sozinha às vezes, tipo quem entendeu a piada antes dos outros. Porque no final das contas, somos isso mesmo: poeira com consciência, tentando dar significado ao intervalo entre o nascer e o desaparecer.
E aí vem aquele conselho que todo mundo já ouviu, mas que quase ninguém leva a sério de verdade: viver o agora. Parece frase pronta de caneca, mas quando a gente para pra encarar sem filtro, dá até um friozinho bom na barriga. Porque o agora é a única coisa que não mente. O agora não promete, não enrola, não cria expectativa. Ele simplesmente acontece. Cru, intenso, imperfeito… e absurdamente precioso.
O futuro? Ah, esse é um mistério com data garantida e roteiro desconhecido. A única certeza é que ele chega. Mas como chega… ninguém faz ideia. E talvez seja exatamente isso que deveria fazer a gente viver com mais coragem, mais verdade, mais presença. Porque esperar o momento perfeito é quase uma piada interna do universo. Ele não vem.
Então eu decidi, entre um pensamento profundo e outro completamente inútil, que vou viver como quem sabe que é passageira, mas não insignificante. Vou rir mais alto, amar mais sem cálculo, sentir mais sem pedir permissão. Porque se no fim eu vou ser esquecida mesmo… que pelo menos eu tenha sido intensamente lembrada por mim enquanto estive aqui.
"Disciplina" é apenas um nome mais elegante que inventaram para a definição de: "aprendendo a ser escravo".
O experimento mental e elegante,
acopla sutilmente o mútuo gradiente
à livre termodinâmica simplesmente.
De tudo o que induz ao anfoterismo,
reajustando os desejos às leis
que regem o Universo e o destino,
porque sentimos de longe o caminho.
Sem largar mão da primeira atração
do instante que nos conhecemos,
para a nossa implacável preservação.
Amar tem sido a decisão desde
o momento que nos vimos,
Como uma visão sem explicação
embaladora para o coração.
Tenho me visto sem cessar contigo
como tivéssemos antes vivido
a delicada florada do araçá-rosa
em alguma encosta do litoral.
Se é poética alucinação, não sei,
se for de verdade, que o amor
se torne lei universal e entre nós grei.
