Elegância

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Libertino

Minha elegância de maneiras
oculta desejos impuros
por prazeres carnais
obscenos

Tenho um jeito lascivo de amar
um jeito devasso de possuir
sem pudor e decência
libertino

⁠Maturidade é quando você responde a uma provocação com elegância e tranquilidade, dizendo: "Lamentável, você desperdiçou uma rara chance de cultivar o silêncio."

⁠Existe na simplicidade, um requinte e uma elegância inconfundível diante dos olhos.

"A elegância, a autoestima e a confiança no Divino são as principais armas contra a inveja."

A elegância que está no nosso íntimo só é demonstrada quando passamos a valorizar o EU que existe dentro de nós.

⁠Você vai prosperar com elegância e sabedoria, pois sua luta revela abnegação e galhardia de homem vencedor, dizia minha mãe nos momentos de indecisão.

⁠A elegância, nasce na sua essência!

⁠Empatia é uma roupa que apenas as almas nobres sabem usar com elegância.

Não há elegância em recorrer à violência, é simplesmente a pior de todas as más decisões que você pode tomar.
(Ningguang)

A elegância de suas botas, suas mãos expostas e de seu olhos aprofundados em uma tristeza melancólica.


Pergunto-me, oque seria esse amor por ti? Contendo esse efeito atordoado de um meteoro imaculado de animosidade, que se expandirá pelos altos dos seus cachos.

“Vulgaridade provoca desejo com prazo de validade. Elegância desperta respeito,admiração — e aquele mistério que ninguém explica.”

"" Tem horas que a vida nos coloca em situações que é preciso muita elegância para suportá-las...""

"" Não existe nada mais belo que a elegância na ocasião certa, por isso as flores se vestem de pétalas, para ao se desnudarem, tornarem-se poderosas sementes...""

“” Você acha que a felicidade está na extravagância ou na elegância de coisas simples e cheias de amor...””

Seja atrevido e ousado, e quando derrotado que faça-se com elegância."

A verdadeira elegância não é algo que se adquire, mas algo que se revela.

A verdade que me veste

Quero ser lembrada pela autoridade da minha essência e pela elegância do meu respeito.
Meu legado é ser, inteiramente, eu mesma, sem ter comparações, vestindo-me sempre da minha verdade.

Toque no céu, arrume as estrelas, endireite a lua e se vista de elegância ao passear nos sonhos de alguém. Sorria numa timidez única, mas provocante. Fale ao se calar, olhe-se ao sentir, enamore-se e me transforme! Você tem o peso das flores e a leveza do mar. Você tem a doçura no sal e o fel de néctar. Ande com cuidado no amor que despertou, porque você desfila em mim.

O CÓDIGO DAS APARÊNCIAS, A ELEGÂNCIA DO VAZIO

Nunca fui eu quem viu o mundo de um jeito errado. Foi o mundo que se acostumou a olhar torto e chamar de normal o que o desnutriu.

Sempre observei com calma e clareza as vaidades humanas, essa fé cega nas aparências, esse culto ao tecido, à marca, aparência cara.

Percebi cedo que o tratamento muda conforme a roupa.

Se estou de acordo com o figurino, sou tratado como alguém digno de escuta.
Mas basta vestir o que é confortável, o que é meu, e já sou confundido com alguém menor, sem valor.

O traje é um passaporte social.
Quem veste o uniforme da convenção entra. Quem veste a própria pele é barrado na porta.

O mais curioso é que os mesmos que exigem elegância não conseguem enxergar educação no olhar sincero, nem grandeza em um corpo simples.

Confundem brilho com valor, perfume com virtude, mentira com sabedoria.

E nessa inversão de sentidos constroem o vazio que os engole e consomem seus filhos, vendem status, compram aprovação e chamam o aplauso de propósito.

Tristes dos que vivem da casca, só percebem o abismo quando o chão cede, e o chão sempre cede, porque foi feito de vaidade.

A sociedade adora o disfarce.
É por isso que respeita quem finge e rejeita quem sente. O código das aparências é a religião do vaidoso, onde o espelho é altar e a consciência é silêncio.

Mas há quem se negue a ajoelhar.
Há quem saiba que a roupa não sustenta caráter e que o corpo, por mais enfeitado, não abriga verdade alguma se a alma estiver ausente.

Não é rebeldia, é lucidez.
A roupa que visto não muda o que sei.
A aparência que esperam não define o que sou.

O mundo pode continuar se engomando, eu sigo sendo humano.

Prefiro o desconforto da autenticidade ao conforto de uma farsa bem passada.

Porque, no fim, o corpo fica, a roupa apodrece, e o que resta é o que ninguém viu, a dignidade que sustentou o silêncio, a verdade que não precisou de terno e a coragem de não caber no falso figurino.

Daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.

Apaixonada pela arte, encontro-me na moda uma forma de expressar minha elegância, enquanto a escrita se transforma em meu papel para capturar a beleza e a essência de cada momento.