Elegância
"" Não existe nada mais belo que a elegância na ocasião certa, por isso as flores se vestem de pétalas, para ao se desnudarem, tornarem-se poderosas sementes...""
"Elegância é ter Conhecimento Científico diversificado, e ao mesmo tempo não fingir onisciência sobre tudo, pois vivemos uma realidade complexa. Para se alcançar um nível considerável de conhecimento, tem que se ter a mente aberta, e para isso acontecer, tem que estar liberto do policiamento das idéias, afinal quem se fecha em seu pequeno "mundinho" sem significado, sem sentido e cheio de fantasias, desconhece o que é a razão e o pensamento racional, ficando a mercê de terceiros, que irão lhe manipular, sendo que estes não sabem nada sobre o significado da existência. Por isso não seja hipócrita, a verdade irá aparecer de uma forma ou de outra".
E aí vem a vida, com aquela elegância de elefante numa loja de cristais, e resolve testar a gente do jeito mais cruel possível. Não com grito, não com briga, mas com silêncio e exclusão. A festa não foi só uma festa. Foi um anúncio não oficial, quase um outdoor piscando na minha cara e me dizendo “você não pertence tanto quanto pensava”.
Eu descobri que cultivar plantas no quintal é uma forma sofisticada de enlouquecer com elegância. Porque veja bem, enquanto tem gente colecionando problemas, eu coleciono folhas, raízes, frutos e uma esperança diária de que a vida, pelo menos ali, obedeça algum tipo de lógica. E obedece. Planta não mente. Ou ela cresce, ou ela morre. Simples, direto, quase ofensivo de tão honesto.
No meu quintal tem de quase tudo, e eu falo isso com o peito estufado de quem virou praticamente uma fazendeira de um metro quadrado. Tem fruta que eu mesma já nem lembro quem plantou, se fui eu num surto de motivação ou se foi o vento sendo mais competente que muita gente. Tem erva pra chá, e a minha querida cidreira que, diferente de certas pessoas, me acalma de verdade. Basta eu chegar perto, amassar uma folhinha e pronto, já sinto como se o mundo tivesse pedido desculpa por existir.
E o mais curioso é que cuidar dessas plantas me ensinou mais sobre a vida do que muita conversa profunda por aí. Planta não cresce no grito, não responde à pressa, não floresce porque você está ansiosa. Ela cresce no tempo dela, no silêncio dela, na teimosia dela. E eu ali, regando, observando, aprendendo a esperar, coisa que a gente detesta, mas precisa.
Tem dias que eu converso com elas, confesso. Não por achar que vão responder, mas porque, de certa forma, já respondem. Quando brota uma folha nova, quando dá fruto, quando resiste a um sol de rachar ou a uma chuva sem aviso, é como se elas dissessem bem baixinho: continua. E eu continuo.
No meio desse mundo barulhento, onde todo mundo quer tudo pra ontem e ninguém sabe direito o que está fazendo, eu vou lá pro meu quintal, sujo a mão de terra e lembro que a vida de verdade não acontece na pressa. Ela acontece ali, quietinha, crescendo sem alarde.
E no fim das contas, talvez eu nem esteja cultivando só plantas. Talvez eu esteja cultivando paciência, presença, e um tipo de felicidade que não faz barulho, mas preenche tudo.
Quando olhei para a beleza da "ave-secretária", fiquei surpreso com tanta elegância e naturalidade no seu olhar e no seu caminhar, então não resisti e pedi um beijo, porém sem nem ao menos olhar para trás, ela me ignorou.
A elegância que está no nosso íntimo só é demonstrada quando passamos a valorizar o EU que existe dentro de nós.
Púlpito é lugar de elegância, de prédica sagrada, de santidade e de conselhos construtivos na Palavra de Deus, e não, de oportunismo, de revoltas ou de pronunciamentos de homens mal-sucedidos.
A maior prova de classe que alguém pode dar é manter a elegância e a justiça em um mundo que normalizou a mediocridade.
O CÓDIGO DAS APARÊNCIAS, A ELEGÂNCIA DO VAZIO
Nunca fui eu quem viu o mundo de um jeito errado. Foi o mundo que se acostumou a olhar torto e chamar de normal o que o desnutriu.
Sempre observei com calma e clareza as vaidades humanas, essa fé cega nas aparências, esse culto ao tecido, à marca, aparência cara.
Percebi cedo que o tratamento muda conforme a roupa.
Se estou de acordo com o figurino, sou tratado como alguém digno de escuta.
Mas basta vestir o que é confortável, o que é meu, e já sou confundido com alguém menor, sem valor.
O traje é um passaporte social.
Quem veste o uniforme da convenção entra. Quem veste a própria pele é barrado na porta.
O mais curioso é que os mesmos que exigem elegância não conseguem enxergar educação no olhar sincero, nem grandeza em um corpo simples.
Confundem brilho com valor, perfume com virtude, mentira com sabedoria.
E nessa inversão de sentidos constroem o vazio que os engole e consomem seus filhos, vendem status, compram aprovação e chamam o aplauso de propósito.
Tristes dos que vivem da casca, só percebem o abismo quando o chão cede, e o chão sempre cede, porque foi feito de vaidade.
A sociedade adora o disfarce.
É por isso que respeita quem finge e rejeita quem sente. O código das aparências é a religião do vaidoso, onde o espelho é altar e a consciência é silêncio.
Mas há quem se negue a ajoelhar.
Há quem saiba que a roupa não sustenta caráter e que o corpo, por mais enfeitado, não abriga verdade alguma se a alma estiver ausente.
Não é rebeldia, é lucidez.
A roupa que visto não muda o que sei.
A aparência que esperam não define o que sou.
O mundo pode continuar se engomando, eu sigo sendo humano.
Prefiro o desconforto da autenticidade ao conforto de uma farsa bem passada.
Porque, no fim, o corpo fica, a roupa apodrece, e o que resta é o que ninguém viu, a dignidade que sustentou o silêncio, a verdade que não precisou de terno e a coragem de não caber no falso figurino.
Daqui não se leva nem o corpo, muito menos a fantasia.
A Intensidade da Manhã e A Elegância da Noite
Numa certa manhã de domingo, houve um fato surpreendente: quando a densa escuridão da noite foi transformada em um belo vestido que deixou as curvas de uma grande intensidade elegante — parte relevante do seu forte fascínio naquele momento, além do seu semblante expressivo; do seu jeito de olhar que reflete o seu universo —, o fulgor do seu íntimo, detalhes emocionantes e profundos de um sonho poético, da beleza que supera o físico e da poesia que supera os versos.
O Clima Quente de Um Sorriso e A Elegância do Vermelho
A poeticidade de um sorriso apaixonante, caloroso e verdadeiro, como se a essencialidade do verão estivesse sorrindo em um fim de tarde, com o pôr do sol se aproximando e atraindo olhares.
Aparece linda, usando um vestido vermelho e elegante, emanando um clima quente e hospitaleiro; o amor se propagando em cada um dos seus traços, aquecendo o seu íntimo — o calor de um momento intenso.
Isso posto, ela é uma venustidade admirável, cujo coração é regado ao romantismo, ao fervor de um dia ensolarado — significado profundo que vai muito além do que é visível —, um viver abençoado pelo Zelo Divino.
As Estrelas da Sua Face e a Elegância de um Azul Profundo
Que visão elegante e muito atraente, à semelhança de uma noite incrível, com o céu tomado por um azul profundo, imponente e estrelado, em um momento bastante oportuno.
Nela, as estrelas são representadas pelo charme radiante dos seus olhos e pelo esplendor do seu sorriso, expressados no seu lindo rosto.
Expressão fiel do amor divino; bela inspiração de um tom charmoso. A grande exposição de uma arte irresistível de um íntimo naturalmente caloroso.
Ludicidade Praiana entre a Lua e o Mar
Luar brilhando fortemente com elegância, lá no alto, entre algumas nuvens acinzentadas, refletindo o seu brilho admirável sobre as águas do mar,
O qual exibia as suas ondas baixas, movimentadas pela brisa como se estivesse acariciando gentilmente a areia da praia, marcada por pegadas de idas e vindas.
O resultado foi um cenário apaixonante, cheio de vida, que provou a magia da ludicidade, atraiu a percepção poética e expôs a leveza da simplicidade.
Parte bela da noite, de uma linda memória construída a partir de uma observação sincera da lua — o grande destaque de um lugar praiano, uma paisagem que liberta.
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