Elegância
Eu posso afirmar com exuberância:
Apreciamos a vida com elegância.
Apreciamos as singelezas,
No nosso coração só há espaço
Para as certezas,
Os nossos beijos dobrados
Serão de invejar até as estrelas...
O teu sorriso é um convite
Para termos os nossos beijos trocados,
Do teu paraíso os beijos assanhados
São habitantes - a gente se adora
Além dos instantes;
Faremos o melhor de todos os romances...
Sonhamos com os nossos beijos
De namorados regados de desejos;
Somos dois atirados querendo sempre mais
E mais beijos...
Nós somos um, somos dois
'acanhados' que adoramos beijos aos bocados,
E doces loucuras de apaixonados...
Nos braços da alvorada
E na malícia do poente,
Vamos nos preparando
Para nos encontrar na boêmia poética
Bem de madrugada - não há desejo
Tão lindo, e alegria mais do que esperada
De uma mulher que deseja ser amada.
Estamos precisando de doses cavalares de calma, lucidez e elegância neste país. Ninguém investe num país de gente geniosa e sem educação.
Elegância e romantismo fazem falta nos relacionamentos aqui no Brasil. A nossa cultura nacional atual também está deixando a desejar para estimular os casais a ser mais amorosos e se encantarem todos os dias.
A elegância angélica
das Perobas-Brancas
trazem a memória feita
de fibra, poesia e paz
das ancestrais austrais
que dirigem o Hemisfério
e não silenciam jamais.
Uma mulher elegante não pode ter menos do que um parceiro elegante. E elegância não tem e ver com grana, e sim com espírito. Quem é uma boa companhia para si sempre será uma companhia em qualquer circunstância para quem tem sensibilidade de apreciar.
Ela não quer ser aparência. Quer ser elegante na vida. Ela quer continuar importante mesmo quando troca a roupa ou despe a alma atrevida.
Ninguém é responsável se não nós, pelo que aceitamos, pelo que escolhemos, pelo que preferimos acreditar, pelas verdades que preferimos adiar. Ninguém é responsável se não nós mesmos, por entrar e sair elegantemente da vida dos outros carregando os nossos próprios sonhos e pagando pelos excessos da gente.
Costuma-se dizer que o elegante, o refinado e o verdadeiramente caridoso é um fidalgo.
O fidalgo é um “filho do algo”.
Eu não quero ser o filho.
Quero ser o algo.
