Ela é...
Ela é forte, guerreira e única.
Tem as palavras certas para as horas certas.
Aquela que acolhe, que abraça, que entender e ajuda.
Que me amou primeiro, antes de qualquer outra pessoa.
Quem me ensinou a viver e crescer.
Tudo o que tenho, tudo o sou devo a ela, e por mais que eu passe a minha vida detalhando qualidades e falando agradecimentos, ainda é pouco diante do seu imenso valor.
Hoje é uma data para você Mãe, mas para mim, o seu dia é todos os dias.
Te amo.
Eu sempre ignoro a maldade alheia, porque ela sempre reencontra o próprio dono. É como eu disse; outro dia, o problema não é meu. É de quem se deixa levar pelo impulso dos sentimentos ruins, de inveja, perseguição, pragas e, tudo aquilo que o deixa desequilibrado.
" Bom dia!
Se alegre no Senhor, hoje é dias de bênçãos, creias e ela chegará. Seja forte e paciente, Deus age na calmaria".
Existe algo no amor que se parece muito com a história da borboleta.
Antes de voar, ela precisa aceitar o escuro do casulo.
Ali dentro tudo muda. O que ela era deixa de existir para que algo novo possa nascer. É um processo silencioso, difícil e invisível para quem olha de fora.
Com o amor acontece a mesma coisa.
Ele também nos transforma por dentro. Faz a gente abandonar medos, quebrar antigas versões de nós mesmos e aprender a sentir de um jeito novo.
Quando o amor é verdadeiro, ele não apenas chega. Ele muda quem somos.
E então, um dia, quase sem perceber, abrimos as asas.
Descobrimos que aquilo que parecia um fim era apenas o começo de um voo.
Talvez seja por isso que borboletas emocionem tanto.
Elas lembram que algumas das coisas mais bonitas da vida só existem porque tivemos coragem de nos transformar.
E amar, no fundo, é exatamente isso.
Ter coragem de mudar para poder voar junto. 🦋
Quando a minha mãe percebe que estou a esforçar-me muito para lhe agradar, ela diz:
“Cuidado, filho… tenha calma.”
Então eu respondo:
“Mãe, eu sou a semente que você plantou. Estou apenas a esforçar-me para dar frutos… é isso que as sementes fazem.
Tenho que dar no duro agora, enquanto ainda tenho tempo de estar com você.”
— Binilson Quissama
À Viviane
Ser uma alma livre era o que ela queria.
Abraçava os mais diversos hobbies, sempre em busca de sentir um pouco dessa liberdade.
Desenhava como ninguém, lindos pássaros que quase podíamos ouvir cantar.
Patinava para sentir o vento em seus cabelos delicadamente pintados de ruivo, pela sensação de voar.
Escrevia belos artigos sobre suas observações da natureza.
Paixão que transformou também em profissão, pois a Biologia era algo que estudava com afinco.
Consigo imaginá-la caminhando pela mata com suas botinas e sua câmera, atenta aos sons da natureza, como uma raposa curiosa caçando memórias.
À noite, a caça era por um empolgante show de rock. Então seu look explorador dava lugar a algo mais ousado: jaqueta de couro preta, saia e meia-calça.
Talvez agora essa alma livre tenha finalmente encontrado a liberdade que sempre buscou nos ventos, nas matas e nas canções da natureza.
E assim seguimos guardando suas memórias nos lugares onde a natureza e a liberdade ainda cantam.
Descanse em paz, alma livre.
A fé mais profunda não nasce quando tudo está bem. Ela nasce quando tudo parece perdido e, mesmo assim, o coração escolhe continuar confiando.
Mas ela está quebrada
Sem tempo pra existir.
Tudo o que mais quis
Viu de suas mãos cair.
Ela já magoou
Mas se machucou muito mais.
Queria ser feliz...
Que ilusão viver em paz...
Antes ela era a única coisa que poderia me salvar quando o ar não entrasse mais nos meus pulmões, e tudo ficasse pesado demais. Agora ela é apenas uma estranha, como alguém que desconheço, que jamais conheci. Se eu me afogar, e não conseguir nadar para a superfície, nada mais tem o poder de me tirar das águas, muito menos de reanimar o meu corpo inerte e afogado.
- Marcela Lobato
Ela não compreendia esse mundo, e esse mundo não a compreendia. Ela jamais foi parte dele, apenas o habitava. Ninguém nunca soube entender seus versos, emoções e palavras. Ela não pertencia a esse lugar, e esse lugar nunca pareceu ser o seu lar verdadeiro.
- Marcela Lobato
A morte é simplesmente o fim.
Ela não transforma, não conduz, não prepara.
É o encerramento total do ciclo,
o ponto em que nada mais se prolonga.
Não há caminhos ocultos,
nem sentidos posteriores a serem buscados.
A morte existe para fechar,
para afirmar que tudo o que tinha tempo
chegou ao seu término.
Reconhecer isso não é negar a vida,
é aceitar que todo ciclo
se encerra exatamente onde termina.
Indomável
A arte modifica tudo.
Ela atravessa o tempo sem pedir licença,
desarruma certezas,
rasga molduras invisíveis.
Não segue padrões,
não se curva a tendências,
não cabe em vitrines nem em fórmulas prontas.
Ela é livre,
leve como vento que entra pela janela aberta,
solta como pensamento que se recusa a ser domesticado.
A arte não imita o mundo,
ela o recria.
E, no silêncio de quem sente,
ela transforma tudo outra vez.
As pancadas da vida
Eu sei que a vida às vezes é dura.
Às vezes ela não avisa.
Simplesmente vem…
e nos enche de pancadas.
E tem noites em que a gente fica acordado de madrugada pensando:
“O que eu poderia ter feito diferente para evitar tanta dor?”
A mente procura respostas.
O coração tenta entender.
Mas olhando por outro lado…
cada pancada também ensinou alguma coisa.
Você aprendeu a sobreviver.
Mesmo com traumas do passado.
Mesmo com momentos em que quase desistiu de tudo.
Ainda assim, em algum momento, você percebeu algo importante:
você era mais forte do que imaginava.
E mesmo depois de tantas quedas,
você continuou seguindo.
Porque às vezes a vida bate forte…
não porque você merece sofrer.
Mas porque, de alguma forma,
essas pancadas acabam revelando a força que existia dentro de você o tempo todo.
Detalhes da Existência
Existe uma beleza na vida
que nunca se impõe.
Ela não grita,
não exige atenção,
não disputa espaço com o barulho do mundo.
Ela apenas permanece
nos detalhes.
Talvez por isso
quase ninguém a perceba.
Vivemos ocupados demais
procurando o extraordinário,
o que parece grande,
o que pode ser mostrado aos outros.
Mas a verdade da existência
raramente está nas coisas grandiosas.
Ela mora no modo
como alguém diz o seu nome.
No olhar que se demora
como se ali existisse
uma pergunta silenciosa.
No abraço que dura um pouco mais
como se dois corações, por um instante,
tentassem escapar da solidão do mundo.
Há algo profundamente humano
nesses pequenos gestos.
E talvez fosse isso
que os pensadores da angústia humana
tentavam dizer:
que a vida não se revela
nos grandes espetáculos da existência,
mas nos instantes simples
onde duas almas realmente se encontram.
Porque no fundo,
o ser humano não sofre
pela falta de grandes acontecimentos.
Ele sofre
quando os detalhes desaparecem.
Quando ninguém percebe seu silêncio.
Quando seu nome é apenas um som.
Quando seus dias passam
sem um gesto que diga:
“eu vejo você.”
E então a existência continua,
o tempo segue,
os dias se repetem…
mas algo dentro da alma
começa lentamente
a se tornar vazio.
Talvez seja por isso
que a beleza da vida
se esconde nos detalhes.
Porque são eles
que lembram ao coração
que existir
ainda tem sentido.
— Sariel Oliveira
A Metafísica dos Pequenos Gestos
Existe uma beleza na vida
que não se anuncia.
Ela não chega fazendo barulho,
nem pede para ser notada.
Ela apenas acontece.
Habita os detalhes.
No modo delicado
com que alguém pronuncia o seu nome,
como se ali existisse
mais do que uma simples palavra.
No olhar que permanece
um segundo além do necessário,
como se quisesse dizer algo
que a linguagem não alcança.
No abraço silencioso
onde dois corpos se encontram,
mas quem realmente se toca
são as almas.
A vida esconde sua verdade
nesses pequenos instantes.
Mas quase sempre
estamos ocupados demais
correndo atrás do que parece grandioso,
do que o mundo chama de importante,
do que brilha por fora.
E assim deixamos escapar
o essencial.
Porque o essencial
não se impõe.
Ele se oferece.
E só percebe
quem aprendeu a sentir.
Talvez por isso,
quando o tempo passa
e a memória começa a recolher
os fragmentos daquilo que fomos,
não são os grandes acontecimentos
que permanecem.
São os detalhes.
Um gesto.
Um olhar.
Uma palavra simples
dita na hora certa.
Coisas pequenas
que, de alguma forma misteriosa,
se tornam eternas.
Porque quando os detalhes desaparecem,
a vida continua existindo…
mas perde
a sua profundidade.
E sem profundidade,
até o tempo
parece vazio.
— Sariel Oliveira ✍🏻
Ela pegou a vassoura
e saiu voando pela janela,
ainda vejo sua silhueta sobre a vassoura
em contraste com a lua cheia...
mais cedo fez chover pétalas de rosas
me falou da essência do amor...
e cheirando a jasmim
levitava entre entre as bromélias do jardim,
ela me disse que era pra sempre
que era infinito, sempre que acontecesse
deitamos a luz da lua
acordamos a luz das estrelas
e tudo que era poesia invadiu minha rua...
Minha consciência é meu segurança particular, porque é ela que cuida do que entra e do que sai da minha mente. Meu inconsciente é minha residência, o lugar onde tudo que sinto, penso e vivo se acumula, mesmo sem eu perceber. Se meu segurança se distrai e dorme, se minha consciência perde a atenção, a mídia invade. Ela traz ideias, valores, medos e desejos que não são meus, ocupa minha residência sem pedir permissão e começa a me influenciar. Por isso, é minha responsabilidade manter meu segurança acordado, atento, protegendo o que deixo entrar na minha mente e no meu ser.
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