Ela é...

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Ela é minha menina
(Mas estou sozinha)

Ela é minha amada
(Mas estou submissa)

Ela é minha protegida
(Mas estou tão ferida)

Ela é minha flor
(Mas já fui muito pisada)

Ela é linda
(Mas não é isso que vejo quando estou diante do espelho)

Ela é tão calada
(Mas estou GRITANDO por dentro)

Ela tem tudo
(Mas não sou feliz)

Inserida por Lima_Renata

Ela é exceção
Que no universo em teu olhar
Ela adormece até a alma.
Ela é canção
Que mesmo a cappella
Não perde teus timbres.
Ela é lua
Que mesmo com varias fases
Estaciona sua beleza frente a meus olhos.
Ela é poesia
Que furtará seus pensamentos
Em uma hora qualquer
Como furtou os meus
No final desse domingo chuvoso.

Inserida por ShandyCrispim

"Pratique a gratidão até que ela se torne seu estilo de vida".

Inserida por Minervarose

Quando anunciamos a palavra de Deus, ela fala aos aos corações que ouvem e ao coração de quem anuncia.

Inserida por Marciootnniel12

Apenas Ela

Você é tão linda como aquelas portas de rico que abrem dos dois lados, tão preciosa como um diamante na vetrine, eu não vou mentir que só tenho pensado em você nessas últimas semanas
Até sonhei com você quando antes de dormir orei pedindo a Deus um pouco de alegria, eu só quero te encontrar por acaso em umas dessas noites frias e te acompanhar até sua casa, e durante o caminho parecendo calmo quando na verdade eu busco a melhor forma de dizer o que sinto

Basta eu estar com você que meu mundo para assim como as palavras que eu tento dizer a você, como eu amo quando o vento joga seus cabelos e você o ajeita, como amo sua forma de se expressar
Mas ao mesmo tempo vejo meus manos esquecendo da própria vida por causa de uma garota, jamais eu colocaria você na frente dos meus sonhos, se for sonhe do meu lado
Quero me sentir livre ao seu lado e saber onde te encontrar e saber que estará me esperando

Não precisamos ter algo sério para mostrar que não estamos de brincadeira, oque vai nos unir é o sentimento e não papéis sociais
Mas com tudo isso não pense que eu vou te deixar pra trás, não se preocupe com nada sou um guerreiro
Você é pra mim oque sou pra você tudo recíproco na intensidade do olhar

Agora chega de brincadeira não vou esperar nenhum segundo pra dizer o quanto você é especial pra mim, a noite está fria porisso vou me aproximando devagar deixe eu emprestar minha blusa, antes de entrar deixe eu pegar nas suas mãos e não diga não
Eu quero com você desenhar um futuro novo não posso ficar mais longe de você, sem histórias de princesa e principe com felizes para sempre o momento é agora não diga mais nada apenas feche os olhos

Inserida por AdrianoLopes1

Ela é iludida. Sendo assim, é óbvio que ela se ilude fácil e quando digo fácil, digo rápido demais, com poucas coisas, coisas que talvez seja insignificante, coisas que talvez não seja nada demais... Afinal de contas, ela é iludida mesmo. Ela sente atração por pessoas indisponível, pessoas com gosto diferente, e talvez pessoas que realmente não a ache atraente, ela mesmo sabendo disso , insiste, tenta, fala, faz, insinua , mas tem aquele momento que ela cai na real, e sai dessa ilusão que tanto alimenta, e quando esse dia chega, ela simplesmente age naturalmente, como se nada tivesse acontecido, ou sentido, e daí ela age com "frieza" sobre o assunto, tipo uma ferida recém cicatrizada que ela tem certeza de que se alguém for cutucar, ela não sentirá nada , pois na cabeça dela já está tudo muito bem resolvido , obrigada. Então ela age como se fosse no começo antes dessa atração surgir, até que se percebe que, quando você não corre mais atrás, não se importa mais, não tem mais interesse, ou até mal trata, essas pessoas que ela supostamente teria atração, começam a notar sua presença, sua sensibilidade, sua gentileza, sua sensualidade, mas acaba sendo tarde demais. E quer saber de uma coisa ? Ela pode sentir atração por pessoas que não é recíproco, mas cara... Pode ter certeza de que tem outros aí fora que está babando por ela! 😘

Inserida por rachellvidal

Ela é formada por aquelas células frágeis que se encanta com atitudes simples. O DNA dela é composto de resistência das palavras ponte agudas.
Oxigênio dela é esperança de um dia ser feliz.
O sol dela é aquela força que tem dentro de si .
O vento dela é quando as palavras negativas e ofensas são lançadas mas como o vento passa e leva.
A chuva é toda aquela tristeza que ela carrega durante o dia e que de noite se torna lágrimas .
O vulcão é aquela alegria que ela sente quando recebe aquele abraço apertado que tem o encaixe perfeito.
A nuvem é aquela noite de sono bem dormida e com belos sonhos.
As estrelas simboliza todas as vezes em que ela pensou em desistir e estava fraca mas conseguiu se reerguer.
Assim é o mundo dela, intenso mas real.

Inserida por rachellvidal

É melhor ter luz para um cômodo do que ver ela se apagar ao ser vista pelo auditório

Inserida por JhonatanRamos

Muitos querem a evidência, não sabendo o preço que ela custa

Inserida por JhonatanRamos

FILAMENTOS DE UM PÔR-DO-SOL ANDRÓGINO (*)
Admirava-o. Não perdi a admiração. Acredito que ela tenha aumentado. O bizarro, é que nunca cheguei a pensar como tudo havia acontecido. Eu era, testemunha ocular de um gesto que o personalizou, ainda que não tenha tido a intenção, seu trabalho bastaria, como bastou. Entre os estandartes da demência e da genialidade, fez-se eterno.
O vermelho deslizava-lhe pelo pescoço, avolumando pequenas poças, coágulos, gosmas, querubins malditos, formas mortas, abortos, abutres, assentados nos pêlos da sua barba. Seu olhar fixo, sem nenhum tremor, como se nada acontecesse, e não fora ele o autor, intérprete, diretor, cenário e palco do monólogo vermelho. A colcha que cobria a cama ganhava nova coloração e forma, pintura primitiva, esvaindo-se das minas da carne, viscosa e quente, contrastando à indiferença do seu olhar, parede e alcova, da emoção. O corpo demonstrando declínio ante a dor não exposta e fraqueza natural, quedou-se devagarzinho, de encontro à cama.
O instrumento cúmplice, banhado de vermelho, parecia um bumerangue aborígene, pássaro apocalíptico da trilogia da negligência. Nós éramos mórbidos epigramas do triângulo em gestação. Cortado pelo gélido pincel, foi-lhe a carne dividida, lembrando o pão da santa ceia, às avessas.
Ela estava arrancada dele, definitivamente separados. Não fiz nada. Senti que não deveria interferir. No entanto, não poderia abandonar aquele momento trágico e sedutor, sem pegar um souvenir.
Quanto tempo sonhei com aquela tarde no Louvre. Lá estava eu, entre dezenas de grandes mestres, todos fascinantes com seus estilos, e rupturas que marcaram época, contudo, queria encontrá-lo, devorá-lo ao vivo, longe das reproduções e slides, que durante anos foram companheiros nas salas de aula. Somente ele, nenhum outro, de tal forma, conseguia desequilibrar-me, colocando-me à deriva emocional. Diante da sua arte, caminhava entre as plantações de trigo, girassóis e moinhos. Nessa viagem, frenesi de quem parte sem ausentar-se, somente retornava a mim mesmo, quando os alunos em coro, chamavam-me.
Andando pelos corredores do Louvre, escarnavam-me o olhar babando as gosmas saborosas das retinas, Delaroche, Velasquez, Picasso, Gaugain, Renoir, Monet, que me provocou compreensível – breve – parada. Ele, de certa forma, bordava as lantejoulas do meu frenesi. Continuei a busca, com a certeza da sua proximidade. Subitamente, como se algo, chamasse-me a atenção, tocando-me às costas, virei-me, e o paraíso descerrou as cortinas – a luz amarela – estrela vésper da sua pintura, mergulhava na umidez vermelha dos meus olhos.
Ignorando as pessoas em volta, perdendo com mais intensidade a noção do tempo, ao êxtase tântrico pictórico, minha alma alada, já não era alma. Era um arco-íris pousando no útero da tela, onde fiquei, até que uma voz – sempre elas – trouxe-me de volta para o outro lado – a terceira margem do rio do tempo – ao insistir que estava na hora de fechar o museu.
Saindo do Louvre, meus olhos garimpavam o transe. Na indiscreta verticalidade do abismo, encontrei o metal cortante. Minhas náufragas, suadas digitais, revelaram a dissimulada atração. Ao guardá-lo, no bolso esquerdo da jaqueta, forte era a sensação de Ícaro, cujas asas a monotonia, não mais haveria de derreter. No balanço do meu andar, o metal batia e voltava sobre meu coração, como chibatadas, açoitando a dolorida ansiedade.
A uma quadra do hotel, resolvi parar num café, escolhendo uma mesa na calçada. Após a primeira taça de vinho tinto seco, vejo-me novamente em seu quarto. Ele com o instrumento em riste, no topo da orelha, não ousava dizer absolutamente nada. Quedou silente. Os músculos de sua face e seus olhos eram os mesmos bailarinos paralíticos, completando a alegoria do hiato, antecedendo ao gesto. Sua mão, única expressão de vida, desceu num frêmito impulso guilhotinador. Um desejo irremovível de amputar. Em queda, as gotas de sangue eram filamentos de um pôr-do-sol andrógino.
Sentado no café, o garçom perguntava-me se queria outra garrafa. Pedi a conta, ao mesmo tempo em que apalpava os bolsos da jaqueta.
Chegando ao hotel, peguei a chave, tomei o elevador. Dentro do apartamento, ouvi o farfalhar das asas de dois pássaros vermelhos, fui ao lavabo, postei-me frente ao espelho, retirando, primeiro do bolso esquerdo da jaqueta, o dócil e inofensivo cortante metal. Depois foi a vez do souvenir. Ao empunhar o metal sobre minha orelha, no canto esquerdo superior do espelho, Van Gogh, observava-me passivamente. No mármore do banheiro, a orelha de Van Gogh, já não estava sozinha.
(*) EUGENIO SANTANA é Jornalista, Escritor, Ensaísta, Biógrafo e Redator publicitário. Pertence à UBE - União Brasileira de Escritores. Colaborador da ADESG, AMORC e do Greenpeace. Autor de nove livros publicados. Gestor e fundador da Hórus/9 Editora e Diretor de Redação da Revista Panorama Goiano.

Inserida por DraJaneCostaRebello

¨Bem aventurado quem tem sede de justiça,pois só DEUS é a nossa fonte,se precisar ela faz jorrar água da rocha¨

Inserida por gilson_saviola

A loucura bate à porta a todo momento, e a vontade de deixar ela entrar é tremenda.

Inserida por ErickFonseca

Nunca faça de brinquedo o amor e o coração de uma pessoa que te admira e ama, por que se um dia ela ficar sem você ela sofre, por que te amou demais.

Inserida por andrey_maia

Esperança

E que a esperança nunca me falte
Porque sem ela sou navio no fundo do oceano
Sou fraco, sou alma congelada, não sou eu.

E que a esperança nunca me falte
Nem no brilho das estrelas
Nem nos meus dias de caos
Nos meus dias de medo.

Inserida por deyvyson

A vida, ela me proporciona escolhas, basta eu escolher qual é a certa e qual a errada.

Inserida por diego_vas_de_lima

A pessoa que você ama não mostra o que ela é de verdade quando estiver tudo bem. Agora, se caso estiver em um momento ruim a descoberta será desagradável e decepcionante.

Inserida por DaniloG

"A estrada só é caminho para quem por ela passar "

Inserida por rogeriojoaquim

Não menospreze a instrução, porque ela fará você andar com suas próprias pernas.

Inserida por edson_caserna

A borboleta

A lagarta
Fez o seu próprio casulo,
E eu aqui no escuro
Fui vendo ela se transformar.
Acompanhei cada momento
Prestei atenção a cada detalhe,
Do seu desenvolvimento.
Fui me apaixonando
E conforme o dia passava,
Esperava o grande momento.
Então aquele pequeno casulo
Foi aos pouco se desfazendo,
Ao mesmo tempo,
Em que as asas iam crescendo.
Tornou-se parte de mim,
E já não queria que tal
Desenvolvimento
Chegasse ao fim.
Quanta beleza!
De toda a criação,
Pra mim a mais bela
Na natureza.
Queria morar no ficar com ela
Pra mim!
A envolvi com uma sebe,
Pra protegê-la com todo
Meu ardor!
Ela estava crescendo
Aos poucos se desenvolvendo,
E eu aqui a apreciar, pasmo
Mas com muito amor!
Triste!
Ela cresceu, bateu asas
Saindo das minhas vistas
Indo direto...
Para as mãos Do caçador!
" Mas a borboleta é esperta
Por tantos cuidados que teve
Se desvencilhou do caçador
E por esses céus voou! "

Wsrjunior
Egle Bozza

A liberdade é sempre arriscada, mas quando há orientação, os riscos servem para a infindável aprendizagem.

Inserida por wsrjunior

O novo não me fascina. A paz sim, ela me Encanta.

Inserida por franciane_soares