Eis a Razao da minha Vida

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Não fale bem de mim, irá estragar minha reputação

Tudo começou com uma brincadeira e com o passar dos dias ja senti...vocë é minha alma gëmea
...minha metade...meu sol...minhas estrelas...minha lua...meu mar...meu tudo
Náo poder viver vocë...é o pior castigo...mas a vida quiz assim ...e agora...pobre de mim que sei que vocë existe, eu te encontrei e náo tem como viver "vocë"...náo tem como te dar todo meu amor....
Nunca vou te abraçar, sentir seus olhos nos meus....seus labios nos meus...sentir o cheiro de sua pele...
Náo vou poder viver vocë meu grande amor...náo vou pocer e por isso vivo a sofrer...mas com a certeza ter...pra sempre vou te querer

⁠Na minha cabeça, eu sou o melhor. Se não pensarmos assim não temos ambição. Eu tenho de pensar que, na minha profissão, eu sou o melhor. Posso não ser, mas na minha cabeça eu sou o melhor.

Bom, hoje vou escrever sobre a minha incapacidade. Sou incapaz. Incapaz de perceber as coisas mais simples. Me ligo em detalhes esquisitos. Eu sou estranho. Minha mão não para de transpirar devido a uma indignação obtida minutos atrás. To indignado. Não gosto de certas intimidades. Não gosto de gente cheretando no que é meu. Viram? Eu sou incapaz. Incapaz de deixar isso passar desapercebido. Ah, ninguém sabe do que estou falando né? Não vou dizer. Sou incapaz de dizer o porquê. Ficaria envergonhado. Não gosto de intimidades. Não espero que alguém entenda o que eu escrevi aqui. E por favor, não me perguntem. Eu só queria auto-desabafar.

Não é que eu seja depressivo é que na minha história há um grande buraco, uma enorme depressão na planície de meus sentimentos.

Prefiro o doce silêncio da minha mente barulhenta ao barulho de bocas cheias, mas de mentes completamente vazias.

O sorriso estampado em minha face é o disfarce contra toda hipocrisia e falsidade

Às vezes preciso me abrigar
no colo de Deus.
Minha alma precisa descansar.
Sinto-me tão pequena e, por vezes, perdida!
Sei que somente Ele pode
me fazer encontrar forças
para poder continuar.
Meu silêncio se faz presente,
pois já não sei mais o que falar...
Não sou triste, mas o que tenho vivido
são meros momentos de tristeza.
E sei que somente Deus é capaz de mudar.

A beleza de um pequeno sorriso seu exaltou a minha grande vontade de dizer: como tu é linda, mulher.

As pessoas discutem minha arte e fingem entender como se fosse necessário entender, quando é simplesmente necessário amar.

Tenho saudade da minha infância. Quando as amizades não tinham diferença de cor, classe social e religião. O amor fraternal acompanhava a amizade. A solidariedade, o companheirismo, amor e amizade eram palavras de destaque.
Da época que eu não sabia que era tão difícil falar "Eu te amo", que a aparência seria a chave de tudo, que o dodói no coração não se curaria só com um beijinho.
Ai, que saudade do meu tempo de criança...

"E eu rezo uma oração.. hei de repeti-la até que minha língua se entorpeça... Catarina Earnshaw, possas tu não encontrar sossêgo enquanto eu tiver vida! Dizes que te matei, persegue-me então! A vítima persegue seus matadores, creio eu. Sei que fantasmas têm vagado pela terra. Fica sempre comigo.. encarna-te em qualquer forma... torna-me louco! Só não quero que me deixes neste abismo, onde não posso te encontrar! Oh, Deus! é inexprimível! Não posso viver sem minha vida! Não posso viver sem minha alma!"
(Heathcliff - O Morro dos Ventos Uivantes)

Não tenho nenhum talento especial, só tenho paixão em minha curiosidade.

Eu preferiria ser cinzas do que pó! Eu preferiria que a minha faísca queimasse em uma chama brilhante do que ser reprimido pela podridão-seca. Eu preferiria ser um meteoro soberbo, cada átomo meu em um brilho magnífico, do que um planeta sonolento e permanente. A função própria do homem é viver, não existir. Não vou desperdiçar meu tempo em tentar prolongá-lo. Usarei o meu tempo.

Jack London
Tales of Adventure, Hanover House, 1956

Sou de paz, e faço do silêncio minha arma de proteção, meu argumento, minha defesa, minha sinceridade e meus sentimentos em foma de palavras mudas. Não gosto de confusão, nem de conversas bobas. Procuro viver bem com todos e não me oprimir por aquilo que não vai mudar nada em mim, o que é certo, é certo, sempre terá o meu apoio, o que é errado tem apenas o meu distanciamento e o meu jeito de viver a vida sem carregar pesos desnecessários. Evito a fadiga.

Se meu sorriso mostrasse o fundo de minha alma, muita gente, ao me ver sorrir, choraria comigo.

Na minha opinião, todo mundo tem seu milagre.

Minha grandeza não consiste em não haver caído nunca, mas em haver me levantado sempre.

Quero aceitar minha liberdade sem pensar o que muitos acham: que existir é coisa de doido, caso de loucura. Porque parece. Existir não é lógico.

Clarice Lispector
A hora da estrela. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

CARTA DO AUSENTE

Meus amigos, se durante meu recesso virem por acaso
passar a minha amada peçam silêncio geral.
Depois apontem para o infinito.
Ela deve ir como uma sonâmbula, envolta numa
aura de tristeza, pois seus olhos só verão a minha
ausência.
Ela deve estar cega de tudo o que seja o meu
amor (esse indizível amor que vive trancado em mim num
cárcere mirando empós seu rastro).
Se for a tarde, comprem e desfolhem rosas à
sua melancólica passagem, e se puderem entoem
cantus-primus.
Que cesse totalmente o tráfego e silencie as
buzinas de modo que se ouça longamente o ruído de seus
passos.
Ah, meus amigos, ponham as mãos em prece e
roguem, não importa a que ser ou divindade por que bem
haja a minha grande amada durante o meu recesso, pois
sua vida é minha vida, sua morte a minha morte.
Sendo possível soltem pombas brancas em
quantidade suficiente para que se faça em torno a
suave penumbra que lhe apraz.
Se houver por perto um hi-fi, coloquem o
"Noturno em sí bemol" de Chopin.
E se porventura ela se puser a chorar, oh
recolham-lhe as lágrimas em pequenos frascos de
opalina a me serem mandados regularmente pela mala
diplomática.
Meus amigos, meus irmãos (e todos os que
amam a minha poesia), se por acaso virem passar a
minha amada salmodiem versos meus.
Ela estará sobre uma nuvem envolta numa aura
de tristeza o coração em luz transverberado.
Ela é aquela que eu não pensava mais
possível, nascida do meu desespero de não encontrá-la.

Ela é aquela por quem caminham as minhas
pernas e para quem foram feitos os meus braços, ela é
aquela que eu amo no meu tempo e que amarei na minha
eternidade - a amada una e impretérita.
Por isso procedam com discrição mas
eficiência: que ela não sinta o seu caminho, e que
este, ademais ofereça a maior segurança.
Seria sem dúvida de grande acerto não se
locomovesse ela de todo, de maneira a evitar os
perigos inerentes às leis da gravidade e do momentum
dos corpos, e principalmente aquele devidos à
falibilidade dos reflexos humanos.
Sim, seria extremamente preferível se
mantivesse ela reclusa em andar térreo e intramuros
num ambiente azul de paz e música.
Oh, que ela evite sobretudo dirigir à noite
e estar sujeita aos imprevistos da loucura dos tempos.

Que ela se proteja, a minha amada contra os
males terríveis desta ausência com música e equanil.
Que ela pense, agora e sempre em mim, que
longe dela ando vagando pelos jardins noturnos da
paixão e da melancolia.
Que ela se defenda, a minha amiga, contra
tudo que anda, voa, corre e nada; e que se lembre que
devemos nos encontrar, e para tanto é preciso que
estejamos íntegros, e acontece que os perigos são
máximos, e o amor de repente de tão grande tornou tudo
frágil, extremamente, extremamente frágil.