Eis a Razao da minha Vida
A Tempestade em Minha alma
sinto um vazio na alma
a cada momento
o vento sopra em minha face
secando as lagrimas
de minha alma
solidão
me sinto seguro
na escuridão
o tremor da terra
lagrimas que se transformam
em um grande oceano de desespero
sangue esvairá
de minhas veias
caindo por terra
minha alma chora
a uma enorme explosão
em minha mente , desespero
sonhos esquecidos
tempestades da alma
louca agonia
gritos que não são ouvidos
apenas sentado a beira do penhasco
chegando a hora de partir
As vezes me pergunto
O que fiz da minha vida
Parece que estou em uma frigideira
Mas não tenho o tempero que deixa minha vida apimentada
Não que minha alma não arda..
Por dentro estou queimando
Mas por fora estou crú
Se em minha vida poderei contribuir para edificar o outro, entao quer dizer que minha obra está dando certo
...e que em minha campa seja escrita minha história, não por temor de ser esquecido, apenas recebendo a rotulagem que enfim me é de mérito.
Quando eu descobri que tinha sido uma farsa tramada, foi possível anular aquilo na minha cabeça ao custo de muita dor, embora ainda arraste aquele traste no nome de uma certidão. E para amenizar o golpe financeiro, fui às calçadas do centro da cidade procurar aquelas pessoas com colete de "compra-se ouro".
Não bastava cobrir os rombos, mesmo vendendo por um valor simbólico uma peça tão cara, era necessário passar aquela falsa aliança com o nome dela no maçarico dos ourives do mercado, certo de que ao ser derretido por aqueles mascates para lhe render ainda mais, o seu nome andaria sem destino, espalhado pelo suor muitos corpos que usarão a peça derretida em seus pescoços, dedos e orelhas e se der sorte, até piercing em línguas, umbigos e partes íntimas.
Não haveria castigo maior a uma trambiqueira xenofóbica e sociopata...
“Dizer que você é o grande e único amor de minha vida é, sem a mais ínfima dúvida, confessar o óbvio ululante dos possuidores de corações que não servem senão para o belicoso ato de amar.”
Espero ansioso pelo nascimento da minha filha. Deus sabe como sempre quis ser pai e como isso me transborda de emoção e felicidade! Só de imaginá-la meus olhos se embaçam de alegria.
Minha Filha, papai já te ama mais que tudo!
A minha história a crescer e se expandir.
Essa perspectiva tem me ajudado a ver que não existe um caminho para a felicidade nós somos a felicidade e somos a vida.
A felicidade é o caminho! Assim, aproveite todos os momentos que tu tens e sê feliz.
Até o próximo verão, outono, inverno, até que tu estejas aposentado, até que a sua música toque, até que tu tenhas terminado o teu drink, até que tu estejas sóbrio de novo, até que tu morras, e decidas que não há hora melhor para seres feliz do que agora mesmo...
Lembra-te : Felicidade é uma viagem, não um destino. Porque tu é que fazes o teu destino.
A vida não é minha, mas meu coração é seu.. Se meu coração tivesse asas, ele voaria pra ficar junto do teu.
As intempéries da vida
O vento levou pra longe as sujeiras da minha alma,
A chuva choveu mansinha, acalmando a minha calma.
A primavera trouxe o verde alegrando fauna,
O verão fez do meu dia tão quente, igual ao calor da sauna.
O mormaço da paisagem inspirou Picasso,
O calor da caatinga fez a roupa do cangaço.
Espadas em aço de damasco fizeram arte e regaço,
Sonhei por várias vezes que eu caia do penhasco.
Folhas, flores e frutos dançam felizes sob a chuva,
O outono fez o broto e amadureceu a uva,
O frio do inverno pediu luva,
É da nuvem mais escura que vem a chuva.
O frio e o calor trocam a minha roupa,
Às vezes, até me colocam touca.
Por vezes, minha voz fica mais romântica,
Ou está louca ou está rouca.
O esplendor da primavera traz as loucuras de amor,
O frio do inverno, edredom e cobertor.
O Calor do verão, às vezes, me deixa na mão,
O outono faz de seus frutos a sua melhor canção.
Élcio José Martins
Esta semana, eu acordei, abri as cortinas, ventilei a minha casa. Logo após, olhei para a minha fiel escudeira, que me acompanha há 3 anos, minha palmeira bambu. Outrora sempre muito resistente, vivida, com suas folhas glaucas brilhantes, sempre trazendo aconchego ao meu lar. Eis que, acordo e lá está ela, ressecada, querendo me passar uma mensagem, que nem sempre somos ou estaremos fortes, que em tempos remotos como estes, ela me mostrava que havia perdido o seu brilho, clamando por atenção, onde, sempre esteve ali em todos os momentos para alegrar o meu canto da sala.
Escorei alguns troncos em volta, e deixei a iluminação sob ela
E aquela simples mensagem me trouxe muita reflexão.
Estamos diariamente, precisando de uma “escora”, não no sentido de dependência, de auto piedade, não! Mas, de escoras emocionais, de cuidados, de um apoio, de um sorriso, de um abraço.
E nós muitas vezes, nos escoramos.
Nos escoramos como náufragos em uma tábua de apoio, em um longo e feroz rio correnteza abaixo.
Nos escoramos para fugir da frieza, nos escoramos para fugir do desamor, da falta de empatia ao próximo.
Nos escoramos, para tentar manter a paz em nosso coração, que aos poucos se gasta e desgasta e se perde de si mesmo.
Nos escoramos para manter um sorriso, quando tudo lá fora parece não haver mais sentido, quando todos os nossos valores estão deturpados, quando nossos olhos marejam em meio ao caos, onde nosso olhar fala por si próprio, a pele responde, o arrepio sobressalta, perde – se o brilho, o toque, a fala, o tato.
Nos escoramos para tentar manter a paz de espírito, a nossa conexão com um Deus maior e supremo.
Nos escoramos para “continuar a trilhar”, para marcar nossos passos neste plano terrestre, para nos resgatar de tempos tão incertos.
Nos escoramos para não ralar na aspereza, para não ferir a pele, para não adoecer a alma.
E assim, as horas, os dias e a semana passaram. Resolvi olhar novamente com todo o respeito e cuidado para a minha “fiel escudeira de jornada”. Acordei, desatei os nós, os escoramentos que a cercava, que a mantinha de pé, e por uma grata surpresa, após muito cuidado, muito zelo, cá está ela novamente, no canto da sala, de pé, brilhante, com suas folhas glaucas a tentarem brilhar novamente, não precisando mais de escoras, estando firme novamente, firme por si própria, mantendo – se de pé, sozinha, sem criar a sombra de um “escoramento” ao teu lado para manter – se de pé.
Às vezes, depositamos muita expectativa, esperanças, sonhos, sentimentos, em escoramentos. E cá estamos, mantenhamos nossas bases firmes, sólidas, tenhamos respeito por nossa essência, pois o escoramento em algum trajeto de fragilidade, de nosso percurso, pode até se fazer ou parecer necessário, podemos até achar que precisamos dele, mas, antes de tudo, devemos olhar para a nossa base, para a nossa solidez e saber, que precisamos caminhar e continuar firmes e fortes, sem escoras e sem nós.
O lance da autoestima foi uma parada do que aprendi com a minha vida, com as experiências pessoais. Quando comecei a quebrar esse tipo de pensamento, comecei a ficar muito feliz.
Saudade da minha infância
Um dia o poeta escreveu
“ que saudade da aurora da minha vida
Da minha infância querida que os não trazem
Mais”
E eu digo: Saudade dos dias que mamãe dizia
Em meados dos anos 70, não saia de casa que o papa figo lhe pega , e eu na minha inocência com os olhos a regalar, olhava pela brecha da porta num via nenhum passar,
e hoje há vírus
a me assustar,
num saio nem um tiquim
que é pra morte não rodear.
E quando tudo isso passar
quero poder comemorar
,abrir um bom vinho
e como amigos celebrar
a vida e ao amor
e a todos poder abraçar.
DEMIR DIAS
BEIJAR A SUA BOCA
Beijar a sua boca é adocicar minha áurea,
É ressurgi o apelo da paixão,
As confidencias do meu amor,
É reafirmar minha cumplicidade...
Beijar a sua boca é viagem incerta,
É reescrever a canção da nossa historia,
Os labirintos de sentimentos se revelam,
É reafirmar minha dependência...
Beijar a sua boca é me reencontrar em você,
É reencontrar você em meu mundo,
Viajarmos algemados em confidencias,
É reafirmar eu e você em um nó bem apertado!
MINHA PRISÃO
Descobrir que minha prisão sempre foi meu corpo,
Sim, meu corpo era arma da luxúria,
Meu corpo era instrumento da promiscuidade,
Essa prisão sempre foi matéria feita Hades...
Minha prisão estava em minhas palavras,
Estava impregnada na minha mente,
Manchava com sangue minha existência
Essa prisão sempre foi matéria feita Seol...
Minha prisão era de segunda a segunda,
De noite a noite, de dia a dia
De horas a horas, de frames a frames
Essa prisão sempre foi matéria da eternidade...
Minha prisão era um templo profanado,
Uma dicotomia de sentidos,
Uma alegria transitória,
Essa prisão sempre foi matéria da morte...
Minha prisão era meu corpo,
Era minha alma,
Era meu espírito,
Essa prisão sempre foi matéria da minha ignorância!
Agora grito: Liberdade (JC)!
Meu trovador a sua dor é minha.
E o mar vermelho vai abrir caminho.
Nuvem de chumbo do céu vai sumir.
E a primavera é sem espinho.
Sou dois todos os dias,
Uma para todos e uma para a minha pessoas.
esta que a para a minha pessoa esta quebrada,
a que e para todos sera sempre forte.
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