Egoísta
Quando os protestos forem para acabar com o egoísmo e o orgulho a Terra por um encanto se transformará em um lugar de felicidade.
O amor é livre, não admite ser julgado e não permite que o egoísmo e o ciúme, primos do ódio e da ganância, se aproximem.
O amor governa em um estado de alegria, felicidade e paz.
Para agradar a Deus, as pessoas precisam mudar sua maneira de viver: deixar o egoísmo, a maldade, a corrupção, a injustiça, o desrespeito ao próximo e voltar-se para Ele.
-Devocional Diário-
O amor mata o orgulho e o egoísmo. Más porque???
Até mesmo aquele que é orgulhoso, Pede desculpas para quem ama.
Até mesmo aquele que é egoísta abandona tudo que tem por quem ama.
Até mesmo na dor, o amor é o último que prevalece.
O generoso vê as atitudes de quem é grato na simplicidade, e conhece o egoísmo a hipocrisia na ingratidão do ingrato.
A batalha de todos os dias é desafiar o grande inimigo, o próprio ego, o egoísmo a hipocrisia a vaidade de cada um vencer dia após dia.
A individualidade obsessiva remete ao egoísmo sem medidas, o que em nada contribui para o bem comum. Cada um se preocupando consigo mesmo e seu talento, sendo único e se achando "autossustentável", separando-se dos demais seres, esquecendo-se do coletivo.
Ela só qeuria te fazer feliz, mais você preferiu a solidão que o egoismo pode oferecer.
Ela mudou de opinião e te ofereceu a liberdade, mais você preferiu a solidão que o ciúme te traz...
Ela chorou? Sim!!! Seu coração doeu??? Muito!!!
Ela compreendeu que você, meu amor, escolheu o sofrimento...
Só fazemos algo em prol de nós mesmos, isso não é narcisismo nem egoismo, é cuidar de si e dos outros.
Difícil discernir a virtude na religiosidade. A crucificação de um filho é o êxtase do egoísmo, paixão condicionada para as causas impossíveis, simbologia para todas as alienações do bem por causas da maldade. Alguém morre alguém mata e isso é bom. Deus é bom.
A independência é egoísmo humano, geradora dos conflitos do amor, tão necessária é a dependência para a sobrevivência e felicidade comum. A dependência é algo indispensável para os vínculos e para a moral do amor.
Na fidelidade a Deus também se conota o radicalismo e o egoísmo, os praticante não estão tão sujeitos a todas as argumentações contrárias, são ideias resistentes cultivadas por anos de doutrinação e rituais religiosos que são executados com muita perspicácia, a prática é temerosa e eficaz, mas somente com uma inteligência e muito otimismo natural seria capaz de superá-lo da fé religiosa. A doutrinação se incide sobre a criança hereditariamente, são incentivos dados para o vício da prática da religião.
(A. Valim)
Por Amauri Valim: O egoísmo de Cristo.
“Persistam em fazer isso em memória de mim (Lucas. 22: 19)”. Foi o pedido de cristo antes de sua morte, durante as aparições em Jerusalém na quinta-feira da semana santa. Certa vez, Cristo amaldiçoou uma figueira, (Marcos 11: 13) ele tinha fome e ela não tinha figo, (os discípulos o admiraram). Isso talvez demostra certo egoísmo, egocentrismo de Cristo. Pratica-se a maldade, um péssimo exemplo para a humanidade, assim como a sua própria morte na permissão de Deus. Logo as maldades de Deus e de Cristo cabem perfeitamente como exemplo de tudo o que o homem vive. Percebe-se que naquele tempo Cristo não convenceu um povo como um todo a segui-lo. Desfaz-se a ideia da volta de Cristo porque o homem ainda continua tão mal quanto foi naquele tempo. Seguindo o exemplo de Deus, podem-se permitir atrocidades ao filho desde que seja para a salvação de um povo já condenado por ele, ou praguejar e condenar uma árvore de tronco frondoso de folhas largas a dar sombras se ela não der frutos quando se tem fome, (e isso é divino). Tudo isso é válido para a maior parte dos cristãos, mas é um tanto difícil entender como fica para os outros mais de 6 bilhões de habitantes do planeta que não são cristãos, ou os que não comemoram a páscoa. Por fim a religião a partir do cristianismo é culturalmente causadora da inspiração divina independente de verdade ou de mentira criada em torno de Cristo.
