Educação Matemática
O Apito, a Matemática e o Óbvio
Em Natividade, vive-se um tempo curioso: discute-se muito, posta-se muito, argumenta-se muito — mas o trânsito continua falando a língua bruta da imprudência.
Em tempos de abusos no volante, não é o grito que organiza.
Não é a live que corrige.
Não é o discurso inflamado que reduz colisões.
As armas mais poderosas continuam sendo as mais simples:
o apito e a vigilância institucional.
O apito não é autoritarismo — é sinal.
A vigilância não é perseguição — é presença do Estado.
A matemática é elementar, quase primária:
Ausência de fiscalização + sensação de impunidade = abuso.
Presença constante + regra aplicada = redução do excesso.
Não requer hermenêutica. Não exige tese de doutorado. Não depende de narrativa ideológica.
É conta de soma.
Quando não há quem observe, alguns avançam o sinal.
Quando não há quem registre, alguns estacionam sobre a faixa.
Quando não há consequência, multiplica-se o descuido.
E a cidade paga em risco o preço da omissão.
Enquanto isso, ali perto, em Porciúncula, formam-se agentes, treinam-se procedimentos, aguarda-se homologação. Pode parecer burocrático. Mas é método. E método é a base da ordem.
Em Natividade, o debate muitas vezes se perde entre versões e justificativas. Porém, a rua não entende versões — entende presença. A rua não interpreta intenções — reage a ações.
O apito não é barulho.
É lembrança de limite.
A vigilância institucional não é espetáculo.
É aviso silencioso de que alguém está cuidando.
E quando o poder público hesita em assumir esse papel, a equação se resolve sozinha — e nunca a favor da coletividade.
No fim, a matemática do trânsito é cruelmente simples:
Onde o Estado não ocupa, o abuso ocupa.
Onde a regra não se impõe, o improviso reina.
Não é questão de opinião.
É questão de soma.
"A arte de fazer matemática é encontrar aquele caso especial que contém todos os germes da generalidade."
Os iguais, a matemática e a filosofia
Agilson Cerqueira
A necessidade de equivalência progressiva do pensamento sempre será uma genialidade medíocre quando a ele for atribuída a satisfação explícita do singular sem lógica do raciocínio!
Sobre a linha do horizonte,
armei a minha equação matemática.
Me apropriei da física quântica.
Curvei o tempo.
e nele retornei na expectativa daquele encontro
que jamais aconteceu.
“A música tem o poder de eternizar qualquer momento, seja ele bom ou ruim. Essa matemática traduzida em sons cria a equação cujo resultado é o sentimento.”
Estou na aula de matemática!
Você é minha insegurança,
Me sinto segura ao seu lado.
A mercê meu coração,
Andando sem noção.
Sinos tocam,
Todos se arrebatem lapidando,
E eu continuo o meu treino suando.
Meus poemas decifrarei,
Meu coração para você eu lhe entreguei.
Nenhuma frase bonita substituí-la,
Mesmo sendo a mais linda.
Você é minha equação simples da matemática,
Não uma fórmula de baskara.
Poderia dizer que és a letra do meu português,
Mas é o dicionário.
Você é meu sistema solar,
Apaguei e refiz-
"Você é a galáxia,
As estrelas,
Tem escuridão,
É todos os planetas unidos".
"A regra é simples, como nos livros de matemática da infância:
você pertence ou não pertence.
É ciência."
"O Método não serve apenas para o enriquecer, é a única defesa real e matemática contra o roubo silencioso do seu poder de compra."
Laerson Endrigo Ely, O Método R.E.N.D.A. de Investimentos @ometodorenda
"O risco real não é a oscilação do mercado, é a certeza matemática de que o seu dinheiro no banco valerá menos amanhã."
Laerson Endrigo Ely, O Método R.E.N.D.A. de Investimentos
O Mundo Dentro do Meu Gloss
No amor bastam lábios e gloss?
É uma matemática com regras e fórmulas?
Uma literatura avançada?
Uma parte do direito, com regras e cláusulas a serem seguidas?
Interessante… talvez tudo faça parte do amor e dos sentimentos.
Fingir e dançar para o mundo, confrontar os lados e descobrir que a complacência, às vezes, dói; que a igualdade nem sempre existe; que o direito de ir e vir pode ser apenas uma balela. Quantas dúvidas!
Mas quando a ficha vai caindo, uma peça de cada vez, outro mundo se forma em minha mente.
E é nele que penso: será que os espíritos também sofrem?
Tudo o que sentimos aqui, eles também sentem?
Mas quem ratifica a minha tese?
Talvez sejam somente histórias.
É… realmente o amor tem muito a ver com a matemática. Tem a ver com equilíbrio. Tem a ver com cumplicidade. Um leque de suposições, comentários certos, errados, duvidosos e teses que nunca se fecham.
Então o susto vem e bate à minha porta.
Fico sem direção e peço opiniões, mas elas não vêm, e isso dói.
Viro as costas. Queria enxergar outro rosto, mas o sopro da crua realidade chega.
E o amor virou um gloss que mal disfarça a imperfeição dos lábios.
Confrontar, afrontar ou simplesmente amar? Porque, às vezes, nada tem a ver com o que parece ser.
"A verdadeira liberdade financeira não nasce de uma tacada de sorte, mas da matemática aplicada a um solo bem cuidado."
— Laerson Endrigo Ely, no livro O Método R.E.N.D.A. de Investimentos.
Ser casado é uma operação matemática. Você soma o tempo, para diminuir as birras, multiplica o carinho e divide as horas. Divide o mesmo espaço, o mesmo cobertor, os mesmos planos. Soma datas, comemora dias, registra décadas. Ser casado é fazer da mesa e banho o resultado da cama. É comer do feijão com arroz no mesmo prato. É agendar a dois o mesmo horário com requisitos. É prolongar um discurso e agitar o silêncio. É ter chamego nas horas avulsas de um cafuné. É calcular a medida exata de tempero para conviver com os sabores e frutos do amor. É saber abdicar de uma viagem pelo doce lar.
