E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Tem dias em que a vida pesa mais do que cabe nos ombros.
E mesmo assim, você acorda. Você tenta. Você segue.
Isso já é um tipo de vitória que ninguém vê — mas Deus vê.
Não subestime a força de quem continua mesmo quando tudo diz que não.
Você tem se salvado, um pouquinho por dia.
E isso é lindo.
— Edna de Andrade
Não é exagero.
Não é drama.
É só que você sente com profundidade.
E quem sente assim… também ama mais, sonha mais, entrega mais.
Talvez por isso se machuque tanto.
Mas é também por isso que você cura o mundo com a sua presença.
— Edna de Andrade
Você já caiu… e levantou.
Já doeu… e seguiu.
Já chorou… e mesmo assim foi luz pra alguém.
Talvez você não veja, mas tem milagre no seu jeito de não desistir.
Quem caminha com o coração, nunca está só.
A fé vai na frente, abrindo o caminho.
— Edna de Andrade
fico aqui pensando em tudo q já passei na vida, ingratidão, abandono, falsidade e msm assim nunca mudei meu coração.
Deus conhece seus silêncios.
Ele vê o que você ainda não contou pra ninguém…
e mesmo assim, te sustenta todos os dias.
— Edna de Andrade
A gente não precisa correr
tanto assim.
Tem beleza em viver com calma,
em florescer no tempo certo,
sem pressa de provar nada pra ninguém.
— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna
Todo sonho, assim como todo sonhador, é único. No entanto, todos os sonhos têm uma coisa em comum: a mudança.
Eu conheci uma menina tão só, tão eu, assim.
Eu conheci uma garota, tão eu, tão louca.
Me tire da vida, me deixe ferida, me lave da dor.
Perdoa por favor!
Se eu quiser falar de amor.
Me dá um cansaço, te ver nesse berço de dor.
Perdoa por favor!
Se eu quiser falar de amor.
Sei que me laço, me faço virado um compasso, um rio lhe dou.
Amor perdoa por favor, se essa canção não for falar de amor.
Perdoa por favor!
Sabe que lanço, desmancho e me gancho no rio do amor.
Sabe que surto nessa desilusão, me torno e me formo no mundo do caos.
Tudo que peço é um minuto pra nós, tudo que peço é um segundo a sós.
Dentro de ti arranho, longe de ti me ganho,
então deixe-me ficar.
No canto do infeliz e achar o meu melhor em ti!
No canto do infeliz achando o meu melhor em ti !.
Me tire da vida, me deixe ferido, me lave da dor.
Perdoa por favor mas essa canção não vai falar de amor.
Perdoa por favor,
Perdoa por favor se só verso não constrói amor.
Wesley Nabuco pra Vitória fernanda - Musica. Não vai falar de amor.
E assim se passaram 10 anos...
Pois é, aqui estamos nós, quem diria, não é mesmo? Há exatos 10 anos, no dia 30 de dezembro de 2014, me preparava para deixar Imbariê, Duque de Caxias, Rio de Janeiro, e iniciar uma nova etapa da minha vida em Rio Doce, Olinda. Durante o ano de 2014, trabalhei intensamente na praça de Imbariê, despedindo-me das minhas clientes. A cada mês, adquiria um novo item para a casa: geladeira, fogão, máquina de lavar. As entregas desses produtos eram feitas diretamente em Olinda, na casa da minha prima, aqui em Rio Doce.
Nasci em São Paulo, na zona leste, na maternidade Leonor Mendes de Barros, mas foi uma passagem rápida. Antes mesmo de completar um aninho de vida, já estava novamente em Olinda. E foi aqui que passei toda a minha infância, até os 14 anos, vivendo a experiência única de crescer no Nordeste. Foi aqui que aprendi a me conectar com as raízes nordestinas, com as pessoas e com a cultura local, que ficaram no meu coração para sempre.
Cheguei a Olinda em 2014 com a casa praticamente toda comprada, tudo planejado minuciosamente para montar o lar assim que chegasse. Tinha acabado de vender minha casa e possuía recursos para adquirir um kitnet ao chegar aqui. As expectativas eram grandes. O principal motivo que me levou a decidir morar em Olinda foi a praia. Sempre desejei viver próximo ao mar, apreciar o amanhecer e o entardecer, viver a vida à beira-mar. Esse sonho, que não consegui realizar durante tantos anos, foi finalmente concretizado aqui.
A vida em São Paulo era uma correria constante: metrô, ônibus, trabalho estressante. Mas foi um grande aprendizado; chego a sentir saudade dos momentos vividos naquela cidade. Olinda, com seu ritmo tranquilo e sua energia calorosa, me ofereceu o oposto: um lugar onde pude respirar mais livremente. Sempre fui um paulistano com alma nordestina, e quando cheguei aqui, senti que finalmente encontrava o meu lugar. Olinda, conhecida como cidade dormitório, oferecia uma vida mais simples, mais calma, mais conectada com a natureza. Aqui, fui acolhido por uma cultura cheia de cores e sons, que, no fundo, sempre senti que fazia parte de mim.
Nos últimos 10 anos, ao longo de tudo que vivi, conheci poucas, mas pessoas altamente significativas para minha vida. Pessoas que, até hoje, têm sido a minha família. Agradeço do fundo do coração pelas dificuldades que enfrentei aqui e, principalmente, pelas pessoas que estiveram ao meu lado durante esse processo. Essas pessoas se tornaram parte de mim, e com elas aprendi a ser autêntico, a me entregar e a construir minha história com humildade. Não posso deixar de agradecer a elas, pois sem elas, não teria chegado até aqui. Obrigado! Obrigado! Obrigado! Sou grato por tudo, pela paciência, pelo apoio e pela amizade. Cada passo dado foi possível graças a essas pessoas maravilhosas, e sou eternamente grato.
Cheguei em Olinda na madrugada do dia 31 de dezembro de 2014, cheio de expectativas e felicidade por essa nova fase. No entanto, ironicamente, George e Valdir se esqueceram de me buscar no aeroporto. E lá estava eu, mais uma vez, vivenciando a experiência de viver sozinho... Felizmente, a tia Lúcia me salvou, acordando-os para que fossem me buscar.
Os primeiros anos em Olinda foram de adaptação e descobertas, mas a verdadeira conexão com a cidade aconteceu quando encontrei meu lugar à beira-mar. No início da minha trajetória aqui, busquei vários trabalhos e foi então que me encontrei na orla, vendendo coco verde gelado. Foi sensacional! Eu estava na praia de Barro Novo, em Zé Pequeno, e vivi ali por oito anos, vendendo cocada, refrescando turistas e moradores, e sentindo a vibração única daquele paraíso nordestino. Trabalhar à beira-mar, com o som das ondas ao fundo, foi simplesmente maravilhoso. Viver fazendo o que gosto, em plena paisagem de Olinda, foi um presente.
Hoje, já não trabalho mais à beira-mar; a idade, o tempo e a saúde já não me permitem mais, mas continuo fazendo da praia meu porto seguro para descanso, reflexão e passeios. Mesmo sem as vendas de coco verde, continuo sentindo a energia boa da orla de Olinda em meu coração.
Hoje, ao completar 10 anos em Olinda, reflito sobre toda minha jornada. Embora não seja mais festeiro, sempre sonhei com uma festa de aniversário à beira-mar. Tentamos, há 10 anos, organizar uma festa havaiana para os meus 50 anos, à beira-mar, com muitos frutos coloridos, sem álcool, uma celebração lúcida de amor e agradecimento por estar exatamente onde sempre deveria ter estado. Mas naquele dia choveu, e a festa dos meus 50 anos acabou sendo realizada na garagem da casa da Geórgia. Sensacional!
Essa viagem no tempo da minha vida, de Olinda para o Rio de Janeiro, depois para São Paulo, para o mundo, e finalmente de volta ao Rio de Janeiro e, por fim, a Olinda, me fizeram refletir que jamais deveria ter saído daqui. Hoje, vivendo aqui em Olinda, percebo que o lugar especial não é apenas a cidade, mas a capacidade de encontrar em mim mesmo a paz e a conexão que sempre busquei.
Olinda, 30 de dezembro de 2024.
#fernandokabral13
Tem dia que acordamos e já percebemos que ele será especial, hoje o meu começou assim: feliz!
Bom dia!
A tristeza quer novamente me coagir.
Porque me cerca assim?
O que ela quer de mim?
Se foste ela que me deixastes assim.
Mas o que ela não sabe, é que a felicidade, apossou-se de mim.
Agora ando fazendo assim:
Não me importando muito com amanhãs
Deixando as coisas acontecerem naturalmente
Fazendo minha parte e
Vivendo...
Só vivendo!
Deixando tudo nas mãos de Deus e
somente a Ele entregando meus anseios.
Eu sei que logo mais tudo passará e
ele me recompensará pelo meu imenso esforço
em me doar sempre com amor ao próximo,
em verdade e em simplicidade .
Estou mais leve e deixando o tempo me mostrar
tudo de bom que mereço .
O que foi de peso e de dor ...
Que se vá pra bem longe e
não volte nunca mais!
Estou seguindo os conselhos
desse grande poeta Guimarães Rosa
Quando diz:
"Felicidade se acha é só em horinhas de descuido."
E é exatamente assim que vou seguindo
Vou vivendo!
Minha fé?
Minha fé? Minha fé continua viva!
Beber da fonte? Bebo das fontes!
E assim vivo a vida, como ela deve ser,
Crer, descrer e crer novamente,
Direito meu seu e de todos.
E as espécies por sua vez carrega
Dentro de si as suas crenças.
Do altíssimo - conforto
Do senhor - Sabedoria
Do pai - ensinamento
Assim somos seres viventes,
E cada um com suas teorias...
A igreja maior é o universo,
Para quem quer paz
Precisa aprender a amar,
Quem ama, pode ser amado ou desamado?
Mundo contraditório,
Seres de ditados: "não se pode agradar
A todos".
"Amai-vos..." minha fé continua viva
Minha - Utopia
Minha - Esperança
Minha - Perseverança
A sede de lutar sempre é maior.
E Deus, ser maior que o homem,
E o homem querendo ser maior que Deus,
O homem apenas uma partícula do
Universo,
Deus o corpo do universo inteiro,
Sofre a ação humana.
Ação direta, autogestão e ensinamento mútuo são três palavras que devem andarem juntas, assim formando o seu elo e verdadeiro sentido, para a transformação social.
“Quando pensar em acabar com tudo, pense nas pessoas que viveram o mesmo sofrimento e, mesmo assim, se mantiveram de cabeça erguida.”
Talvez eu deva ficar aqui
Isolada, trancada, amuada.
Talvez eu deva ser assim:
Ser o que eu nunca fui em mim.
Ou talvez eu deva fazer isto:
No meu viver dar um sumiço.
ACEITAÇÂO OU NEGAÇÃO
Autora: Profª Lourdes Duarte
Não entres assim no meu mundo
Sem a mínima especulação
Neste mundo que só eu desbravo
Embora não aceite,
No meu coração não mando.
As fronteiras desse mundo, distantes,
E ao mesmo tempo pertinho ficam,
Aceitação ou negação se confundem
Frágil me sinto com teu toque, percebo então,
O amor ardente, dominar meu coração.
Como verbo dos meus versos
O amor povoa-se no continente
Mudando rumo dos ventos
Que sopra quente, me esquenta por dentro.
Nem sempre a distância
Nesse mundo é distante
Quando bate a saudade
Meus pensamentos, viajam
Voam rumo ao teu encontro.
Nas fagulhas desse mundo
Sinto o amor forte e avassalador
Me atordoando por inteira
Será que isso é amo!
Que se petrifica em meu ser.
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