E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Em nada mesmo o crente deve exaltar-se. Nem na salvação. Pois é salvo por Jesus Cristo. Toda a glória ao Senhor!
Na verdade digo diante do Senhor Deus. Enquanto Deus me der toda a força, não cessarei de anunciar todo o "Recado de Deus".
Digo-o diante das Potestades e diante dos poderes deste mundo.
Dos poderes religiosos, em frente deles, também o digo.
Que assim seja. Amém 🙏 🙌.
Atores e atrizes, não se iludam com o vosso sucesso. Tudo isso é só agora. Toda a vossa alegria é para agora . Mas aceitai a Salvação eterna e tereis alegria eterna.
Babilônia não é só a igreja tradicional. Mas Babilônia é toda a falsa igreja, protestante e ainda outras. Todos aqueles que perseguem os verdadeiros crentes e que vivem na luxúria. Todos aqueles que querem o protagonismo, fazem parte de Babilônia, do capítulo XVIII de Apocalipse.
Gigantes Depois do dilúvio (Teoria)
21 E expirou toda a carne que se movia sobre a terra, tanto de ave como de gado e de feras, e de todo o réptil que se arrasta sobre a terra, e todo o homem.
22 Tudo o que tinha fôlego de espírito de vida em suas narinas, tudo o que havia em terra seca, morreu.
23 Assim foi destruído todo o ser vivente que havia sobre a face da terra, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus; e foram extintos da terra; e ficou somente Noé, e os que com ele estavam na arca.
24 E prevaleceram as águas sobre a terra cento e cinquenta dias. Gênesis 7:21-24
Há uma teoria, que não é descabida, que ao Dilúvio morreu todos os seres com folgo. Folgo (de respiração) exceto os seres que estavam na água ( incluindo 4 Nelfilins que eram anjos caídos, que segundo alguém disse, poderiam respirar na água). Mas estes seres, segundo mitologia Egípcia e Babilónica (teriam sobrevivido ao Dilúvio, porque pois tinham pulmões de peixes). Diz o mito, que estes seres vivos, depois do dilúvio continuaram a viver.
Então foram estes que fundaram as nações do Egito e da Babilónia (este mito existe na mitologia do Egito e da Babilónia).
E assim deram origem aos gigantes Depois do dilúvio.
E a todos os nelfilins depois do Dilúvio. Isto é uma teoria. Nada de concreto. O que é certo é que a Bíblia diz que depois do Dilúvio há gigantes. Está teoria não é descabida. São estes seres que estão presos junto ao rio Eufrates. Serão soltos depois no tempo final em Apocalipse. Cuidado isto é uma teoria, mas realmente com algum sentido.
Criador
Quem criou todas as coisas? Foi Deus que criou. Mas o agente de toda a criação foi o filho De Deus, que é Deus com Pai. Tudo foi criado por Jesus Cristo. Tudo quanto existe, foi Criado por ele e para ele. Significa que Jesus Cristo não foi criado, mas é antes de toda a criação. Ele veio ao mundo (Foi gerado) mas é o criador de tudo o que existe. Tudo subsiste por ele e para ele. Ele é Deus com o Pai e com o Espírito Santo.
Diz a palavra de Deus, que antes de todas as coisas era Deus. Jesus Cristo não é menor, como dizem alguns. Ele também não é unicamente a pessoa divina. Mas há três pessoas divinas: O Pai, o Filho e o Espírito Santo; Não três deuses, mas unicamente um Deus em três pessoas.
Sem dúvida algo se está passando no mundo! Toda a gente tem consciência que algo não vai bem! Mas o que será? É a vinda do Senhor!
Muita surpresa
Toda a igreja que se orienta por princípios humanos, que não são baseados no evangelho de Jesus Cristo, mas que tem como fundamento, uma base humana, está em vias de não ser igreja de Jesus Cristo. Isto é qualquer que seja a igreja. Desde Católica a protestante. Se não segue o evangelho " Poder de Deus" , mas tem o ”Poder humano "! Está em vias se perder.
Mas algumas das pessoas, que estão nessas igrejas, mas em vez seguirem o " Falso evangelho", em vez disso, olharem para Jesus Cristo. Essas pessoas serão salvas, pelo poder de Deus. Daí se dizer, "Jesus Cristo não vem buscar placa de igreja, mas vem buscar a sua igreja"! Daí, iremos ver muita surpresa no céu!
Os Hebreus
Os Hebreus com Moisés e Josué, não foram iguais aos outros povos que existiam em toda a terra. Os Hebreus não foram como os outros povos que conquistaram a terra uns aos outros. Era um povo diferente. Quem lhes deu as terras que adquiriram, foi Deus e não eles o conseguiram pela sua força.
Antes de tudo os povos dos cananeus e outros povos, eram malditos diante de Deus. Assim como Deus mandou um dilúvio sobre as nações antigas. No tempo de Moisés Deus também tinha um plano de destruir estes povos: Amorréus e Jebuseus. Também havia gigantes, que existiram até ao tempo do rei David. Neste caso eram os filhos de Henaque ou Enaquins.
Não eram os Hebreus que os atacavam, mas sim estes povos vinham sobre o povo do Senhor. Ai os Hebreus, numa atitude de defesa, sempre agiam e conquistavam os seus inimigos. Veja-se o caso de Jericó. Quem começou a batalha? Foram os habitantes de Jericó. Depois Deus deu a vitória, com métodos próprios. Até que os muros da cidade caíram. Os Gibeonitas, com medo dos Hebreus, fizeram um acordo com Israel. Fizeram os Hebreus fazer um juramento, que Israel jamais pode anular, sem que assim os podesse destruir.
Foi Deus que deu todas as terras a Israel. Isto ainda em uma promessa feita a Abraão. Através de Israel Deus fez a sua vontade sobre a destruição das ímpias nações de Canaã. Hoje é a mesma coisa em relação a Israel. Deus abençoou este povo, que jamais alguém destruirá.
Ao somarmos o sofrimento de uma vida,
Concluímos que toda e qualquer morte,
Não pode ser outra coisa, senão branda.
É possível que levemos
Muito tempo ainda
Para compreender,
Quão estratégica era a atitude dela,
Soube esperar o momento certo,
Algo extremamente difícil
Até mesmo para quem é munido
E amparado por longos períodos
De experiência prática de vida,
Mas sim, ela sabia esperar
E o desfecho sempre será surpreendente,
Se permitirmos, com que ele aconteça.
Despeço-me da letra,
Do leitor e da leitura;
Para estar com ela.
Lamentavelmente,
Não sei contar histórias,
Nunca aprendi.
A narrativa que me perdoe,
Mas foi na rima que me perdi.
Ver, de Verônica
Nem só de aleatórias combinações vive a poetisa, mas de toda sobrecarga que lhe é imposta. Doloridos tendões, quanto mais nos atendem, mais tendem a latejar. Propriocepção exagerada em nós. Coloridos vasos pulsantes sanguíneos, atarefados, florescendo veias dilatadas, senhoritas ritmadas, gingam joviais, perfumes orgânicos de ti exalam. Talento para olhar e ver, não somente lar, muito mais que isso, o porto quase sempre inseguro, acolhimento em parto, aconchego em partes, invólucro, lúmen inteiro expandindo, teus diâmetros, nossos perímetros, dilatam intuitos, estásativa, tuésmística, alternativa, grandezavetorial, peregrina, intuitiva, nativa, provavelmente em magnitude e possivelmente com direção, uterina. Cafeína achocolatada, alerta em repouso, extenuante, muito bem nutrida e pós avaliativa, fadigada, (des)enfadonha. Chegou tão alto com o empuxo, que nem mesmo a gravidade pôde se justificar, rotineira singularidade. Canto propensão a estridentechamativo-arrepiante do emudecimento, microfonia que tilinta e repica, batevolta-quica-escorrega-quintuplica. Tchuca-propulsiva-curiosa-assídua-in-finita. Simples-ser para ter, articular, parecer e parati, printei uma foto tua com baton escarlate, contra o vidro e a selecionei cuidadosamente, como meu fundo de tela, para sentir e então... Ver, de Verônica.
3 minutos Após o Sinal
Palmas das mãos e axilas, jorrando toda aquela poderosa expectativa. Ela era a garota na sala da frente, miss do intervalo, assunto para todas as rodas, dançava como ninguém; charmosa, atlética, inteligente, enigmática. Ele era suplente de vice, substituto dos ausentes, um zero à esquerda elevado a xis, o nada multiplicado por um, sujeito indeterminado. Quem diria que seria ali, quem imaginaria que seria ela. Boca árida, mesmo depois da caixa completa de dropes que ele havia metabolizado, estômago amarrado, um nó de marinheiro nas tripas. Mas o garoto era valente, jamais correu duma encrenca, não começaria agora. Ela veio pisando duro, agarrou o franzino pro braço, bateu tão forte a boca na dele, que quase partiram-se os dentes, um vulto ao longe, gritou qualquer coisa, tinha a ver com inspetora, uma correria alucinada, teve quem foi a pé, teve quem foi de busão; o garoto mal digeriu o alvoroço, já não era mais estreante, daquele dia em diante, era moço vivido, nessa vida sem igual; tinha história pra contar, e contou pro mundo inteiro, quanta coisa acontece, três minutos após o sinal.
O Último Pelicano da Península Bubabote
Enraizado em concreto,
Ele expôs toda sua naturalidade.
Crendo num volume exorbitante de coisas,
Obviamente a nenhuma delas,
Atribuiu muito crédito.
Nunca descobriu tua vocação,
Aquele talento inato,
Dom divino,
Predestinação.
Emblemática, a alternativa que lhe restou,
Dedicação incondicional.
Amou com paixão
E apaixonadamente odiou.
Viveu, vagou, volveu,
Não bastou mudar o mundo,
Foi essencial chegar cedo para a ceia.
E sua única mágoa em relação à vida,
Foi ter que sair dela morto.
Enraizado em concreto,
Ele expôs toda sua naturalidade.
Crendo num volume exorbitante de coisas,
Obviamente a nenhuma delas,
Atribuiu muito crédito.
Mas é com toda a certeza cultivável.
Quando verdadeiro é durável,
Fortalecido é indestrutível, inquebrável,
Se derradeiro mantêm-se infindável,
Por toda a floresta refletia seu luar,
A sua imponência conquistava quem olhasse,
E o homem se mutava a ponto de uivar,
Deixou que a insanidade obscura o dominasse.
Geralmente quem escreve,
O faz de coração, com toda empatia,
Inspiração, anseios, desejos,
Batimentos e circulação.
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