E Sempre assim toda a Noite a Saudade Aperta
Você é minha razão e eu amo você seja dia, ou seja, noite me desperta meu querer, delírio e inspirações acompanham meu coração fazendo-me justo com os sentimentos ensandecido em uma louca paixão.
Meu farol são teus olhos e meu caminho é teu coração você é meu refugio com coragem que me liberta da solidão.
Encho meu coração de alegria em te ver, desejo repentino. Só penso em você, pois não vivo sem teu amor quero conquistar o seu querer.
Passa o vento, pasa a chuva, passa o dia e passa a noite de luar, só não passa a vontade de cada vez mais te amar.
Sonhei
Olhos negros como a noite
Olhos penetrantes e agateados
Boca pequena
Boca suave e doce
Pele clara como o sol
Pele fina e sedosa
Gestos simples e objetivos
Gestos sábios e coletivos
Essa é a mulher que eu pretendo ter
Essa é a pessoa com quem eu pretendo viver
Esse é o ser que eu pretendo dizer:
"Você é a mulher do meu sonho
Sem você eu era tristonho
Com você eu fico zonho".
Sei
Sei-te noite dentro
forma quente no escuro
corpo indiferente e vazio
estátua do que procuro
Sei de linhas e de voltas
bocados de um outro fazer
da maciez dos recantos
aos roteiros do prazer
Toco e logo te quebras
como pedra que se fende
a golpes de marreta
solta-se o corpo em festa
não há fome como esta
nem fogo que nos derreta
À noite, antes de dormir, e de manhã, no momento em que acordava, percebia que estava rezando por chuva.
PENAS (RE)POUSADAS
Ontem
– já a noite ia longa –
antes de adormecer
pousei as penas
das minhas asas
no melhor cabide…
O sono
(p)rendeu-se à cama
mas entre as almofadas
de plumas e sonhos
ainda coube
o meu ser despass(ar)ado…
Hoje
– já o dia se (a)firmara –
quando a(_)cor(_)dei
vi as asas
das minhas penas
(re)pousadas
no melhor cabide…
Levantei-me
e (re)vesti-as…
Deixei o sol entrar
e saí janela afora
a voar…
A voar!...
📜© Pedro Abreu Simões ✍
facebook.com/pedro.abreu.simoes
A noite chegou, e tudo que vivi hoje de bom quero guardar na memória. Pois hoje a vida te sorri, amanhã ela te dá uma tapa. O quê fazer? Desistir de viver? Na verdade não sei o que o futuro me reserva, mas sei que posso fazer no agora. A paixão é tempestade que chega sem pedir licença, muda sua vida, transforma seus sentimentos. Se o ontem te assustava e o amanhã lhe amedronta, não se assuste, pois o espaço entre ambos deve ser preenchido pela esperança incansável que abita em você. Existe algo dentro de nós que nos empurra pra vida, um impulso que mesmo naquelas horas em que falta força e esperança, impede de alguma forma que qualquer dor permaneça por muito tempo. Cada poema é um novo começo
Mesmo com o coração ferido tento manter um sorriso nos lábios. Me levantar Traçar novos planos. Boa noite.
jogos de amor
lagrimas são farpas de uma boa noite,
as regras são livres, sobreviver é bom
está viva até o anoitecer...
bem querer são momentos,
tudo soa unicamente o amor...
Sabe aquela dor que vem quando você lembra como e bom ter um amor pra te dar bom dia,boa noite,mesmo que seja por mensagem,aquela pessoa que te chama de linda,te dá carinho,amor,te pega no colo,te beija,te dá um motivo pra sorrir e te dá presentes e flores?É,eu sinto ela todos os dias desse meu começo de vida...,devia ser proibido sofrer antes dos 18 anos...
Se você quiser algo com tanta vontade a ponto de lutar por isso, trabalhar dia e noite por isso, abrir mão do seu tempo, do seu sono, da sua paz por causa disso... Se o simples desejo disso meio que te enlouquece a ponto de você nunca se cansar por causa disso e te faz abandonar qualquer distração espalhafatosa ou fútil por isso...
Se a vida...
Se a vida parece inútil e vazia sem isso e tudo que você consegue planejar ou sonhar é sobre isso, se alegremente você topa suar por isso, se desgastar por isso, planejar por isso, e abrir mão de qualquer pavor seu, dos obstáculos do céu e da terra por causa disso. Se você simplesmente for atrás daquilo que você quer com toda sua capacidade, força e sagacidade, fé e esperança, confiança e uma obstinação severa... Se nem a miséria ou a fome ou a doença ou a dor do seu corpo, da sua mente conseguirem te afastar daquilo que você quer e, se de forma obstinada e impiedosa você o perseguir e agarrar...
Com a ajuda de Deus você vai conseguir!!
Noite de dia de São João.
Há muitos anos atrás, nessa hora a gente já estava todo animado pra acender a fogueira, já estava tudo pronto pra festa começar, faltava somente o sol se pôr pras primeiras labaredas começarem a dançar subindo ao céu. Ainda consigo ver as labaredas subindo e competindo com o brilho das estrelas pra ver quem iluminava mais a rua.
São João lá de muitos anos atrás, era bem diferente do que é hoje em dia. Os preparativos começavam logo no início do mês de junho. Cortar as bandeirinhas, feitas com folhas de revistas, jornal velho e papel de seda. Prepará-las no barbante, enfileiradas distribuindo as cores. A turma toda se reunia para isso. Meninas faziam o grude e iam colando as bandeirinhas, meninos iam ajudando os pais a suspender e amarrar nos telhados, atravessando a rua e colorindo lindamente a paisagem. No começo do mês, os pais já compravam nas compras de supermercado, os ingredientes para as comidinhas do dia da festa. Pipoca, arroz doce, canjica de coco, canjica de amendoim, bolo de fubá, de mandioca, pé de moleque e batata doce pra assar na brasa da fogueira. Uns e outros com um pouco mais de dinheiro, assavam carne. Era um dia de muita alegria. Os cheiros de coisa gostosa tomavam de conta de tudo.
A gente se preparava todo. Além da fogueira, das bandeirinhas e das comidas, a gente se enfeitava colocando retalhos coloridos nas roupas. As mães, quase todas, tinham máquinas de costura em casa e faziam isso pra gente. Com tudo preparado, a ansiedade pra chegar a hora de começar era grande. Fogueira pronta e acesa, forró raiz tocando na vitrola e o cheiro de pipoca tomava de conta da rua. A gente improvisava uma quadrilha, anarriê pra cá, avancê pra lá, a gente se divertia e comia coisa boa a noite inteira. Alegria de menino pobre é barriga cheia de coisa doce. De casa em casa, naquelas ruas de chão batido e poeira solta, a gente passava e ia provando um pouquinho de cada guloseima. A partilha era feita com amor e alegria por todos. Éramos vizinhos, mas parecíamos mesmo como uma grande e unida família. Os filhos eram filhos de todos. As mães e pais eram de todos também.
As fogueiras acesas iam iluminando as frentes das casas e iluminavam também os nossos olhos de criança. O calor daquele fogo aquecia nosso coração e trazia conforto pra alma. Pula fogueira, rodava bombril queimando (fazia um efeito espetacular de labaredas voando), soltava uns traques aqui e ali. Era um dia que a gente se esquecia das dificuldades da vida daquele tempo. Casas pequenas, famílias grandes, pouco recurso, pouco investimento do governo no lugar onde a gente morava. Mas era um povo tão forte, que haviam muitos motivos pra festejar, por mais simples que fosse o festejo. Em anos assim, que misturava São João com Copa do Mundo, a festa era dobrada, as bandeirinhas ganhavam cores em verde amarelo e a união daquele povo aumentava. Tempos bons. Quem sabe é quem viveu aquilo. Coisas simples, enfeitadas de retalhos de pano e papel velho, mas que tem cor de ouro e cheiro de doce nas memórias da gente.
"Olha pro céu meu amor, veja como ele está lindo!"
Viva as boas lembranças!
Por vezes estou tão cansada, não é o corpo, porque, do cansaço do corpo dou conta com uma boa noite de sono. Tenho a alma cansada!
Nessas alturas apetecia-me correr campo fora, de encontro ao vento, pegar num punhado de terra e lambuzar a alma, mas... tinha que ser num dia de outono: num daqueles dias em que a chuva miudinha fustiga o coração com a suavidade de uma lágrima fugidia.
E dou por mim a pensar: a minha doidice tem calos nas mãos e o coração suspira pela planície, por isso mesmo:
Não me encaixo num tempo de encaixes passageiros!
Mania de fechar os olhos antes de dormir e te desejar boa noite em pensamento, pra vc sussurrar baixinho "dorme bem".
Permita-me lhe devolver o por do sol para você.
Quero de ajudar a reencontrar a màgia da noite.
Não foi eu que lhe roubei, mas quero dar-lhe de volta o brilho das estrelas.
Quem foi o assassino eu não sei, mas sinto que posso ressuscitar os seus sonhos outra vez.
Com carinho vou reconstruir a esperança que em ti se quebrou, com alvoraz vou procurar a felicidade que escapou de você.
Amorosamente irei lhe proteger do medo de sofre uma outra decepção.
Compreenderei paciêntimente os seus momentos de duvidas, sendo atencioso ao seu falar e ouvirei cada palavra que dizer.
Dou-lhe tudo isso por escrito, registrado e assinalado no cartório, se tão somente prometer não me machucar, mas do que já estou.
Durante a noite enquando dormes,
Não sei se sou eu quem habita em seus
Sonhos, mas que seja as minhas
orações feitas a Deus, que venham
zelar pelo o seu sono.
Talvez não seja eu, a quem seus olhos
Anseiam ver ao amanhecer da alvorada;
Deitado ao seu lado, com o meu
braço debaixo da sua cabeça,
Mas que seja então, o meu beijo,
Levado pela brisa da manhã,
A tocar a sua pele de pessêgo,
Para que você venha se sentir amada.
Pode não ser a minha voz a
Sussurrar em seus ouvidos,
Mas que sejam as minhas palavras,
Mesmo em silêncio, levar o seu
Coração, voltar a acreditar
Outra vez no amor.
Música
Noite perdida,
não te lamento:
embarco a vida
no pensamento,
busco a alvorada
do sonho isento,
puro e sem nada,
- rosa encarnada,
intacta, ao vento.
Noite perdida,
noite encontrada,
morta, vivida,
e ressuscitada...
(Asa da lua
quase parada,
mostra-me a sua
sombra escondida,
que continua
a minha vida
num chão profundo!
- raiz prendida
a um outro mundo.)
Rosa encarnada
do sonho isento,
muda alvorada
que o pensamento
deixa confiada
ao tempo lento...
Minha partida,
minha chegada,
é tudo vento...
Ai da alvorada!
Noite perdida,
noite encontrada...
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