E Ruim Nao poder Falar o q Pensa

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Ontem precisávamos e queríamos aprender a falar, hoje, precisamos e devemos aprender a escutar, senão amanhã seremos somente ruídos.

⁠As pessoas podem até amar seu jeito de falar, mas é pelo seu jeito de escutar que elas vão amar falar com você.

"Falar nos momentos necessários é o que nos retira da sombra e nos coloca como protagonistas da nossa própria história."

Voltamos a conversar, tenho vontade de falar com ela todos os dias, amo quando me envia mensagens por áudio, o timbre da sua voz faz cada parte do meu corpo arrepiar e apesar de não gostar de olhar nos olhos das pessoas , no dela é diferente, nos olhos dela é difícil até parar de olhar é como voltar pra casa. Não vejo a hora de poder contemplar cada parte dela pessoalmente e agora as suas mensagens eu sempre fico a esperar...


24.04

Rezar é o ato mais patético da humanidade: falar com o ar e agradecer quando o vento sopra na direção certa.

Carla, escute o que eu vou te falar,
O que me vencia, hoje ajuda a brotar.
A lama que um dia tentou me afogar,
É a terra macia que me ensina a plantar.
​Eu fiquei íntimo do que me fazia mal,
Transformei o espinho em algo especial.
O que era veneno virou o remédio,
Tirando da vida o cansaço e o tédio.
​Não tenha receio do meu jeito de ser,
É que eu uso a sombra para me fazer crescer.
Quem já foi deserto e hoje é jardim,
Sabe que o começo nasce do que era o fim.


DeBrunoParaCarla

Ninguém mais sabe como
E para onde foi Lorent Saleh,
Ninguém mais ouviu sequer
Falar em devido processo legal,
Ninguém mais sabe de nada
E nem dos direitos do General.

Ninguém sequer mais sonha,
Ninguém sequer está dormindo,
Ninguém sequer mais se fala,
Ninguém está sequer cantando,
Ninguém está se alimentando,
Ninguém está mais sorrindo.

Ninguém sabe que a vergonha
Tem mais de um endereço certo,
E que vai além do Helicóide;
Envio esse poema como o céu
Envia para a Terra um OVNI
Para quem os maltrata à toa.

Ninguém resolve mais nada,
Ninguém mais sabe da tropa,
Ninguém possui mais fé,
Ninguém procura mais a saída,
Ninguém está contente com tudo,
Ninguém imagina uma alternativa.

De ninguém para ninguém
É assim que também me sinto,
Porque ninguém está me ouvindo;
Que ninguém se sinta ofendido,
Pois é assim que um povo se sente
Quando não tem mais governo,
E nenhum apoio: NINGUÉM.

EXPOSITOR OU PALESTRANTE. A RESPONSABILIDADE DE FALAR SOBRE O QUE SE CONHECE..
No ambiente da comunicação pública, sobretudo quando se trata de temas filosóficos, religiosos ou doutrinários, a escolha das palavras nunca é indiferente. Cada termo carrega consigo uma tradição semântica, um campo de responsabilidade intelectual e uma expectativa de rigor. Por essa razão, a distinção entre expositor e palestrante merece consideração serena e criteriosa.
O termo expositor designa aquele que expõe um conteúdo com método, estudo e responsabilidade interpretativa. Expor não significa apenas falar. Expor implica ordenar ideias, interpretar conceitos, esclarecer princípios e apresentá-los de maneira compreensível ao auditório. Há na palavra expositor uma conotação pedagógica e doutrinária. Trata-se de alguém que não apenas comunica, mas que se esforça por tornar inteligível um conjunto de ideias previamente estudadas e refletidas.
Já a palavra palestrante possui natureza mais ampla e genérica. O palestrante é simplesmente aquele que realiza uma palestra, isto é, alguém que fala publicamente diante de um público sobre determinado assunto. A palavra não pressupõe, necessariamente, aprofundamento metodológico, nem compromisso interpretativo com um corpo doutrinário específico. Pode tratar-se de uma conferência motivacional, de um relato de experiências ou de uma reflexão pessoal.
Essa diferença de natureza torna-se particularmente significativa quando o assunto envolve doutrina, filosofia ou espiritualidade. Nesses campos do pensamento humano, a palavra pronunciada diante de uma assembleia adquire peso formativo. Ideias são transmitidas, convicções são modeladas e interpretações passam a influenciar a consciência coletiva.
Por essa razão, muitas tradições intelectuais e religiosas preferem a designação expositor. A palavra sugere alguém que estudou previamente o tema, que conhece suas fontes e que procura transmiti-lo com fidelidade conceitual. Há uma responsabilidade implícita nesse papel. Quem expõe um pensamento não fala apenas em nome próprio. Fala como intérprete de um conjunto de ideias que o precedem.
Essa perspectiva conduz a uma advertência ética essencial para qualquer forma de comunicação pública. Nunca afirmar assuntos dos quais não se possui conhecimento suficiente. A prudência intelectual constitui um dos fundamentos da honestidade do pensamento. Aquele que se propõe a explicar ideias precisa antes dedicar-se ao estudo, à reflexão e à compreensão cuidadosa daquilo que pretende transmitir.
A história do pensamento mostra que as grandes tradições filosóficas e espirituais sempre valorizaram essa atitude. O ensino responsável nasce do estudo sério. A exposição clara nasce da compreensão profunda. Quando a palavra é utilizada sem esse fundamento, corre-se o risco de substituir o esclarecimento pela opinião e o conhecimento pela improvisação.
Assim, no campo doutrinário, o termo expositor revela-se mais adequado. Ele indica alguém que procura apresentar ideias com fidelidade, método e responsabilidade intelectual. O palestrante fala. O expositor explica.
E é justamente na diferença entre falar e explicar que se encontra a verdadeira dignidade da palavra pública. Porque a palavra que nasce do estudo não apenas informa. Ela ilumina o entendimento e convida a consciência humana a elevar-se pelo caminho do conhecimento.

EXPOSITOR OU PALESTRANTE. A RESPONSABILIDADE DE FALAR SOBRE O QUE SE CONHECE.
No ambiente da comunicação pública, sobretudo quando se trata de temas filosóficos, religiosos ou doutrinários, a escolha das palavras jamais é indiferente. Cada termo encerra uma tradição conceitual e estabelece uma expectativa quanto ao grau de responsabilidade intelectual de quem fala. Por essa razão, a distinção entre expositor e palestrante merece análise cuidadosa.
O termo expositor designa aquele que expõe um conteúdo mediante estudo prévio, organização lógica das ideias e fidelidade às fontes que interpreta. Expor não é simplesmente falar. Expor significa esclarecer princípios, ordenar raciocínios, interpretar conceitos e transmiti-los de forma inteligível. Há nessa palavra um caráter pedagógico e metodológico. O expositor assume a tarefa de tornar compreensível um conjunto de ideias que foram previamente examinadas com rigor.
Já o termo palestrante possui natureza mais ampla e menos precisa. O palestrante é aquele que realiza uma palestra, isto é, que discorre diante de um público sobre determinado tema. A palavra não pressupõe necessariamente aprofundamento doutrinário nem compromisso sistemático com a interpretação fiel de um corpo de ideias. Trata-se de uma designação genérica para quem fala em público.
Essa distinção torna-se particularmente relevante em ambientes de estudo espiritual ou filosófico. Nessas esferas, a palavra pronunciada diante de uma assembleia exerce função formativa. Ideias são assimiladas, interpretações são transmitidas e convicções passam a influenciar a consciência coletiva.
Há, contudo, um aspecto ainda mais sutil nessa diferença. A estrutura tradicional de uma palestra costuma ser essencialmente unilateral. O palestrante fala, o público escuta. Não há, em regra, espaço natural para diálogo crítico ou para intervenções que examinem a fidelidade do conteúdo apresentado. Os ouvintes neófitos, por não possuírem ainda formação suficiente, geralmente recebem a exposição como verdade completa. Já aqueles que estudaram profundamente o tema podem perceber eventuais imprecisões ou desvios conceituais, mas raramente encontram ocasião adequada para apontá-los.
Nesse cenário, a palavra palestrante pode, involuntariamente, criar uma espécie de barreira silenciosa. A comunicação torna-se vertical, e a possibilidade de correção fraterna ou de debate esclarecedor diminui consideravelmente. O resultado é que eventuais equívocos permanecem sem análise, enquanto os ouvintes menos experientes assimilam ideias que nem sempre correspondem com exatidão ao pensamento original das fontes doutrinárias.
O modelo do expositor, por outro lado, está historicamente associado ao estudo coletivo e ao exame reflexivo. O expositor não se coloca como autoridade incontestável. Ele apresenta o tema como alguém que também se encontra em processo de aprendizado, oferecendo aos ouvintes os elementos necessários para reflexão e aprofundamento. Nesse espírito, a exposição tende a aproximar-se mais de um diálogo intelectual do que de um monólogo oratório.
Essa diferença conduz a um princípio ético fundamental para qualquer forma de ensino público. Nunca afirmar com segurança aquilo que ainda não foi devidamente compreendido. A prudência intelectual constitui um dos fundamentos da honestidade do pensamento. A palavra que pretende esclarecer precisa nascer do estudo, da análise e da consciência da própria responsabilidade.
Quando essa atitude está presente, a exposição transforma-se em verdadeiro serviço ao conhecimento. A palavra deixa de ser mero discurso e passa a tornar-se instrumento de esclarecimento.
E é justamente nessa fidelidade ao estudo, à reflexão e à responsabilidade intelectual que a palavra humana encontra sua mais alta dignidade.

Procure somente duas....duas mulheres de DEUS :
Prontas para te ouvir
Sensatas para te falar.
Juntas em oração as três, o senhor responderá!

Teu Sorriso é tão lindo que atrasa até meu pensamento. Chega primeiro, falar por você. Desliga meu caos em segundos. Faz meu azar virar sorte grande. Se esconde, o dia fica sem graça. Se volta, eu volto a acreditar. Não tem preço, mas custa minha paz. E eu pago feliz, todo dia.

“O tempo é o mestre que ensina sem falar, e Deus é o dono de cada segundo. Assim devemos ser: pacientes com o tempo de espera e sábios com o tempo de agir. Nada acontece antes do momento certo e nada se atrasa quando está nas mãos do Criador. Valorizar o tempo é entender que cada estação da alma tem a sua beleza e o seu aprendizado. Confie no relógio do céu.”




Lúciareflexões&Vida

“O mentiroso é honesto ao falar a verdade.”


⁠Um bom conselho sem um bom exemplo, Uma contradição, um grande lamento.
Falar sem praticar é irrisório,
Hipocrisia ou falta de amor próprio.

Crescimento espiritual começa nas pequenas atitudes: falar com respeito mesmo quando discordamos, ouvir antes de julgar e ajudar sem esperar algo em troca.

"Falar em evolução pessoal é fácil; difícil é ter a coragem de apoiar quem está tentando montar algo que beneficia todo mundo."

"O arrependimento só é real quando vira atitude; falar para o outro mudar enquanto você se omite é apenas vaidade."

Falar de bondade sem exercê-la é como descrever o banquete enquanto se deixa o outro passar fome.

Limpe sua mente se você quiser ter autoridade para falar de sucesso.

Falar com as pessoas é o primeiro investimento para uma riqueza infinita.