E Ponto final
O significado de um livro não reside em um final predeterminado, mas nas lições que se revelam a cada página. Mesmo quando não escolhemos nossos desfechos, cada término nos instiga a escrever nossa própria versão de felicidade. Pois cada um tem sua forma de enxergar a sua fagulha de felicidade.
O que esperar do seu personagem e de você no final do dia!
O que esperar quando você se sente perdida, quando temos que levantar de manhã e ser forte, mostrar para pessoas que está bem, o pior que você não pode dizer ou mostrar que você não estar bem, que todos os dias quando abre olhos e lembra que tem que se vestir uma pessoa ou melhor um personagem, que não pode ficar o dia todo na cama, pois a vida não vai parar, que as suas saudades e seus desalentos não pode ser mostrado, que muitas vezes tem que engolir o choro, para de pensar e de ficar triste e ai quando quer desmoronar lembra que você não pode, porque o seu personagem e forte; quando você esperava mais da vida e sabe que depende de você, quando você gostaria de arrancar essa dor para que você pudesse viver em paz, ai não consegue, e quando recebe uma rasteira da vida e tem que dar um passo de cada vez e bem devagar para não tropeçar e ficar pior que está, E ai quando acabar o dia e pode entrar no seu quarto e pode ser você mesmo com suas tristezas, suas angustias e tudo que tem direito isso e tão bom, e sabe que eu tiro desse dia que temos que ter sempre esperança de um dia melhor e nunca desistir de ser feliz e encontrar a felicidade!
❤
Não foi o fim que doeu.
Foi a forma como você me tratou no final...
Como se nada tivesse significado.
Como se eu fosse só mais um capítulo fácil de virar.
Eu entendi seu silêncio, sua confusão, suas desculpas vazias.
O que eu nunca entendi… foi por que alguém que diz que ama, escolhe partir como se nunca tivesse amado.
Você não me perdeu quando foi embora.
Você me perdeu… quando me deixou ali, tentando entender o que nem você teve coragem de explicar.
No Meu Leito Final
No meu leito de morte, terei pensamento,
revendo meus passos, revendo o tormento.
Talvez eu deseje ter sido mais forte,
ter amado mais antes da hora da morte.
Talvez eu me veja, com olhos tardios,
contando moedas, perdendo os meus rios.
Trabalhado demais, corrido demais,
e nos olhos dos meus, não estive jamais.
Lembrar com carinho da tarde calada,
da luz azulada, da alma isolada.
De ver pelas telas a vida dos outros,
vivendo por eles, negando os meus rostos.
Serei grato, quem sabe, por não ter tentado,
por medo do erro, por ter me calado.
Por ter recusado a carreira dos sonhos,
pra não magoar quem me deu mil de “seus sonhos”.
Direi: "Graças a Deus por ter suportado
aquele trabalho, por nunca ter ousado.
Por ficar num laço que há muito morreu,
só por comodismo que em mim se escondeu."
Serei grato, talvez, pelas indiretas,
por nunca ter dito palavras completas.
Por não ter vivido o que me acendia,
com medo da dor que a queda traria.
E no fim da linha, de olhos fechados,
sentirei falta dos que foram deixados.
De não ter tocado, de não ter falado:
“Eu te amo” — ao vivo, e não digitado.
No meu leito de morte, arrependimento,
é tudo que resta no peito, o lamento.
E as folhas, pasme, não estarão diferentes
das folhas da vida, tão verdes, presentes...
Mas eu, tão ausente, tão frio e fechado,
perdi primavera por ter me calado.
E se hoje escrevo, é pra te dizer:
não deixe pra morte o que é pra viver.
Um ser profundo, com a alma nos olhos, intensa como um vendaval no final da tarde de verão, um poço onde não se enxerga o fim….
A paz não habita em mim, mas sim a imensidão de ser EU!
Não é o final do dia, não é preciso esperar pelo fim quando o começo é suficiente para fazer-me escrever numa tentativa desesperada de socorro ou conforto, onde as obrigações e suas consequências não me alcancem.
Publicidade positiva é melhor que negativa, mas, de uma perspectiva final, publicidade negativa às vezes é melhor do que publicidade nenhuma. Para resumir: controvérsia vende.
Se for preciso deixar um amigo com raiva pra pode chegar no seu objetivo final, serei seu amigo, amigo é aquele que extrai seu melhor, não que passa a mão na sua cabeça, se não vai no amor, vai ser no ódio.
O olhar no vazio do tempo
O tédio de um dia pacato,
No final todos são iguais
Todos sentem saudades
E choram por alguém...
Navegando final de tarde
Na infinitude do Mar
Abracei ventos e maresias
Envolvi da contemplação do pôr do sol
Onde o sol descia a desenha versos
Palavras que eram música da orientação do navegar.
Kaike Machado
Início do Fim
A morte
não é um golpe final,
nem o apagar abrupto
de uma chama que ardeu em vão.
Ela começa
no primeiro sopro de vida,
como um murmúrio ancestral
gravado na espinha dorsal do tempo,
uma promessa silenciosa
de que tudo que nasce
traz em si
o prenúncio de partir.
Somos nós
quem tenta adiá-la
ou apressar sua chegada,
como se a permanência
fosse um direito herdado,
como se o fôlego
fosse posse
de quem o exala,
esquecendo que o ar
é só um empréstimo
da eternidade.
Entre o nascer
e o desfolhar da última pétala,
somos intérpretes falhos
de um roteiro
traçado pelas mãos do acaso,
dançando na corda bamba
do existir,
prolongando cada passo
como se a terra
não estivesse sempre
a um deslize
de nos tragar.
A morte
não é antítese da vida,
mas sua sombra inseparável,
um vulto paciente
que nos acompanha
até o instante
em que já não há mais corpo
para projetá-la,
quando o vazio,
enfim,
reivindica o espaço
que sempre lhe pertenceu,
e nós,
como poeira,
nos dissolvemos
no ventre do universo.
"Você bem que podia vir comigo
Para além do final dessa rua
Do outro lado da cidade
Ou algo parecido"
Dezembro chegou com a comilança típica de final de ano. Eu comendo todo dia igual uma capivara raivosa e querendo emagrecer 10 quilos até o ano novo.
"Uma vingança é doce no princípio com desejos elevados mas se torna salgado no final com pesadelos conturbados"
