E o Tempo da Travessia e se Nao Ousamos Faze-La
Nem sempre a saudade reflete a ausência devido a um longo tempo.
A minha, por exemplo, é independente do tempo.
Você é tão especial pra mim!
Que qualquer minuto longe de você me dá saudades!
Eu te amo de um jeito que seria perfeito, se você estivesse comigo o tempo inteiro.
“Um hábito”
Um terreno…
Parece tão grande, e ao mesmo tempo tão vazio…
Tem apenas uma flor, e ao que parece, uma cadeira
Aproximo-me e sento-me nela,
Esta feita de pedra,
Conseguiu gelar minha alma inteira,
Olho à volta e encontro-me na solidão
Nem uma alma, nem uma paixão
Sem plantação de centeio para nutrir um coração
Coração que batia loucamente quando sentia o toque da tua mão
A tua mão era delicada,
Leve como uma pena
E fresca como o vento
Habituei-me rápidamente a ter teu toque em meu coração
Com cada palavra que dizias
Um pedaço da minha alma vazia preenchias
Por isso não te deixei ir mais cedo
Nunca te larguei
Até perceber que tu sempre tentavas fugir
Não queria abrir mão de todo o conforto que me fazias sentir
Até perceber que havias conseguido extorquir
Todo o amor que me conseguiste transmitir
Me senti motivado a escrever sobre o tempo, essa peça invisível que molda nossas vidas. Ele cura feridas, apaga mágoas e nos ensina a apreciar cada instante como um presente precioso. O tempo passa por nós silencioso, mas deixa marcas profundas, lembrando-nos da beleza da vida e da importância de viver cada momento com intensidade e sabedoria. É ele que, pacientemente, desenha nossos caminhos, nos fazendo compreender que a vida é uma coleção de momentos únicos, cada um com seu valor.
Você perde seu tempo cometendo loucuras e nada ganha, seus amigos vão embora e os amores morreram sem nunca terem existido e você fica sozinho.
É isso, já faz um tempo, tempo demais que mal consigo lembrar
a última vez que sentei neste mesmo computador
e comecei a cuspir todo meu amor e também a dor.
A dor, no início, sempre foi algo fictício, porque meu hobby sempre foi amar.
Hoje a dor me consome, como uma chama intensa que não irá apagar.
A depressão bate à minha porta e não consigo afastar.
Sinto-me completamente inútil, circulando meu quarto sem parar,
procurando momentos felizes, algo para me agarrar.
Não quero me fazer de santo, não, eu tenho minha dívida, algo para pagar,
pois estive do outro lado da moeda e consegui falhar.
Isso me custou tão caro que me custou minha vida;
como penitência, só sobraram os resquícios de uma alma sofrida.
Me levei ao extremo por não me aceitar,
é como se desfizesse a amizade que tinha comigo mesmo,
e não conseguisse mais nos salvar.
Pergunto a mim mesmo quando foi que tudo isso começou,
quando foi que tudo mudou.
Eu realmente não sei dizer
o quão difícil foi tentar nos esquecer.
Sinto-me algemado aos meus próprios pecados,
estou tão cansado; as lágrimas que descem em meu rosto
não limpam a minha alma e têm o puro gosto do desgosto.
Mal nos vemos, mal nos falamos, dois idiotas que seguem calados.
Pergunto a mim mesmo onde está minha fé,
se fui ladeira abaixo e ainda estou de pé.
Cada ano que passa, fico mais velho.
Lembro-me quando escrevi meu poema "Espelho Vadio", este é meu eu externo.
Tão pouco se dá,
tão pouco se tem,
tão pouco se ama,
tão pouco refém.
O vazio incolor
que agora me inova
de um amor indolor
que minha alma desova.
Sempre que pego o carro, passo em frente à sua casa,
mas já se passaram muitos anos e vi que você queimou a largada.
Tudo bem, você é muito bonita e jovem, talvez nunca mais me enxergue;
o tempo se passou e não existe mais ninguém que me alegre.
Talvez eu esteja um dia mais perto da morte,
talvez amanhã será meu dia de sorte.
Talvez minha família não suporte
que eu achei o bilhete dourado e esse foi meu passaporte.
E eu me sinto triste por você nunca ver minhas páginas meio rabiscadas
e conseguir entender o quanto você foi amada.
Invicto no fracasso, invicto no sucesso,
como diz o Black, cansei desse retrocesso.
Entre o desespero e a esperança, eu vagueio perdido,
como um viajante sem mapa, no deserto do desconhecido.
A fé, uma chama vacilante, em meio à tormenta,
não sei se me guia ou se me atormenta.
O tempo escorre como areia entre os dedos,
cada grão um sonho desfeito, cada segundo um lamento.
Em meu coração, há um eco de promessas quebradas,
um lamento sombrio pelas oportunidades perdidas.
E enquanto a noite se estende, escura e sem fim,
eu me afundo nas sombras, perdido em mim.
O silêncio que agora me envolve é um reflexo do meu desamparo,
uma vida que se esvaí, sem futuro claro.
Não há redenção para este espírito quebrado,
não há consolo no crepúsculo de um sonho fracassado.
E assim eu permaneço, preso no eco de minha própria dor,
um ser perdido, afogado na tristeza, sem nenhum amor.
E assim permaneço, preso no eco de minha própria dor,
um ser perdido, afogado na tristeza, sem nenhum amor.
Mas talvez, nesse torpor, eu encontre algum alento,
ou será que apenas me deixarei levar,
neste confortável entorpecimento?
A todo tempo, vivenciamos determinados traquejos que nos conduzem a imensuráveis direcionamentos e que de natureza igual também nos levam a uma categórica mudança evolucional e comportamental.
Conclusivamente, essas experiências são elaboradas na equivalência de como procedemos, julgamos, existimos e suportamos.
A família é uma fantástica Escola onde todos somos professores e alunos ao mesmo tempo, nela ensinamos e aprendemos.
Eu rasgo o véu que me envolvia, a túnica que por tanto tempo me transformou em alvo da própria tempestade interior. Rasgo essa capa que me fez acreditar que minhas feridas eram abismos sem fim, que me forçou a vigiar as noites até que o nascer do sol — esse espetáculo de aurora e renovação — se desvanecesse no horizonte.
Eu rasgo esse manto, essa carapaça que vesti, essa ilusão que me ensinaram a silenciar meu reflexo e negar o amor próprio. Rasgo cada fragmento embutido em mim — mentiras como correntes invisíveis, enganos como labirintos intermináveis, traições como espinhos enraizados, inseguranças como névoas densas.
Rasgarei sempre que meus olhos se fecharem, e mesmo antes de o fazer. Cada vez que a sede ameaçar consumir a essência da minha alma. Toda vez que eu hesitar diante da porta da liberdade, rasgarei a túnica do sofrimento que me condenou a viver na penumbra.
Rasgarei suas cartas, apagarei os pergaminhos das memórias que guardam a sua presença, enquanto a dor persistir, enquanto sua sombra ainda pairar. E se for preciso, rasgarei as camadas mais profundas do meu ser, até que não reste vestígio de você dentro de mim.
O que é a vida? A vida é o interregno de tempo entre o nascer e o morrer, pelo qual uma energia busca, incessantemente, um ideal inalcançável.
Deusa do desejo
Sou a inquietude dos seus beijos...
Sou do seu afeto o sossego...
Sou o tempo que lhe cabe...
Sou sua deusa do desejo...
Sou a língua aguçada em todas as suas partes...
Sou sua arte...
Seu apego...
Sou seu dengo...
Sou sua vontade
Seu prazer...
E desassossego...
Sou sua procura por amor...
Sou os ponteiros do seu relógio me pedindo para ficar...
Sou o seu canto cantador...
Sou seus beijos querendo minha boca para beijar.
INFÂNCIA INCOMPLETA
Eu queria ser criança
de novo,
Para recuperar o tempo
perdido.
Eu queria ter a chance de brincar,
novamente com os amigos,
Eu queria que minhas preocupações,
Nunca tivesse existido.
Haa mas a vida é diferente,
Sonho com a infância, e
vivo no presente,
Tão consequente.
Depois de um terremoto
A casa cai
O tempo para
As buscas cessam
A procura deixa de existir
E o objeto
Que jamais existiu
Virou pó:
Inocência de peregrinos...
Por isso, esse peregrino morreu!...
A ilusão acabou
O véu se rasgou
O renascimento surgiu
Imergiu junto com o sismo
Que faz tremer a mente
De um corpo impermanente
Que contém uma alma eterna
Que na terra
Nao se dissovirá
Porque é infinita
E para a essência da consciência
Que é a nossa verdadeira casa
Essência:
Retornará...
Esse é o nosso ninho,
Sem nós
Onde todos se encontrarão
E voltaremos a ser um só
Sem egos
Com um só coração!
Abraços
Felicidades
Lisboa, Portugal
26 de agosto 2024. 05:11 hs
Acordado, mandava mensagem para um amigo
E na tela surgiu;
Alerta de terremoto
Nem deu tempo de piscar,,,
Paz no coração!
Ecos de Um Momento
Foi breve como um sopro,
Um relâmpago no céu.
O tempo, cúmplice, corria,
Enquanto nossos corações ardiam.
Tocamos o infinito em segundos,
Beijamos o sol ao entardecer.
Nos olhos, o brilho de mil promessas,
Na alma, o desejo de nunca esquecer.
Intenso como o mar em fúria,
Avassalador, nos consumiu.
E num instante, como veio, partiu,
Deixando saudade, deixado vazio.
Mas em cada lembrança, um sorriso,
Um pedaço de nós, imortal.
E mesmo que o tempo nos afaste,
Esse amor será sempre igual.
Eternizado em um canto da memória,
Um capítulo que o coração guarda.
Rápido, mas profundo,
Inesquecível.
A vida é uma longa jornada, somos conduzidos pelas mãos de quem amamos, mas com o tempo e a distância nos soltamos e quem amamos fica para trás em algum lugar do caminho e acabamos nos perdendo na estrada da vida, mas conhecemos pessoas que também estão seguindo e por alguns nos apegamos e por outros nos apaixonamos agora rodeados de pessoas amigos amores continuamos mas pelo caminho alguns como aqueles com quem iniciamos nossa jornada também vão ficando para trás e seguem por atalhos procurando outros caminhos alternativos mas à medida que continuamos aprendemos a aceitar quem ficou no início e quem nos deixou e seguiu outros caminhos, assim continuamos a jornada com o tempo, velhos cansados e experientes, aceitamos que nunca chegaremos ao fim do caminho da vida. Mas aprendemos a aceitar o fim da nossa jornada. no caminho da vida e Então somos nós que nos separamos daqueles que continuam caminhando e finalmente paramos porque a vida não nos permite ir além da nossa própria natureza humana.
A grande jornada
Sou sem noção, sem noção de tempo
Essa é a maldição? Visão dialeto?
Ou simplesmente alguma loucura minha
Sinto pressão, e desgosto, na tentação do poder que não me pertence.
Quanto mais eu quero, mais ele tiram
Quanto menos falo, mais sou forçado
Abram os laços da união (novamente)
Abram os laços da união (novamente)
Abram os laços da união (novamente)
Volte a ter humilhação (novamente )
Esse é o problema, não saber o problema
E as ilusões, estão todas no lixo
E em casa esquina, a mais tentações.
E os problemas, são mais umas solicitações
De todas as soluções
De todas as seduções
Meu rep é esse, meu repertório.
A única coisa que pode parar o tempo É a foto.
e a única coisa que podemos acabar, é com o nosso tempo.
E que coincidência, nada podemos parar
A nossa vida é única
A única opção
Temos que viver em união
Rimo entre verbos, da rebelião
Canto, canetas, fotos e esqueiros.
Falo em mesa, em visão e virtudes
Digo mentiras, mais originais que suas verdades, e na minha idade nenhum foi pior
Em fazer, aquilo que não consigo
Em pensar, aquilo que eu não digo (pra ninguém)
Em dizer, aquilo que é comigo
Mais fatores, reais locutores (da vida)
Então cante, fofoque, convide.
Xingue mesmo, ninguém critique (será?)
As misturas que a vida nos dar
Eu fiz um chá, sabor que eu nem ser falar
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